Notícia

Mulheres promovem saúde no dia a dia da Alece

Por Paulo Veras
21/03/2025 12:31 | Atualizado há 2 dias

Compartilhe esta notícia:

Foto notícia - Arte: Núcleo de Publicidade da Alece

As mulheres são uma presença forte na sociedade em números e no avanço dos papeis que desempenham, assim como na luta por direitos e na construção de um mundo mais justo. Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), que completa 190 anos em abril deste ano, a participação feminina atinge todos os setores, contando ainda com sete deputadas eleitas representando cidadãs e cidadãos.

O Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Casa é um dos espaços em que esta participação é vista de forma decisiva, sendo as mulheres maioria tanto nos cargos de gestão, como nos de atendimento ao público e os administrativos. Elas são o motor propulsor da saúde no Poder Legislativo cearense.

O diretor do DSAS, Luis Edson Sales, ratifica a importância das mulheres ocuparem cada vez mais espaço em cargos diretivos. “Nosso departamento tem maioria de mulheres, inclusive em posições de comando, 10 das 12 células são orientadas por mulheres. Acredito que isto impacta diretamente no feedback que temos dos usuários, com 98% de avaliação positiva”, apontou.

Gestoras do DSAS e o diretor do Departamento, Luis Edson Sales. Foto: Pedro Albuquerque

A assessora de Gestão e Planejamento do DSAS, Ana Alice Falcão, fala do orgulho de trabalhar com uma equipe formada em sua maioria por mulheres. “As mulheres que estão aqui decidiram dividir sua jornada para cuidar de pessoas e salvar vidas”, destaca.

Para Ana Alice é muito bom trabalhar com um time feminino, que conta também com apoio e parceria dos homens para construir um mundo melhor. “Temos convicção que iremos honrar a missão dada pelo presidente e, junto com todos, construir uma história brilhante”, afirmou, ressaltando a confiança do presidente da Casa, Romeu Aldigueri (PSB) no trabalho da equipe de servidoras e servidores.

Ana Alice Falcão é assessora de Gestão e Planejamento do DSAS. Foto: Pedro Albuquerque

Neste mês alusivo às mulheres, o Núcleo de Comunicação Interna da Alece apresenta uma série de matérias sobre servidoras da Casa do Povo que inspiram e colaboram com o presente e o futuro. Confira também a primeira e a segunda matéria da série. 

Time integrado

A dentista Elanne Andrade, articuladora do DSAS, chegou recentemente com o desafio de aproveitar o enorme potencial do Departamento. Segundo ela, tudo já funciona muito bem, mas existe espaço pra melhorar ainda mais. “A ideia é fazer com que todos trabalhem felizes para que os usuários saiam satisfeitos”, explicou.

Elanne Andrade é articuladora do DSAS. Foto: Pedro Albuquerque

A jornalista Silvana Buffat, assessora de comunicação do DSAS, destaca a inteligência e competência das mulheres do órgão da Alece. “Dão um acolhimento especial, tanto para o servidor como para as pessoas das comunidades do entorno que usam os serviços de saúde”, afirma. Silvana, na Assembleia há 36 anos, diz ser um privilégio poder aprender com elas e ajudar na organização de tudo.

Silvana Buffat atua na assessoria de comunicação do DSAS. Foto: Pedro Albuquerque

Teresa Holanda, assessora técnica, também frisa o acolhimento diferenciado que as mulheres são capazes de oferecer. “Esta é uma capacidade que nós mulheres temos, de acolher. É indescritível a sensação de conseguir ajudar alguém”, relata.

Teresa Holanda é assessora técnica do DSAS. Foto: Pedro Albuquerque

Sintonia e dedicação

A orientadora da Célula de Psicopedagogia, Mabelle Mota, está há cinco anos na Alece. Para ela existe um toque de amor dado pelo lado feminino. “Somos uma equipe só de mulheres na célula. Trabalhamos em sintonia, com sensibilidade, uma apoiando a outra”, salienta.

Mabelle Mota é orientadora da Célula de Psicopedagogia. Foto: Pedro Albuquerque

Dionne Peixoto, orientadora da Célula de Clínica Médica, ressalta que todas as profissionais de saúde da Alece possuem este olhar sensível, junto com a dedicação e capacidade. “Isso possibilita identificar a dor no olhar, na alma. E não só a dor física, mas a dor da alma que repercute na somatização das dores físicas”, explica.

Dionne Peixoto orienta a Célula de Clínica Médica. Foto: Pedro Albuquerque

O raciocínio de Edinira Borges, orientadora da Célula de Serviço Social, vai na mesma direção. Ela conta que todas unem suas sensibilidades para identificar melhor as necessidades dos usuários “Nosso papel é identificar as demandas e encaminhar para as diversas células. Às vezes o paciente chega com uma demanda, mas nós identificamos outras e fazemos o encaminhamento”, detalha.

Edinira Borges é orientadora da Célula de Serviço Social. Foto: Pedro Albuquerque

Atendimento multidisciplinar

As Células do DSAS trabalham em harmonia e proporcionam um atendimento que abrange as diversas áreas da saúde.

Marina Frota, orientadora da Célula de Enfermagem, diz que os pacientes entram no sistema por meio da enfermagem que é o coração da saúde. “Nós recebemos e acompanhamos os pacientes durante todo o processo e queremos dar um olhar holístico aos procedimentos”, reflete. A Célula de Enfermagem é formada quase totalmente por mulheres, tendo apenas um homem na equipe. “É um ambiente de muito respeito e sentimos que todos querem estar ali para servir aos pacientes”, acentua.

Marina Frota orienta a Célula de Enfermagem. Foto: Pedro Albuquerque

Na Célula de Fisioterapia existe um equilíbrio de mulheres e homens fisioterapeutas. Carolina Furtado, orientadora, conta que o atendimento é muito diversificado. “Atendemos muitos tipos de casos. Nossa atuação varia da orientação preventiva até o tratamento de problemas já existentes nos pacientes”, comenta. Há 12 anos na Alece, Carolina observa que sua célula, assim como o DSAS como um todo, tem a missão de promover a saúde de forma agregada.

Carolina Furtado é orientadora da Célula de Fisioterapia. Foto: Pedro Albuquerque

“Temos uma equipe de mulheres fortes e capacitadas”. A frase é da orientadora da Célula de Nutrição, Regina Moreira, que ressalta a importância do atendimento clínico ter a sensibilidade para perceber e compreender a dor do outro, com o profissional se colocando no lugar do paciente. 

Regina Moreira orienta a Célula de Nutrição. Foto: Pedro Albuquerque

Regina aponta que o trabalho não se limita a criar um plano alimentar para os pacientes. “Precisamos entender de onde vêm os problemas. As questões podem ser geradas por estresse, ansiedade ou problemas emocionais. A nutrição entra neste eixo e busca soluções”, aponta. 

Elas fazem história

Conceição Guerra, orientadora da Célula de Psicologia, entrou na Assembleia Legislativa com 18 anos. “Iniciei como estagiária e já estou há 16 anos como orientadora. São 40 anos aqui”, revela.

A orientadora pontua que a psicologia trabalha com as dores da alma do ser humano e isso é muito rico. Ela chama atenção de que a humanidade está muito adoecida por diversos fatores e incentiva que todos busquem a psicoterapia. “Nós acolhemos as pessoas para que elas lidem de uma forma melhor com as questões da saúde mental”, explica.

Conceição Guerra é orientadora da Célula de Psicologia. Foto: Pedro Albuquerque

Com 35 anos de Casa e liderando a Célula de Terapia Ocupacional há dois, a orientadora Milene Mota fala que o setor recebe muitas mulheres com diversos problemas. “São dores físicas e emocionais. Procuramos, por meio de um olhar mais carinhoso, ajudar na solução destes males”, disse.

Milene Mota orienta a Célula de Terapia Ocupacional. Foto: Pedro Albuquerque

Já Hermária Câmara, orientadora da Célula de Fonoaudiologia, acredita que as mulheres possuem uma visão bem específica de cada problema e que isso ajuda a planejar tudo. Para ela, existe um “toque feminino” que é uma característica especial. “Até mesmo os homens que trabalham conosco já aprenderam os benefícios do “toque feminino”, salienta. Hermária tem 38 anos de Alece, destes são 23 no DSAS.

Hermária Câmara é orientadora da Célula de Fonoaudiologia. Foto: Pedro Albuquerque 

Outra profissional com 40 anos de Casa é a dentista Amélia Capelo, orientadora da Célula de Odontologia. Ela, que começou como estagiária, destaca a valorização que as mulheres estão recebendo na Alece. “Procuramos desempenhar nossas funções com empatia, compromisso e transparência. Isso tem nos levado a assumir postos de gestão”, diz a orientadora.

Amélia Capelo orienta a Célula de Odontologia. Foto: Pedro Albuquerque 

Amélia define o trabalho feminino como multifacetado e, ao mesmo tempo, com uma visão geral, o que leva a uma produção efetiva e de qualidade. “Se você frequentar a Célula de Odontologia verá uma sintonia no trabalho”, destaca. 

 

Edição: Samaisa dos Anjos

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

Email: comunicacaointerna@al.ce.gov.br

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

Veja também