Fortaleza, Segunda-feira, 15 Agosto 2022
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Com uma missa e sorteio de brindes, a Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Assalce) comemorou, nesta terça-feira (14/05), o Dia das Mães, transcorrido no último domingo (12/05). A celebração religiosa, realizada no auditório Murilo Aguiar, foi conduzida pelo padre Moésio Pereira de Sousa e contou com a participação da presidente de honra do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC), Natália Herculano, da deputada estadual Fernanda Pessoa (PSDB), além dos deputados estaduais Evandro Leitão (PDT), Carlos Felipe (PCdoB), Heitor Férrer (SD) e da ex-prefeita de Fortaleza Maria Luíza Fontenele.

O presidente da Assalce, Luís Edson Corrêa, explica que a comemoração já faz parte do calendário da Associação, como também outras datas festivas. "Esse é o momento de a gente realmente comemorar e enaltecer o papel da mulher e mãe, como principal formadora do caráter dos nossos filhos e dos futuros cidadãos. Isso a gente tem de realmente reverenciar, porque não é fácil trabalhar e cuidar da família, às vezes tendo a terceira ou quarta jornada de trabalho no dia", entende o gestor da Assalce.

Para a primeira-dama da Assembleia Natália Herculano, a comemoração do Dia das Mães é um "momento perfeito". Conforme explica, é preciso valorizar as nossas mães. "Muitas dessas mulheres que trabalham na Assembleia são também as nossas mães, porque cuidam da Casa do Povo e de nós todos os dias. A mãe é o amor maior que a gente tem, a nossa melhor amiga, que nos perdoa sempre, que nos ouve e nos une", pontua.

A servidora Cione Maria de Paula considera o momento festivo como um reconhecimento a todas as mães que se dedicaram e se dedicam aos filhos e ao conjunto da sociedade. "É sempre bom lembrar o Dia das Mães. Mãe é a palavra mais sublime que pode existir sobre a terra. É perdoar sempre e amar acima de tudo, mas sempre corrigindo os filhos quando necessário", define.

Luana Ponte, coordenadora substituta da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), também presente à festa, reconhece que a Assalce sempre lembra o Dia das Mães com muito carinho. "Sempre há muito cuidado  e zelo da Associação ao homenagear as mães da Assembleia Legislativa e é muito importante para nós sentirmos esse amor e reconhecimento não só dos filhos, mas de toda a sociedade", frisa.           

Publicado em ASSALCE

A história da servidora da Assembleia Legislativa do Ceará, Regina Uchôa, é sinônimo de superação. Ela lidou com o preconceito, medo, angústia e um mundo de descobertas aos 14 de idade, quando teve uma gravidez precoce. Se atualmente o tema é encarado  com certa normalidade (a cada ano, mais de 500 mil meninas entre dez e 19 anos de idade têm filhos no Brasil, conforme  dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos), em 1976, esta situação era motivo de tabu na sociedade brasileira.

Foi difícil ter que revelar a notícia para a mãe. "Não foi algo planejado, mas apesar do puxão de orelha, contei com o suporte materno. Minha mãe acolheu meu namorado, que passou a morar conosco e me deu todo o apoio para lidar com a situação", recorda.

Na época cursando o ensino fundamental, Regina parou de estudar para não ser alvo de comentários no colégio. A adolescência foi trocada pela maternidade complicada. "Além dos  habituais enjoos, tive problemas de saúde. Devido a uma anemia profunda, fiquei  sem andar com sete meses de gestação, passei por uma internação para receber sangue, mas minha filha nasceu bem, por meio de um parto normal'', recorda.

Após o parto, vieram as dificuldades de lidar com a filha recém-nascida. Uma adolescente não está completamente preparada física e psicologicamente para uma gestação. Ela afirma que foi complicado cuidar de um filho porque ainda era uma menina. ''A cada vez que ela chorava eu também caía aos prantos porque não sabia identificar se era cólica ou fome'', relata.

Após nove meses do nascimento de Rejane, a segunda gravidez resultou no nascimento de Rogério. A cena não tardou a se repetir. Aos 17 anos, um novo membro da família, Robério. O companheiro Flávio trabalhava como pedreiro, mas a renda  de casa ficou pequena para a família que aumentou.

Dificuldades 

Regina  aprendeu a ser mãe na prática com a rotina dedicada aos três filhos. Tinha como espelho dona Alzira, que a criou sozinha, sem a presença  do pai, trabalhando como lavadeira. O instinto materno apontou a hora de buscar trabalho para garantir o sustento das crianças. Aos 20 anos, Regina arregaçou as mangas e começou a trabalhar como vendedora de flores, bem como em uma churrascaria, atuando ainda como faxineira, babá  e doméstica quando teve a notícia de que teria uma nova bebê, Cristiane.

Por não ter concluído os estudos, qualquer emprego era bem-vindo. Os filhos maiores cuidavam dos demais, com a ajuda da avó. "Foi importante porque eles adquiriram uma certa independência e  sabem fazer as atividades do lar. Minhas noras agradecem até hoje'', destaca.

Regina teve outros dois filhos, Júnior e Jonathan, e decidiu ligar as trompas porque a família não parava de crescer. Apesar de seis filhos e do orçamento apertado,ela driblava as dificuldades.Não tinha luxo, mas nunca faltaram o leite, o  alimento e o principal ingrediente: o Amor.

Oportunidade

De emprego em emprego, Regina começou a trabalhar na Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa (Assalce), como auxiliar de Serviços Gerais até chegar à Rádio FM Assembleia 96,7 onde trabalha atualmente. A Casa do Povo além do emprego, possibilitou a conclusão dos estudos, interrompidos na adolescência, por meio do projeto Superação, criado em 2007.

A iniciativa de escolarização no ensino médio na modalidade Educação de Jovens e Adultos beneficia os servidores da Assembleia e a comunidade interessada. Atualmente, a servidora não desperdiça oportunidades. Por meio  da Divisão de Treinamento, que contribui para a capacitação dos servidores, participou de um curso sobre informática básica.

Mãe de seis filhos, avó de nove netos e com uma bisneta, a servidora Regina não aproveitou a adolescência, mas mantém um espírito jovem. A matriarca da família Uchôa dá um conselho as futuras mamães: "Sejam por inteiras, com amor. A maternidade é uma dádiva'', defende.

JB/SC

 

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A realização de um sonho. É assim que a jornalista Tarciana Campos, da Rádio FM Assembleia 96,7, vê a sua gravidez, agora no terceiro mês da gestação. "Se tudo correr bem, a previsão do parto é para a primeira quinzena de novembro. A menina ou o menino que chegará terá o signo de Escorpião, assim como o pai, Napoleão Nepomuceno, professor de Computação, e a avó materna, a médica psiquiatra Magaly Mendes", afirma. A futura mãe revela que desde que começou a se perceber como mulher, ao passar pela menarca, que se planeja para a maternidade.

"Sempre desejei ser mãe, mas também nunca quis de qualquer jeito. Fui, assim como os meus dois irmãos, educada a me planejar para a vida. Estudar, me formar, começar a trabalhar, casar e ter filho foram etapas que eu previa para mim, e agora está se efetivando mais uma fase", afirma Tarciana, acentuando que o sonho também é compartilhado pelo marido.

Mas para chegar à gravidez houve também fatos inesperados, que estão no campo do imponderável. Antes da gravidez, descobriu que porta uma endometriose, condição em que o endométrio, mucosa que reveste a parede interna do útero, cresce em outras regiões do corpo. Tarciana descobriu o problema após suspender o uso de anticoncepcionais e não conseguir engravidar como o casal desejava.

Após exames médicos para detectar o que estava impedindo a gravidez, descobriu a endometriose, que, segundo ela, talvez tenha sido mascarada por uso contínuo do anticoncepcional por aproximadamente 10 anos. "Desde o início dos ciclos menstruais, ainda na puberdade, sentia muitas cólicas, que foram reduzindo com a prescrição médica de uso contínuo do anticonceptivo", afirma, avaliando que muitas mulheres podem estar com endometriose sem saber. O problema foi ultrapassado com um procedimento cirúrgico, que é recomendado para esses casos.

Experiência

Ao contrário de muitas mães que carregam o primeiro bebê no colo apenas após o seu próprio parto, Tarciana diz que já tem alguma experiência com recém nascido. Ela é a "tiazona" de dois sobrinhos, que acompanha de perto o crescimento, desde a tenra idade. "Alguma experiência eu já tenho com bebês, mas dizem que quando a criança é nossa, sempre é um sentimento diferente", acentua.

Como ainda está no começo da gestação, ela conta que os principais momentos de perceber a maternidade acontecem no exames médicos, nas ultrassonografias. "Nosso desejo é que venha bem, com saúde. Ainda não aflorou aquele desejo que percorrer lojas de enxoval para bebês", revela. Tarciana também deixa claro que mesmo tendo escolhido como escolha pessoal viver a maternidade, reconhece que nem todas mulheres fazem a opção de ter filhos, e essa decisão deve ser respeitada, sem que se faça pressão em direção contrária.

Ela avalia que praticamente todas as mulheres são pressionadas a namorar, casar e ter filho, sem que se pergunte se a pessoa quer realmente essas fases para sua vida. "Isso é muito chato. Todas as mulheres devem ser autônomas em suas escolhas, sem que haja interferência de outras pessoas", defende. Nisso ela conta que teve a sorte de ser filha de uma mãe que sempre a apoiou, Magaly Mendes. "Ela é o meu céu e o meu chão. Me proporcionou a liberdade para eu me definir como pessoa e como profissional, sem nunca deixar de apoiar a mim e aos meus irmãos", afirma.

A maior preocupação de Tarciana, no momento, além de os cuidados normais que a gravidez exige, são os seus estudos. Atualmente cursando o oitavo semestre de Direito na Universidade de Fortaleza (Unifor), ela ainda não sabe se conseguirá conciliar o início da maternidade com as exigências da vida acadêmica. "Isso ainda vamos ver como será, assim também o fim da licença maternidade e o retorno ao trabalho", acentua. Além das atenções com a vida profissional e universitária, a jornalista esclarece que também está procurando aprender um pouco mais sobre os procedimentos que um recém nascido exige.

JS/SC

 

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Quarta, 08 Maio 2019 12:59

Quando a maternidade é especial

O casamento é o primeiro passo para a  construção de uma família. Após  encontrar o par ideal para dividir as alegrias e tristezas, a servidora da Assembleia Legislativa do Ceará, Edna Maia, oficializou a união no ano de 1990. Com dois  meses de casada, foi agraciada  com a chegada do primeiro  filho, Bruno Régis, no dia 7 de fevereiro de 1991. A maternidade para ela representou a concretização de um sonho aos 26 anos de idade.

O segundo filho, Mateus veio dez anos depois, em 10 de outubro de 2000, fruto de um novo relacionamento. Mãe de segunda viagem, Edna já tinha experiência acumulada na vivência diária e cuidados com o primogênito, mas não  imaginou que Mateus exigiria um cuidado especial. ''A segunda  gravidez, apesar dos enjôos, foi tranquila e dentro da normalidade. Continuei  minha rotina de  trabalho até dois dias antes de dar à luz'', recorda.  

Filho especial

Com um ano de idade, Mateus foi diagnosticado com o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que atinge dez milhões de brasileiros. Apesar do impacto inicial com a informação, Edna não  se lamentou e  buscou a  ajuda de especialistas para saber lidar com a doença. ''Percebi  que  algo não estava certo porque Mateus  demorou a andar e a falar .Tive que consultar vários neuropediatras para saber  o motivo'', explica.

Aos oito anos de idade, o mundo de Edna ganhou  uma coloração azul, símbolo do autismo. Depois do novo diagnóstico, de Transtorno do Espectro Autista (TEA), o tratamento com especialistas como psicopedagogo e  fonoaudiólogo foi fundamental para tratar o distúrbio que  afeta a comunicação, capacidade de aprendizado e adaptação da criança. "No início, Mateus estudou em um colégio voltado para a inclusão e atualmente está em um colégio específico para crianças especiais. Lá  ele se sente em casa, faz  teatro, se sente feliz e tem autoestima'', destaca.

Mateus é responsável, carinhoso, inteligente, tem 18 anos e faz estágio. Sua mãe lida bem com o TEA. ''Os autistas  gostam de ficar em casa, mas eu o levo para viagens e passeios. O diagnóstico dele nunca foi um empecilho para que eu fizesse programas de mãe e filho'', frisa.

Além de Bruno e Matheus, Edna tem outros dois filhos do coração: Roberto, seu enteado de 23 anos, e Érica, de 38 anos, que foi morar com ela ainda pequena. Edna é uma mãe especial e se mostra uma demonstração concreta de que o amor supera todas as adversidades da vida.

JB/SC

 

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Terça, 07 Maio 2019 13:09

Gravidez na maturidade é possível

Carreira profissional, independência e estabilidade financeira são prioridades  da mulher do século XXI. A luta para garantir um bom espaço no mercado de trabalho e sucesso na carreira acabam adiando o sonho da maternidade. Esse é o caso da servidora Odete Marçal, chefe do setor de Enfermagem do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará.

Apesar de ser uma mulher moderna, a gravidez foi um desejo adiado para permitir a conclusão da faculdade de Enfermagem, de um curso de Especialização e, consequentemente, da chegada da maturidade. A primogênita Vitória, de 23 anos, chegou ao mundo por meio de um parto cesariano quando Odete tinha 31 anos. O fruto do primeiro casamento tão planejado mudou um pouco a rotina cuja prioridade era o lado profissional.

Como toda mulher que vive a experiência da maternidade de primeira viagem, ela contou com o auxílio da mãe para os cuidados essenciais com a recém-nascida. "Comecei a trabalhar na Assembleia aos 18 anos. Decidi ter uma filha quando estava realmente pronta tanto no aspecto financeiro como emocional para que pudesse ter uma gravidez tranquila'', revela.

Odete não é uma exceção. De 1998 a 2017, o número de mulheres que deram à luz na faixa etária dos 30 aos 34 anos cresceu 37%, enquanto houve redução de 15% entre as que tiveram filhos entre 20 e 29 anos de idade. Os dados são do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos do Ministério da Saúde, conforme o jornal "Folha de S. Paulo".

Gravidez na  maturidade

Odete Marçal afirma que, mesmo sempre buscando planejar a vida, foi pega de surpresa aos 41 anos de idade, com uma gravidez na maturidade, fruto de um relacionamento  recente na época. Por ser uma profissional da área da Saúde, sabia que a gravidez tardia era de alto risco. Além da questão da fertilidade, as chances de acontecer problemas na gestação aumentam, envolvendo possibilidades como as de se contrair hipertensão, risco de aborto, alterações genéticas e pré-eclâmpsia.

A servidora não se deixou abater e multiplicou os cuidados. "Tive medo, pois engordei 20 kg e minha obstetra tinha receio que eu tivesse uma gravidez gestacional, mas engravidar na maturidade foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido", recorda.

Ao tomar as devidas precauções, Odete teve a oportunidade de conciliar a gravidez com o lado profissional. O período de licença-maternidade de seis meses possibilitou a ela se dedicar inteiramente ao segundo filho.

''Na primeira gravidez, contei com a ajuda dos familiares. Na segunda, tive a oportunidade de ser mãe 24 horas por dia durante um período de seis meses, assumindo por inteiro os cuidados do Victor. Hoje ele tem 13 anos é um menino saudável e estudioso'', destaca.

Odete Marçal afirma que a gravidez na maturidade favoreceu o seu desenvolvimento emocional e representou uma experiência especial e transformadora. Ela reconhece que ter um filho depois dos 40 anos exige que a mãe esteja preparada para assumir as consequências. Victor contrariou a Medicina, por ter nascido sem autismo, esquizofrenia ou Síndrome de Down, comuns de uma gestação em idade avançada.

Conciliar os cuidados com a casa, os filhos, a vida profissional e cuidar da própria saúde e da aparência são algumas das muitas tarefas que a mulher moderna acumula no seu dia a dia. Odete tira tudo isso de letra com um sorriso no rosto.

JB/SC

 

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