Departamento de Saúde e Assistência Social

Alece destaca Dia Nacional de Combate ao Fumo

Por Núcleo de Comunicação Interna com assessoria do DSAS
29/08/2025 08:30 | Atualizado há 7 horas

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Foto notícia - Arte: Núcleo de Publicidade da Alece

O Dia Nacional de Combate ao Fumo é celebrado nesta sexta-feira (29/08) e alerta para os impactos do cigarro na saúde pública, assim como incentiva a adoção de hábitos saudáveis. A mobilização, instituída pela Lei Federal nº 7.488, de 1986, busca promover um momento de reflexão sobre os malefícios do tabagismo.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é uma doença crônica que mata mais de oito milhões de pessoas por ano e, desse total, 1,3 milhão por exposição ao fumo passivo. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam cerca de 160 mil mortes por ano.

O pneumologista Paulo Brito, da Célula de Clínica Médica do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Alece, reforça a importância da conscientização sobre os malefícios do cigarro para a saúde. 

"O tabagismo é uma das principais causas de mortes evitáveis no mundo. Ele não é apenas um vício que deve ser combatido por todos, governo, profissionais de saúde e sociedade como um todo, mas o principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão, bem como principal causa da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que inclui a bronquite crônica e o enfisema”, explica o especialista. 

O médico alerta que os impactos negativos do fumo não se restringem apenas ao pulmão. “O cigarro não afeta apenas os pulmões. Ele tem também componentes tóxicos que circulam por todo o corpo e danificam outros órgãos, causando, por exemplo, câncer de boca, garganta, esôfago, pâncreas e bexiga". 

Além disso, ele pode também comprometer o sistema cardiovascular, aumentando significativamente os riscos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), aponta o médico. 

 A importância de parar de fumar

Paulo Brito enfatiza os benefícios que parar de fumar traz aos fumantes. "O corpo começa a se recuperar poucas horas após o último cigarro. Em 20 minutos, a pressão arterial e a frequência cardíaca já começam a voltar ao normal. Em 24 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue diminui. Com o tempo, o risco de doenças cardiovasculares e cânceres reduz drasticamente e a qualidade de vida melhora muito”, explica. 

O médico encoraja os fumantes a procurarem ajuda profissional, que pode incluir terapias comportamentais e, se necessário, o uso de medicamentos. "Parar de fumar muitas vezes é um desafio, mas a assistência de especialistas pode tornar o processo mais eficaz e menos dificultoso", ressalta.

 

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