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Programa de Agentes de Proteção à Vida da Alece inicia mais uma turma de servidores

Por Núcleo de Comunicação Interna com assessoria do DSAS
12/11/2025 12:42 | Atualizado há 4 meses

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Formações buscam capacitar servidores de diferentes setores da Alece Formações buscam capacitar servidores de diferentes setores da Alece - Foto: Bia Medeiros

A atenção ao ambiente de trabalho e o cuidado com a saúde mental fazem parte da rotina dos setores da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), por isso a Casa está formando mais servidores e servidoras no Programa Agentes de Proteção à Vida.

A segunda turma da iniciativa começou nesta terça-feira (12/11) para equipes de setores pré-determinados. O programa é uma parceria entre o Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS), o Comitê de Responsabilidade Social (CRS) e a Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace).

A iniciativa busca formar servidores capazes de atuar no suporte e promoção do bem-estar emocional dentro do Legislativo cearense. Com quatro módulos, o programa aborda temas como escuta empática, como lidar com ansiedade e depressão, atuação em situações de crise e maneiras de promover a saúde mental no ambiente de trabalho.

A turma atual tem como público-alvo servidores de setores como o Departamento de Gestão de Pessoas (DGP), Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o Desenvolvimento do Ceará (Inesp), Procuradoria Especial da Mulher (PEM), Unipace e Ouvidoria Parlamentar

A primeira turma de servidores participou da formação em setembro deste ano, fazendo ponte com a campanha Setembro Amarelo. A formação é ministrada pela Célula de Psicologia do DSAS e pela Célula de Saúde Mental e Práticas Sistêmicas Restaurativas do CRS. 

Formação em pontos estratégicos

No primeiro dia de formação da segunda turma, a psicóloga Samya Régia, da Célula de Psicologia do DSAS, explicou como deve ser a intervenção em situações de crise, apontando que a abordagem deve ser feita com tranquilidade e empatia, para evitar que a pessoa em crise se machuque ou machuque alguém. 

"Quem se propõe a intervir precisa analisar se há riscos no local (como objetos perfurocortantes, janelas e produtos inflamáveis), perguntar o nome da pessoa e se pode se aproximar dela, tocá-la e oferecer ajuda, fazendo isso sem julgamentos ou preconceitos. Por fim, é importante chamar os serviços de emergência, como o Samu, bombeiros ou polícia”, explicou.

Turma terá novo encontro no dia 19 de novembro. Foto: Bia Medeiros

A psicóloga também enfatizou a necessidade do autocuidado e de uma rede de apoio. “Uso muito a metáfora do avião: quando a gente viaja de avião, o que a comissária de bordo diz? ‘Máscaras cairão automaticamente. Primeiro você coloca a máscara em você, só depois você ajuda a colocar no outro’", indicou. 

No contexto do autocuidado, destacou, possuir uma rede de apoio é muito importante. "Essa rede pode ser seu vizinho, um colega de trabalho, um primo etc. Às vezes, o apoio só precisa de duas horas para você ir tomar um chopp, ouvir uma música. Todos têm essa rede, e é preciso usá-la para ‘recarregar as baterias’”, afirmou.
 

Edição: Samaisa dos Anjos


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