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Revista Plenário Alece celebra 30 anos contando histórias do Parlamento e dos cearenses

Por Julio Sonsol
09/04/2026 13:00 | Atualizado há 1 hora

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Revista Plenário Alece conta com equipe de servidores e servidoras que se dedicam à informação de qualidade Revista Plenário Alece conta com equipe de servidores e servidoras que se dedicam à informação de qualidade - Foto: Pedro Albuquerque

A revista Plenário Alece chega, em 2026, aos 30 anos, com uma trajetória escrita com o talento de diversos profissionais que, ao longo do tempo, apresentaram histórias que contam muito da Alece, da cultura do Ceará e da potência da população cearense.

Criada em 1996 com o nome Revista Plenária, a publicação passou por diversas transformações, conectada às mudanças da comunicação e da própria Assembleia Legislativa. Com periodicidade trimestral, a publicação marca o seu aniversário com a edição n.º 75, disponível aqui. A matéria “Guardiã da história” conta parte da trajetória da revista Plenário Alece. Confira!

Contadores de histórias da revista

Atualmente a equipe da revista é composta por Abílio Gurgel, Adriana Thomasi, Ana Lúcia Machado, Andrea Fontenele, Fátima Abreu, Jackelyne Sampaio, Kelly Garcia e a designer gráfica Marina Rodrigues, com contribuições de Dídio Lopes e Marina Ratis.

Foto: Pedro Albuquerque

Histórias que se fundem

Dídio Lopes está na Alece há 20 anos e passou a fazer parte da revista em 2006, passando pelos cargos de repórter, subeditor e editor. Atualmente é orientador da Célula de Reportagens e Documentários do Sistema Alece de Comunicação, área da qual a revista faz parte. 

Ele destaca que a publicação transformou sua forma de fazer jornalismo. “Depois de 20 anos dedicados à publicação, não há separação. Minha história se funde com a da revista. Aqui, aprendi a ir além do factual, com mais apuração, mais escuta e textos que realmente envolvem o leitor. Afinal, a gente não se limita a cobrir a Casa, mas busca contar histórias que impactam a vida das pessoas”.

Entre as reportagens que considera marcantes, ele aponta a de sobreviventes do campo de concentração da seca em Senador Pompeu, disponível na edição n.º 62, de 2022. Com a sua experiência, diz entender que o papel da revista e o do repórter é ir até onde a história está e trazer “de fora para dentro” o que acontece na sociedade.

Preservação da memória institucional

Jackelyne Sampaio é a atual editora-geral da revista, que, para ela, consolidou ao longo de sua trajetória um caminho pautado pela credibilidade, preservação da memória institucional e compromisso com o acesso à informação, apresentando de forma humanizada as ações do Parlamento à sociedade. 

A jornalista ingressou na Alece em junho de 2007, ainda como estagiária, sendo repórter da revista e do jornal AL Notícias e passando ainda por cargos de assessoria de comunicação. 

Para ela, a reportagem mais marcante da revista aborda a produção de coco no Ceará. A matéria foi para a capa da revista da edição n.º 57 e contou com uma inovação, a produção do webdoc “Coco - Do Ceará para o Mundo”. 

Histórias de luta

Abílio Gurgel chegou na Alece em 1993 e está na revista desde os primeiros números, sendo atualmente subeditor. Entre as muitas histórias contadas e editadas por ele, destaca uma produção recente, a matéria “Vozes da invisibilidade”, que faz uma abordagem sobre mulheres que vivem com o vírus HIV e está disponível na edição n.º 74.   

A vida dos quilombolas 

Ana Lúcia Machado chegou à Alece em 1980 e comenta que já acompanhava todo o movimento do Parlamento cearense com admiração. Como parte da equipe da revista há mais de 12 anos, ela aponta como uma reportagem marcante a realizada pelo então colega Dídio Lopes sobre os quilombolas, “Resistir para existir”, disponível na edição n.º 68

Marisqueiras 

Marina Ratis passou a integrar a equipe da revista no final de 2018, após passar mais de sete anos na Alece TV. Para ela, a matéria mais marcante foi “Artesãs da Pesca”, sobre as marisqueiras cearenses, publicada na edição n.º 72

A designer gráfica Marina Rodrigues, que está na revista desde janeiro de 2025, também considera a reportagem “Artesãs da Pesca” como a mais relevante. 

Perda perinatal

Fátima Abreu, conhecida pelos colegas como Fabreu, está na redação da Plenário Alece desde 2021. Ela chegou à Casa em 1992 e, antes, foi gerente da Alece FM. Ela aponta como uma reportagem de destaque a produção “Luto que permanece”, que aborda os impactos da perda perinatal na vida das famílias e pode ser lida na edição n.º 75, a mais recente da revista. 

Promoção de cidadania

Para a jornalista Adriana Thomasi, que contribui com a revista desde 2010, ano em que chegou à Alece, a reportagem "A voz dos invisíveis”, sobre o Escritório de Direitos Humanos e Assessoria Jurídica Frei Tito de Alencar (EFTA), foi impactante. O conteúdo evidencia a atuação do órgão da Alece na promoção da cidadania e no apoio a populações vulneráveis. A matéria pode ser lida na edição n.º 72.

A jornalista Andrea Fontenele ingressou na equipe da revista em janeiro de 2025 e também aponta a produção “A voz dos invisíveis”, de autoria da colega Adriana Thomasi, lembrando os 25 anos do EFTA, como a mais impactante.

Memórias afetivas

Kelly Garcia é a mais recente jornalista da revista, tendo ingressado em março de 2026. Ela aponta a reportagem “Sabores de tradição” como um destaque. Conforme revelou, a matéria remete às suas origens ancestrais, pois o seu avô teve uma casa de farinha em Jericoacoara, o que lhe traz memórias afetivas. A produção está disponível na edição n.º 73.

Memória e celebração

A partir da memória dos servidores e servidoras que destacaram reportagens marcantes, celebramos a trajetória de 30 anos da publicação da Assembleia Legislativa, em uma homenagem a todos os profissionais que se dedicaram à história da revista Plenário Alece. 

 

Edição: Samaisa dos Anjos

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