Fortaleza, Sexta-feira, 20 Maio 2022
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O dia 8 de março, que foi celebrado nesta semana, é um marco internacional para os direitos das mulheres, suas lutas, vivências e busca por igualdade. Por ocasião da semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, parlamentares e servidoras da Assembleia Legislativa do Ceará comentaram sobre como a pandemia, declarada em março de 2020, afetou as vidas das mulheres em aspectos como sobrecarga de trabalho, saúde mental e violência.

A crise sanitária provocada pela pandemia trouxe riscos à vida, à saúde física e mental, incertezas e aumento da vulnerabilidade, medo, necessidade de isolamento para algumas pessoas e a impossibilidade de isolamento para outras. Nesse contexto, os trabalhos de cuidado tornaram-se ainda mais centrais.

Segundo o estudo “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, do IBGE, em 2019, “as mulheres dedicaram aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos quase o dobro de tempo que os homens (21,4 horas contra 11,0 horas)”.

Durante a pandemia, a rotina de trabalho e cuidados tornou-se ainda mais exaustiva, sobrecarregando as mulheres. A pesquisa “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizada entre abril e maio de 2020 pela Sempreviva Organização Feminista e a revista Gênero e Número, apontou que 50% das mulheres brasileiras passaram a cuidar de alguém na pandemia.

As participantes da pesquisa afirmaram ainda que a pandemia e a situação de isolamento social colocaram a sustentação da casa em risco (40%) e, das que seguiram trabalhando durante a pandemia com manutenção de salários, 41% afirmaram trabalhar mais na quarentena.

Deputadas avaliam cenário atual para a realidade das mulheres

A deputada Érika Amorim (PSD), 3ª secretária da Mesa Diretora da Casa, reitera que, infelizmente, as mulheres ainda assumem em maior número o trabalho de cuidado com o outro e, portanto, foram fortemente impactadas pela pandemia.

A parlamentar destaca que, com as mudanças da rotina ao longo da pandemia, as mulheres que são mães, por exemplo, enfrentaram grandes dificuldades com a suspensão de atividades presenciais nas escolas. A falta de rede de apoio para os cuidados com as crianças fez com que muitas mulheres precisassem até se afastar dos trabalhos ou dos seus processos de formação, afirma a deputada.

A seletividade do mercado de trabalho, a falta de equidade salarial e um olhar discriminatório aumentam o rol de desafios enfrentados pelas mulheres, comenta ainda Érika Amorim.

Segundo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) sobre a Covid-19 e a autonomia econômica das mulheres, a crise causada pela pandemia resultou em um retrocesso de mais de uma década nos avanços que haviam sido alcançados na participação feminina no mercado de trabalho.

No contexto de crise sanitária, o desequilíbrio da divisão de tarefas e consequente acúmulo de funções pelas mulheres atingiu com aumento de demandas e da pressão tanto para as mulheres que atuam exclusivamente nas atividades domésticas como para aquelas que estão no mercado de trabalho e no ambiente doméstico.

A deputada Fernanda Pessoa (PSDB), também integrante da Mesa Diretora, como 1ª suplente, avaliou que as mulheres desempenham muitos papéis e, durante a pandemia, a forma de trabalho mudou totalmente para muitas, que precisaram reorganizar a rotina, os horários e as demandas no ambiente doméstico.

A parlamentar destacou ainda que muitas foram as fontes de preocupação ao longo da pandemia e, entre elas, a situação financeira das famílias, uma vez que houve perda de trabalho e diminuição da renda familiar.

Além disso, o alerta para a saúde mental e o aumento da violência doméstica são pontos de destaque no impacto da pandemia na vida das mulheres, afirma Fernanda Pessoa.

Cuidados devido à sobrecarga

Daniele Freitas, que trabalha como secretária na Assembleia Legislativa do Ceará, comenta a sobrecarga vivenciada pelo acúmulo de tarefas e pela necessidade de adaptação à nova rotina com a pandemia.

Com uma filha de 12 anos com diabetes e, por isso, do grupo de risco, a prevenção, o isolamento e a busca de equilíbrio dos cuidados com a rotina de trabalho remoto e, posteriormente, híbrido e presencial, foram ainda mais desafiadores, explica Daniele.

Ela comenta que as mudanças no dia a dia da família, como as aulas remotas, o trabalho híbrido, o isolamento até mesmo da família, que mora próximo, os protocolos de prevenção seguidos à exaustão, além do medo da exposição para a filha, impactaram ainda no emocional e na capacidade de autocuidado, relata.

As consequências da pandemia na saúde das mulheres e a importância do autocuidado são os temas da segunda matéria da Agência de Notícias da Alece sobre o Dia Internacional da Mulher.

Da Agência de Notícias da Alece

 

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 O Comitê de Responsabilidade Social (CRS) da Assembleia Legislativa por meio da Célula de Articulação e Fomento à Cidadania debateu a situação de crianças e adolescentes que ficaram órfãos em decorrência da Covid-19 no Ceará em reunião realizada na terça-feira (15/02).

 O encontro contou com a participação do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Alece, deputado Renato Roseno (Psol), da primeira-dama do Legislativo e líder do Comitê de Responsabilidade Social, Cristiane Leitão, de representantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) do Núcleo de Saúde Mental e do Comitê de Responsabilidade Social da Alece.

A primeira dama da Alece, Cristiane Leitão destacou que os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário estão se articulando juntamente com a sociedade civil e UFC para traçar um plano de políticas públicas necessárias para os órfãos da Covid-19. Conforme destacou, o Núcleo de Saúde Mental da Assembleia fará um trabalho de escuta e acolhimento das crianças em situação de orfandade.

 ''Não podemos fechar os olhos para essa exclusão que essas crianças estão sofrendo. Vamos iniciar um trabalho juntamente com o Núcleo de Saúde Mental para escuta e assim iremos traçar um diagnóstico qualitativo. Precisamos ouvi-las e saber como fazer um trabalho de acolhimento emocional”, disse Cristiane Leitão. Segundo ela, A Alece vai dar contribuição, oferecendo assistência por meio do acolhimento e em paralelo, articulando reuniões com a vice-governadoria e coordenação da primeira infância municipal, para a construção de uma parceria colaborativa. 

 Para o deputado Renato Roseno, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Alece. a resposta  da situação de orfandade tem de vir coordenada entre saúde, assistência social, segurança, justiça e educação envolvendo os três poderes, o município, Estado e União. ''É uma articulação potente e necessária, não há tempo a perder. Há órfãos da Covid-19 desde março de 2020. São quase 24 meses. Precisamos dar respostas e para isso é necessário uma busca ativa, identificação e visibilidade, além de fortalecer a proteção social e aprovar um marco legal institucional com autorizações legislativas, sociedade civil, Legislativo, Executivo e Judiciário'', avaliou.

Segundo o relatório “Denúncia de Violações dos Direitos à Vida e à Saúde no contexto da pandemia da Covid-19 no Brasil”, do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) publicado em novembro de 2021, estima-se que mais de 113 mil menores de idade brasileiros perderam o pai, a mãe ou ambos para a Covid-19 entre março de 2020 e abril de 2021. No Nordeste, os dados de outubro de 2021 apontam 26,5 mil crianças e adolescentes órfãos na região. Desse total, 5.610 estão no Ceará.

Ângela Pinheiro, do Núcleo Cearense de Estudos e Pesquisas sobre a Criança, vinculado ao Curso de Psicologia da UFC, afirmou que os dados mostram a situação de calamidade e requer de todos um posicionamento. ''Estamos felizes e esperançosos porque estamos fazendo essa articulação e um diálogo profícuo com a Assembleia Legislativa para que possamos expandir as parcerias e atender dignamente crianças e adolescentes que estão em situação de orfandade. Há órfãos de Covid-19 há quase dois anos. O que tem de ser feito é para antes de ontem'', ressaltou.

Inês Mamede, representante da Educação da UFC ressaltou que a educação é fundamental no acolhimento das crianças órfãos da pandemia. Conforme afirmou, é necessário que as escolas estejam sensíveis e atentas para identificar se há casos de crianças e adolescentes em situação de orfandade e ter clareza sobre quais estratégias pedagógicas serão necessárias para acolher adequadamente no âmbito escolar.

JB

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Em tempos de pandemia, todos os cuidados sanitários devem ser adotados para a proteção individual e coletiva. O crescente número de casos de gripe no Ceará e no País têm gerado preocupação, principalmente após os múltiplos episódios relacionados ao vírus influenza A do subtipo H3N2. Diante da pandemia de Covid-19, que ainda não acabou, e da semelhança dos sintomas entre esta e a gripe, dúvidas a respeito de como se prevenir e se tratar em ambas as situações têm surgido com mais frequência.

O médico e coordenador da Célula de Saúde e Segurança do Trabalho do Comitê de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa do Ceará, Joaquim Garcia, explica que o momento de pandemia do Coronavírus e surto da gripe H3N2 ensejou a preparação de uma cartilha, apontando orientações para todos os servidores, para "deixá-los informados sobre os sintomas das duas doenças e para reforçar os cuidados necessários de prevenção".

Entre as orientações estão o uso correto de máscaras, cobrindo totalmente o nariz e a boca, higienização das mãos, recomendação de evitar aglomeração e a importância de se completar o ciclo vacinal contra a Covid-19. "São medidas importantes que nos auxiliam no combate a essa pandemia, visando reduzir ao máximo o número de casos, e consequentemente as internações e óbitos", aponta.

Alerta sobre relaxamento

De acordo com os estudos, o relaxamento recente das medidas de prevenção deixou a população mais vulnerável. Soma-se a isto a baixa cobertura vacinal contra a influenza no Estado, a menor em mais de duas décadas. O aumento dos casos de gripe em meio à pandemia por outro vírus é um fator agravante.

Os sintomas entre as duas doenças são semelhantes, o que pode dificultar o diagnóstico. Mas algumas diferenças podem ser observadas: uma pessoa com influenza apresenta sintomas mais fortes já no primeiro dia, enquanto a infecção pelo Coronavírus tende a se manifestar mais insidiosamente, podendo se tornar mais intensa no fim da primeira semana.

A gripe causa febre alta repentinamente, muitas vezes associada à dor de cabeça, moleza no corpo, falta de apetite e a sintomas respiratórios, como nariz entupido e coriza. E com mais ou menos uma semana, a pessoa já está melhor, sem sintomas. Em alguns pacientes, especialmente quando existem fatores de risco, a doença pode se agravar entre o terceiro e o quinto dia, podendo se instalar a forma mais grave da doença (síndrome respiratória aguda grave, SRAG).

Em relação à Covid-19, a febre e os sintomas respiratórios podem se instalar mais silenciosamente, tendendo a se agravar no fim da primeira semana. As manifestações mais graves da doença costumam aparecer no início da segunda semana de sintomas.

Diante da similaridade da manifestação das doenças, é recomendado que se procure fazer, com maior brevidade possível, o teste para descartar o diagnóstico de infecção pela Covid-19. Os testes para influenza são menos disponíveis, mas neste momento epidemiológico pode-se realizar o diagnóstico de gripe após a exclusão de Covid-19.

Prevenção

As doenças são transmitidas por via respiratória e os cuidados preventivos são muito semelhantes. “Quem consegue se proteger de uma, se protege da outra”, enfatiza o coordenador da Célula de Segurança do Trabalho. Também deve ser observado que a prescrição de medicamentos deve ser sempre avaliada por um profissional de saúde. Eles devem ser usados somente por pessoas que têm um risco maior de ter a doença mais grave.    

JS

 

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A pandemia do Coronavírus causou pesados danos à saúde da população brasileira. Já são mais de 550 mil mortes e pelo menos 1,4 milhão pessoas estão sequeladas no país em decorrência da doença. A síndrome pós-Covid gera, entre outros problemas, infarto, arritmia, depressão, perda de memória, falta de ar, dificuldade de raciocínio, fadiga e dores intensas, diarreia crônica, perda de cabelo e distúrbios de pele. Mas, para além dos problemas sanitários há outra grave situação gerada pela crise de saúde pública: o superendividamento.

Os problemas econômicos em todo o país geraram dificuldades financeiras em parcela considerável da população, notadamente nas camadas mais baixas da pirâmide social. Pessoas perderam fontes de receita e tiveram que contrair dívidas sem ter um lastro para cobrir as despesas.

A coordenadora do Procon Assembleia, Telma Valéria, salienta que o superendividamento é uma crise dentro da crise sanitária. As causas são variadas, mas a maioria delas pode ser dividida em dois grupos. Um deles é formado pelas pessoas que gradualmente foram tomando empréstimos e se acostumaram com isso. Quando se deram conta da gravidade da situação, já era tarde demais. “A situação é delicada, inclusive com muitos consumidores devendo bastante dinheiro. Para piorar as coisas, o desemprego está à espreita”, aponta. Outro grupo é formado por aqueles que não gerenciaram bem os riscos e acabaram alocando praticamente todo o patrimônio em um investimento que não deu certo. Desta forma, tentaram criar um negócio próprio ou obter ganhos elevados em operações com ações e/ou derivativos, por exemplo, e se deram mal.

“O consumidor que estiver em situação de superendividamento deverá procurar o Procon Assembleia, abrir reclamação para que possa haver negociações, agilizar e facilitar a vida do consumidor nesta situação”, afirma a coordenadora do órgão de defesa do consumidor da Assembleia Legislativa do Ceará.

Legislação

De acordo com Telma Valéria, a Lei Federal 14.181/21, que passou a vigorar, alterou o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto do Idoso, determinando regras para renegociação das dívidas. Ela orienta o consumidor a agendar junto ao Procon Assembleia, uma consulta, indicar os seus credores, o valor total de sua dívida e apontar uma sugestão para pagamento desse valor. “O consumidor tem que fazer agendamento para abertura de reclamação. Para os esclarecimentos, os contatos são os telefones 85.3277.3800 e 3277.3801”, recomenda.

Ela destaca ainda que a nova legislação também institui obrigações relativas às informações que devem ser prestadas ao consumidor no fornecimento de crédito e na venda a prazo, como o custo efetivo total da operação, taxa efetiva mensal de juros e demais encargos, montante das prestações, prazo de validade da oferta e dados do fornecedor, bem como a informação do direito à liquidação antecipada e não onerosa do débito.

“Outro ponto de atenção aos fornecedores de crédito são vedações trazidas na esfera da oferta: não podem ser realizadas ofertas indicando que a operação poderá ser concluída sem consulta a serviços de proteção ao crédito ou avaliação da situação financeira do consumidor, além da expressa vedação à indução do consumidor a renunciar ao direito de demandas judiciais”, assevera.

JS

 

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O Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, por meio do Núcleo de Saúde do Trabalhador e Programa de Saúde Coletiva, apresentou, nesta quinta-feira (28/07), aos servidores do Poder Legislativo, o protocolo de biossegurança para prevenção e controle da Covid-19 no retorno às atividades presenciais.

A atividade, realizada no Complexo de Comissões Técnicas da Casa, nesta manhã, foi comandada por responsáveis pela elaboração do documento. Durante a abertura, a diretora do Departamento de Gestão de Pessoas (DGP), Maria Elenice Ferreira Lima, reforçou que o cuidado é ainda mais necessário devido ao retorno  das atividades presenciais  para  aqueles que estavam em home office  e com a abertura da Casa ao público. ''Faremos a nossa retomada de forma responsável, obedecendo as diretrizes do Ministério da Saúde para que possamos trabalhar tranquilamente dentro de um ambiente seguro, com medidas de prevenção à covid-19. A pandemia não acabou, devemos tomar todas as precauções para evitar contaminações”, destacou.

 De acordo com a primeira-dama da Assembleia Legislativa, Cristine Leitão, os servidores da Casa devem retornar paulatinamente e de forma segura ao trabalho presencial em agosto sendo necessários os esforços de todos no cumprimento das recomendações. A idealizadora do Núcleo de Saúde do Trabalhador, setor responsável pela elaboração do protocolo, ressalta que o núcleo também vem trazendo ações preventivas, principalmente voltadas ao público interno. ''Além do protocolo para prevenção da Covid-19, o núcleo dispõe de serviços voltados ao bem-estar dos servidores. Muitas vezes, nós passamos mais tempo no trabalho do que em casa. Por isso, é importante conhecermos o nosso ambiente laboral, saber os riscos e como devemos tratá-los. Teremos o serviço de ergonomia, a prática de pilates terá uma melhor estrutura e a ginástica laboral se soma a essas atividades preventivas para corrigirmos problemas futuros que a questão postural possa trazer'', ressalta.

O diretor do Departamento de Saúde e Assistência Social da Assembleia Legislativa, Luís Edson Corrêa, destacou que a primeira-dama Cristiane  Leitão tem trazido grandes projetos para o DSAS em benefício dos servidores e da população . “A primeira-dama, tem um olhar sensível para com o outro e com sua expertise trouxe o Núcleo de Saúde do Trabalhador, uma iniciativa fundamental, que veio para somar, tendo  em vista  o contingente de servidores”.

 Protocolo

O médico Joaquim Garcia Filho ressaltou, na oportunidade, que para combater o coronavírus, existem três pontos fundamentais: o uso de máscara, o distanciamento social e o uso de álcool em gel.  Além disso, aponta como fundamental ''que os servidores atuem como multiplicadores para que possamos atingir um maior numero possível de pessoas informadas acerca das orientações do protocolo, a fim de evitar novos casos da covid e superar essa pandemia''.

 As recomendações incluem uso de máscara cobrindo boca e nariz, uso de álcool em gel, manutenção de distanciamento e respeito à sinalização dos locais onde há permissão para sentar-se, além da continuidade do ambiente de trabalho limpo e higienizado, evitando o compartilhamento de telefone, teclado e mesas.

Para que se tenha acesso aos anexos da Assembleia haverá a aferição de temperatura nas entradas. Caso seja maior ou igual a 37,5 graus, o acesso será negado e orientação será a de que a pessoa procure atendimento médico. As medidas para evitar o contágio da Covid-19 também incluem a limpeza periódica em locais utilizados com maior fluxo de pessoas, e comunicação visual com cartazes espalhados por todos os setores, para enfatizar as recomendações.

Saiba mais

O Núcleo de Saúde do Trabalhador, do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Casa foi instalado em solenidade realizada em 14 de julho no Salão Nobre Alceu Coutinho do Poder Legislativo, com uma exposição sobre o Núcleo para diretores de órgãos que compõem a Casa. O setor é formado por Luis Edson Sales (diretor do DSAS), Lídia Lourinho (coordenadora), Joaquim Sampaio Garcia Filho (médico), Norma Souza (enfermeira), Rosilene Aragão (ergonomista) e Débora Freire de Sousa (técnica de segurança). O evento foi a segunda edição de apresentação do protocolo aos servidores. A primeira aconteceu em 22 de julho.

 

JB

 

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