Fortaleza, Terça-feira, 28 Junho 2022
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A Prefeitura de Fortaleza amplia, a partir desta quinta-feira (23/09), a faixa etária liberada para receber a vacina contra Covid-19 sem a necessidade de agendamento prévio. Assim, pessoas residentes na Capital a partir de 30 anos de idade, cadastradas no site Saúde Digital (https://vacinacaocovid.saude.ce.gov.br) podem receber sua primeira dose, de 9 horas às 17 horas, nos centros de vacinação localizados no Sesi Parangaba, no Shopping RioMar Fortaleza (Papicu) e nos quatro Cucas (Barra, Jangurussu, Mondubim e José Walter).

Até agora, Fortaleza iniciou a aplicação em livre demanda por faixa etária a partir dos 90 anos, passou para 60 e para 50 anos. Até esta quarta-feira (22/09), estava disponibilizando o benefício a partir de 40 anos de idade e, agora, ampliou para os que possuem a partir de 30 anos.

A titular da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Ana Estela Leite, explica que a ampliação da livre demanda sem agendamento prévio está sendo possível conforme o planejamento municipal, a partir das doses enviadas pelo Ministério da Saúde (MS). “Por isso, é muito importante que a população priorize a vacinação e busque seu imunobiológico. Somente juntos poderemos vencer a pandemia”, reforça.

Como se cadastrar

Para fazer o cadastro no Saúde Digital, é necessário acessar o site https://vacinacaocovid.saude.ce.gov.br e selecionar a opção "Ainda não tenho cadastro". Na sequência, é necessário se identificar, preenchendo corretamente seus dados. Posteriormente, confirme seus dados e crie uma senha de acesso ao cadastro. O passo seguinte é verificar o e-mail de confirmação e finalizar o cadastro.

Ao comparecer ao centro de vacinação, é necessário apresentar documento de identidade com foto, CPF, Cartão Nacional de Saúde (CNS) e comprovante de residência.

Serviço: Vacinação de fortalezenses a partir de 30 anos cadastrados no Saúde Digital. Data: a partir de quinta-feira (23/09). Horário: 9 horas às 17 horas. Locais: Sesi Parangaba (Av. João Pessoa, 6754 - Parangaba), Shopping RioMar Fortaleza/Papicu (Rua Des. Lauro Nogueira, 1500 - Papicu), Cuca Barra (Av. Presidente Castelo Branco, 6417 - Barra do Ceará), Cuca Jangurussu (Av. Castelo de Castro, esquina com Av. Contorno Leste - Jangurussu), Cuca Mondubim (Rua Santa Marlucia, s/n - Mondubim) e Cuca José Walter (Rua 69, s/n - Pref. José Walter).

Do Núcleo de Comunicação Interna da Alece, com informações da Prefeitura de Fortaleza

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

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WhatsApp: 85.99147.6829; Telefone: 85.3257.3032

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

 

Publicado em Categoria Matriz

Fortalezenses cadastrados para receber a vacina contra a Covid-19 podem consultar se existe agendamento programado para a primeira ou segunda dose no site VacineJá (https://vacineja.sepog.fortaleza.ce.gov.br). A plataforma da Prefeitura de Fortaleza disponibiliza, no canto superior esquerdo da tela, a função “Consultar Cadastro”, por meio da qual é possível ter acesso às informações cadastrais.

Ao acessar a ferramenta, o cidadão deverá preencher corretamente o campo do CPF e data de nascimento. Após essa etapa, o site VacineJá apresenta os dados cadastrais na parte superior da tela, de forma abreviada, e na área inferior mostra o histórico de agendamentos. A consulta está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

De acordo com a secretária da Saúde de Fortaleza, Ana Estela Leite, esta é mais uma opção de consulta de agendamento para a vacina contra a Covid-19. Além disso, é possível verificar o agendamento nas listas disponibilizadas no site https://coronavirus.fortaleza.ce.gov.br.

“Assim, os fortalezenses possuem duas formas de consultar seus agendamentos: tanto pela ferramenta de consulta no site VacineJá, como nas listas divulgadas no Canal Coronavírus”, enfatiza a titular da pasta.

Confira o passo a passo para consultar agendamento no site VacineJá

1) Acesse o site https://vacineja.sepog.fortaleza.ce.gov.br/ 

2) Clique na opção "Consultar Cadastro”, no canto superior esquerdo

3) Identifique-se preenchendo corretamente CPF e data de nascimento

4) Clique em consultar

Agendamento para vacinação contra a Covid-19

Para ter acesso ao agendamento, é necessário realizar o cadastro na plataforma Saúde Digital (https://vacinacaocovid.saude.ce.gov.br), ferramenta da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará (Sesa).

No ato da vacinação, será necessário, obrigatoriamente, apresentar documento original com foto, CPF, Cartão Nacional do SUS e comprovante de endereço.

Passo a passo para cadastro no Saúde Digital

1) Acesse o site https://vacinacaocovid.saude.ce.gov.br 

2) Selecione a opção "Ainda não tenho cadastro"

3) Identifique-se preenchendo corretamente seus dados

4) Nesta etapa do cadastro, deve ser informado se a pessoa está acamada

5) Confirme seus dados e crie uma senha de acesso ao cadastro

6) Verifique o e-mail de confirmação

7) Finalize o cadastro e aguarde seu agendamento

 

Do Portal da Prefeitura de Fortaleza

 

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O aumento de casos de Covid-19 em todo o País e também no Ceará levou o Governo do Estado a decretar um novo período de isolamento social rígido. A Assembleia Legislativa, pensando em engajar mais ainda a população no enfrentamento à pandemia, lançou na última sexta-feira (05/03) a campanha Prevenção e Vacinação para Salvar Vidas.

Conforme o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Evandro Leitão (PDT), informações de representantes do povo podem fazer a diferença neste momento. “Queremos atingir os cidadãos e cidadãs para reforçar que medidas simples como lavar as mãos e usar máscara são importantes para reduzir a onda de contágio do coronavírus que estamos vivenciando”, ressalta.

Uma série de vídeos passou a integrar a grade da programação da rádio FM Assembleia (96,7 MHz) e TV Assembleia (canal 31.1 digital), assim como as mídias digitais da Casa, com parlamentares reforçando as recomendações sanitárias e recomendando à população a higienização das mãos com álcool em gel, o uso de máscara e a manutenção do distanciamento social.

Envolvimento dos deputados estaduais

Evandro Leitão também explica que os vídeos poderão ser utilizados pelos parlamentares em suas redes pessoais, a fim de atingir seus respectivos eleitorados em diferentes regiões de todo o Estado.

Vários deputados participam da iniciativa, que deve durar o tempo que for considerada necessária, considerando a importância e necessidade e necessidade do engajamento de todos. Até o momento, 23 parlamentares se apresentaram em vídeo reforçando os números da contaminação e convocando a todos a superar esse momento. Outros deverão aderir ao movimento em breve.

Além de Evandro Leitão, participam da campanha os deputados Fernando Santana (PT), Augusta Brito (PCdoB), Bruno Pedrosa (Progressistas), Marcos Sobreira (PDT), Moisés Braz (PT), Romeu Aldigueri (PDT), Érika Amorim (PSD), Sérgio Aguiar (PDT), Fernanda Pessoa (PSDB), Antônio Granja (PDT), Heitor Férrer (SD), Guilherme Landim (PDT), Acrísio Sena (PT), Renato Roseno (Psol), Walter Cavalcante (MDB), Audic Mota (PSB), Jeová Mota (PDT), Carlos Felipe (PCdoB), Leonardo Pinheiro (Progressistas), Leonardo Araújo (MDB), Julio César Filho (Cidadania) e Queiroz Filho (PDT).

“A pandemia é uma questão de saúde pública e todos nós temos de estar envolvidos para combatê-la”, reitera Evandro Leitão.

Da Agência de Notícias da AL

 

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O Programa Nacional de Vacinação brasileiro consegue imunizar 10 milhões de pessoas em um único dia. Em cerca de um mês é possível vacinar toda a população. No entanto, estamos há dois meses vacinando e não chegamos a 10 milhões de vacinados. Foi o que revelou a médica Lígia Kerr, durante Webinar com o tema ''A crise na Ciência Brasileira e os efeitos na pandemia'', apresentada por meio de plataforma Zoom pela Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), através da Célula de Qualificação dos Servidores, nesta terça-feira (02/03).

A expositora desta semana é pesquisadora da Universidade Federal do Ceará (UFC), integrante da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), e também titulada com pós-doutorado na Universidade de Harvard e na Universidade da Califórnia (São Francisco), ambas nos Estados Unidos.  Ela  atua há mais de 30 anos como pesquisadora de saúde. Integrou, ainda, o Grupo Técnico do Eixo Epidemiológico do Plano Operacional da Vacinação contra Covid-19 que assessorou o Governo Federal na elaboração do Plano Nacional de Imunização.

Durante a exposição, Lígia Kerr revelou que os investimentos em pesquisa científica caíram de R$ 13,97 bilhões em 2015, para R$ 5 bilhões em 2020.  Com relação ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Informação, a queda orçamentária foi de 31,69%, ficando em R$ 8 bilhões em 2021. No mesmo período, no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as verbas caíram de R$ 1,2 bilhão em 2020 para R$ 560 milhões em 2021. “A Pesquisa brasileira, nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, registrou quedas fantásticas de investimentos”, alertou a professora, o que segundo ela, agravou as dificuldades do desenvolvimento de estudos.

“Nós vamos pagar o preço na ignorância no futuro. Os cortes têm prejudicado a reação à pandemia. O Orçamento de 2021 condena a ciência brasileira a um estado vegetativo. Hoje, qualquer programa de televisão fala de ciência, por conta dos estudos já realizados pelo campo científico. A epidemiologia, antes, precisava ser explicada didaticamente. Hoje todo mundo sabe o que é, entende o que são os grupos de risco, os gráficos de infecção no tempo. Tudo vem dessa área”, avisa a professora, destacando a importância do campo científico para a sociedade.

Ações no campo acadêmico

As universidades brasileiras, segundo afirmou Lígia Kerr, estão empenhadas em buscar remédios e condições de tratamento, mas estão debilitadas porque não há apoio nem aporte de recursos suficientes. O parque industrial farmacêutico tem enormes desafios e recursos escassos. Ela lembrou que no início da pandemia alunos e professores passaram a produzir álcool em gel, para suprir a escassez. Vários setores da universidade, fechados pelo isolamento social, abriram para produzir faceshield (escudo facial, item de equipamento de proteção individual que visa proteger o rosto inteiro do usuário de riscos como objetos voadores e detritos da estrada, respingos de produtos químicos ou materiais potencialmente infecciosos). A Escola de Saúde Pública do Ceará desenvolveu o capacete elmo reduzindo em 60% a necessidade de leitos de UTI.

De acordo com a pesquisadora, 50 mil cearenses que nunca saíram do isolamento, desde o início da pandemia, e evitaram a doença. “Se não tivesse sido feito nada, a curva ascendente de contágio seria estrondosa. Com o lockdown, a curva foi achatada e houve muitos menos casos. O isolamento e o uso de máscara são extremamente importantes para o controle da epidemia”, defendeu.

Lígia Kerr acentuou que mesmo assintomáticos, muitos contaminados passam a ter problemas de cognição, de memória e perdem parte de suas habilidades.  Segundo afirmou, 46,3% dos pacientes que tiveram de passar por ventilação mecânica não sobreviveram.

Desigualdade social

Os estudos apresentados por Lígia Kerr mostram que os mais pobres foram os mais infectados pela doença. “Em Fortaleza, na  Regional 2, que inclui o bairro Aldeota, 7% da população foi contaminada. Quando se vai para os bairros mais afastados há mais casos. No Pirambu, os casos alcançam quase 25% da população. Muitas pessoas morreram em casa. A UPA do Cristo Redentor foi um desastre, eram cenas de terror, cenário de guerra”, relatou.

Os estudos apontam também que quanto mais alto o nível de escolaridade, mais baixo o nível de contágio, bem como que pessoas com mais renda trabalham em home office. Já pessoas da raça negra são mais vulneráveis. “Em todos os parâmetros, em todas as faixas etárias, os negros são mais vulneráveis” acentuou.

Fake news

A falta de recursos não é o único problema no enfrentamento da pandemia. Outro grave problema percebido pelas instituições científicas foi a produção de fake news. A professora adverte que a hidroxicloroquina não deve ser usada como prevenção ou tratamento da Covid-19. Em casos graves, o medicamento inócuo pode matar por arritmia. “Estudo de 26 de fevereiro da Fiocruz do Amazonas com 3.046 moradores de Manaus aponta que 26% dos que foram contaminados não tomaram medicamentos para prevenção, enquanto  38,5% dos que tomaram medicamentos supostamente preventivos foram infectados. “Ou seja, adoecem mais os que fazem uso de terapia inócua porque baixam a guarda, param de usar máscara e aglomeram”, atestou.

Entre as mentiras espalhadas através de redes sociais está a de a que vacina teria um chip líquido para controlar os pacientes. “É a coisa mais esdrúxula que já foi dito. Outra mentira é que vai alterar DNA. Se a vacina fizesse isso, o vírus também faria”, avaliou. Segundo afirmou Lígia Kerr, a ideia é colocar desconfianças a respeito de qualquer estudo ou prática científica. A pesquisadora obserou que a vacina foi produzida em tempo recorde, porque houve o financiamento. ”Jogaram bilhões de dólares no desenvolvimento das vacinas. Tínhamos experiência acumulada de 40 anos”, pontuou.

JS

 

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A Covid-19 e suas implicações na saúde seguem sendo descobertas e  debatidas no mundo inteiro e, entre essa questões, está a ocorrência da Síndrome Inflamatória Multissistêmica, assunto da nova série de reportagens da TV Assembleia.

A série “Síndrome Inflamatória Multissistêmica - O que não sabíamos sobre a Covid-19 em crianças” tem quatro reportagens e vai ao ar entre os dias 22 e 25 de setembro, no Jornal Assembleia, que começa às 18h50min. A série traz informações sobre a Síndrome, associada à Covid-19, que vem afetando crianças e adolescentes que tiveram contato recente com o novo Coronavírus.

No Ceará, os dados até julho indicam que foram registrados 41 casos, com dois óbitos, sendo 28 em Fortaleza. Especialistas, no entanto, indicam a possibilidade de subnotificação.

A série de reportagens traz a avaliação de médicos, pesquisadores, órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Fundação Santa Casa do Pará, que realizou estudo inédito relacionando a Síndrome à Covid-19. Também foram ouvidas famílias de jovens que apresentaram a Síndrome no Ceará.

Novos desafios

Durante a pandemia, novos desafios se impuseram na cobertura jornalística, mas novas formas de produzir conteúdo também vem sendo experimentadas na TV Assembleia.

A possibilidade de participação em coletivas de órgãos internacionais, como da OMS e OPAS, é um exemplo dessas experiências, comenta Suely Frota, chefe de reportagem da TV Assembleia. Segundo ela, com a possibilidade de acompanhar tais órgãos de forma remota, os conteúdos ganham ainda mais profundidade.

Saindo do formato unicamente presencial, entrevistas com pesquisadores de outros estados também fizeram parte da produção da série. Suely ressalta que com o uso mais frequente de ferramentas como coletivas e entrevistas por videoconferências é possível expandir as fontes dos conteúdos jornalísticos.

A série “Síndrome Inflamatória Multissistêmica - O que não sabíamos sobre a Covid-19 em crianças” tem produção da chefe de reportagem da TV Assembleia, Suely Frota, reportagem e edição de Cibele Couto, edição de imagens de Ribamar Júnior, arte de Daniel Cardoso, imagens de J Amaro e transporte com Félix Magalhães.

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