Famílias atendidas pelo Ciadi participam de curso sobre auriculoterapia
Por Julyana Brasileiro17/04/2026 14:07 | Atualizado há 1 hora
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- Foto: Pedro Albuquerque
Na rotina de cuidados intensos vivida por muitas famílias que convivem com a neurodivergência ou deficiências, aprender novas formas de ajudar os filhos pode trazer mais segurança e leveza para o dia a dia. Pensando nisso, a Alece iniciou na quinta-feira (16/04) o curso “Auriculoterapia: Ponto de Cuidado”.
Voltado para mães das crianças atendidas pelo Centro Inclusivo para Atendimento e Desenvolvimento Infantil (Ciadi), a iniciativa apresentou uma ferramenta que pode contribuir para o alívio da ansiedade, a melhora do sono e o equilíbrio emocional.
O curso “Auriculoterapia: Ponto de Cuidado” está sendo ministrado por Luciane Silva, enfermeira, auriculoterapeuta e mãe atípica. Estruturado para unir teoria e prática, o curso contará com quatro encontros até o mês de maio.
A primeira-dama da Alece, Tainah Marinho Aldigueri, destacou que a iniciativa nasceu a partir de uma experiência real e positiva vivida por uma mãe atípica, o que tornou a proposta ainda mais significativa para as famílias atendidas pelo Ciadi.
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Foto: Pedro Albuquerque
“Mais do que oferecer uma técnica de saúde, estamos promovendo acolhimento, troca de experiências e fortalecendo o cuidado familiar. É uma forma de reafirmar o compromisso da Alece com as mães, com as crianças e com a construção de um ambiente cada vez mais humano e acolhedor para todas as famílias atendidas pelo Ciadi.”
Ela ressaltou ainda que a auriculoterapia é uma prática reconhecida e respaldada cientificamente, funcionando como uma importante ferramenta complementar no cuidado com as crianças.
"A auriculoterapia é uma técnica milenar, reconhecida pela OMS e pelo SUS, com evidências científicas que comprovam seus benefícios. Trazer a Luciane para compartilhar sua experiência como profissional e como mãe fortalece ainda mais essa iniciativa, porque mostra às famílias uma alternativa de cuidado que pode ser aplicada dentro de casa e que contribui para o bem-estar das crianças.”
Vivência na prática
A enfermeira e auriculoterapeuta Luciane Silva explicou que a ideia de compartilhar a técnica com outras famílias nasceu da própria vivência, quando a técnica trouxe resultados positivos na rotina da filha.
"Tudo começou com a minha experiência como mãe. Eu já trabalhava com auriculoterapia e comecei a aplicar a técnica na minha filha ainda muito pequena. Primeiro para ajudar em questões físicas e, depois, para aliviar ansiedade, agitação e melhorar o sono. Os resultados foram muito positivos e isso me mostrou o quanto essa ferramenta pode ajudar no dia a dia.”
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Foto: Pedro Albuquerque
De acordo com ela, a técnica ajuda a trazer mais equilíbrio para a rotina das crianças e das famílias. "A auriculoterapia é uma ferramenta simples, acessível e que pode oferecer mais qualidade de vida. Muitas mães precisam de alternativas que possam usar em casa para ajudar os filhos, e essa técnica pode contribuir bastante nesse processo.”
Prática integrativa e complementar
Para a mãe atípica Karla Silva, o curso foi uma oportunidade valiosa de aprendizado e de acesso a uma técnica que pode fazer diferença no cuidado diário com o filho. Além de ampliar as possibilidades de cuidado, o curso oferece autonomia para as mães neurodivergentes, que muitas vezes não têm acesso a tratamentos complementares por limitações financeiras, avaliou.
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Foto: Pedro Albuquerque
“Foi um conhecimento muito enriquecedor, porque é uma técnica que eu ainda não conhecia. Fiquei surpresa ao descobrir como essa prática integrativa pode ser útil no dia a dia, principalmente, porque não exige grandes recursos financeiros. Com o conhecimento técnico e aprendendo os pontos corretos, a gente consegue aplicar a auriculoterapia de forma simples e com benefícios importantes.”
Saiba mais
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A iniciativa está vinculada a, pelo menos, dois Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas:
- 3 - Saúde e Bem-Estar;
- 10 - Redução das desigualdades
Os ODS são uma chamada ao enfrentamento a questões globais e buscam promover projetos com foco na paz, saúde, educação, igualdade e prosperidade, proteção ao meio ambiente e ao clima, desenvolvimento de comunidades e cidades mais sustentáveis.
A Alece, por meio de suas ações efetivas, busca contribuir com o alcance dos ODS desde 2021, quando aderiu ao Pacto Global da ONU.
Edição: Samaisa dos Anjos
Comunicação Interna da Alece
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Autor: Amanda Andrade/Agência de Notícias/com Assessoria do Ciadi