Fortaleza, Segunda-feira, 16 Maio 2022
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Uma das mais graves sequelas apresentadas nos pacientes pós internação hospitalar, em recuperação das sequelas da Covid-19, é a redução da capacidade respiratória. A informação é do fisioterapeuta Márcio Adriano, orientador da Célula de Fisioterapia do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, Márcio Adriano. Segundo ele, a especialidade vem trabalhando com recuperação pós-Covid e particularidades neurológicas subsequentes.

O tema é abordado no vídeo com dicas de saúde desta semana, produzido pelo Núcleo de Comunicação Interna da AL e DSAS, com o apoio da TV Assembleia.

De acordo com Márcio Adriano, a Fisioterapia é uma especialidade que também atua na prevenção e recuperação de doenças associadas ao sistema nervoso. Quando se trata de um acometimento temporário, a recuperação é trabalhada com diversos tipos de exercício para reativar aquela rede nervosa para que, aos poucos, ela volte a recuperar aquela função.

No caso do Coronavírus, o fisioterapeuta aponta que, além da reabilitação nas funções respiratória e motora, já existem estudos que abordam como o vírus pode ter ação no sistema nervoso. "É importante salientar que uma das sequelas mais apresentadas depois da alta hospitalar é a dificuldade respiratória. Hoje a Fisioterapia tem uma gama de exercícios e por isso é importante que todos os pacientes tenham acesso a esses exercícios. Caso ele não possa comparecer a uma clínica por condição financeira ou pelo estado físico em que se encontra, pode acessar através da Internet indicações de exercícios", avisa.

De acordo com Márcio Adriano, há uma série de gravações em plataformas como o YouTube com excelentes profissionais dando dicas de exercícios que podem contribuir muito com a recuperação dos pacientes. "Além da questão cardiorrespiratória, podemos também abordar a questão motora. A maioria dos pacientes, devido ao período extenso de internação, vem com a queixa de fraqueza muscular e atrofia. Isso também tem de ser trabalhado", considera.

O papel do diálogo

Para além de exercícios, o fisioterapeuta também atua no diálogo com família e paciente. Muitas vezes, depois da alta, o paciente ainda tem dificuldades de locomoção, por exemplo, e precisa de orientações. Ele aborda as necessidades do paciente ao voltar para casa, como a necessidade de criar um ambiente adaptado, ou se é preciso um profissional atuando junto em casa.

Aqueles que precisam tratar das sequelas da doença, mas não têm condições financeiras (ainda mais depois da crise ampliada pela pandemia), podem requisitar o tratamento gratuito nas redes sociais no Instagram como Facebook. É feita uma avaliação para entender o quadro e as necessidades do paciente. De acordo com a divisão de graus de complexidade, o profissional consegue estabelecer o número de sessões necessário. As orientações do fisioterapeuta Márcio Adriano podem ser acompanhadas no vídeo abaixo.

JS, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

Núcleo de Comunicação Interna da AL

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WhatsApp: 85.99147.6829

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

 

 

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Publicado em Categoria Matriz

As sequelas do Coronavírus podem afetar a qualidade de vida e até ameaçá-la. Estas são conclusões a que chegaram estudos sobre os que estão conseguindo se recuperar da enfermidade. No Brasil, dados apontam que aproximadamente 11 milhões de pessoas são consideradas curadas da Covid-19 no Brasil até o início deste mês. Mas as preocupações também se voltam para uma possível epidemia mais silenciosa. No caso, trata-se da síndrome pós-Covid. Em estudos, até 80% dos recuperados sentem ao menos um sintoma até quatro meses depois da fase aguda da infecção.

De acordo com o coordenador da Célula de Fisioterapia do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, fisioterapeuta Márcio Adriano Alves, o tratamento fisioterápico assume importância para a plena recuperação. Ele explica que após a alta no hospital muitos pacientes apresentam sequelas respiratórias e motoras. “A fisioterapia no enfrentamento à Covid-19 pode evitar o agravamento de complicações cardiorrespiratórias, ajudando a recuperar a capacidade pulmonar e motora do paciente, ainda durante a internação hospitalar”, aponta.

Para o coordenador, os pós-hospitalizados podem recorrer à fisioterapia para fortalecer a musculatura que foi debilitada pela doença e também realizar exercícios específicos para respiração. “Poderão ser realizados exercícios aeróbicos, começando com exercícios livres assistidos e gradualmente aumentando para exercícios com um pouco mais de carga e intensidade”, orienta.

Segundo Márcio Adriano Alves é também importante a orientação para a plena recuperação. "Um paciente bem orientado terá autonomia para realizar individualmente os exercícios durante o dia", pontua. Ele destaca também a importância da prevenção. Segundo ele, mesmo recuperados, todos devem continuar usando máscaras e mantendo o isolamento social, seguindo as orientações de higienização das mãos. "Como é uma doença que ainda tem muito o que se descobrir sobre ela, e diante do surgimento de muitas variantes, ninguém sabe ainda sobre os riscos de um novo contágio e a gravidade das recidivas", frisa.

Como diferenciar os casos

Casos graves da doença, que exigiram internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) tendem a abalar mais o organismo no longo prazo. Mas a verdade é que os episódios leves também podem deixar marcas prolongadas. Ainda não se sabe, contudo, se estamos diante de uma versão crônica da Covid-19 ou de sequelas de uma doença que já passou. De maneira geral, as principais manifestações do pós-covid relatados até agora são: fadiga, falta de ar, dores de cabeça, dores musculares, queda de cabelo, perda de paladar e olfato (temporária ou duradoura), dor no peito, tontura, tromboses, palpitações, depressão, ansiedade, dificuldades de linguagem, raciocínio e memória.

Para se livrar do Coronavírus, o sistema imunológico desencadeia um processo inflamatório, que se torna exacerbado demais em uma parcela de pessoas. São as vítimas da chamada tempestade inflamatória, fenômeno que envolve a liberação de substâncias, como citocinas, com potencial para lesionar órgãos e tecidos.

Nos pulmões, onde a batalha contra o Coronavírus é mais intensa, restam fibroses que atrapalham a respiração. Alguns pacientes não conseguem realizar tarefas simples, como escovar os dentes ou tomar um copo de água. A fadiga e a dificuldade de fazer movimentos simples são alguns dos problemas mais comuns apontados nos estudos.

O papel do DSAS

Após deixar o hospital, o paciente pode continuar a fazer a fisioterapia de forma presencial ou remota, como observa o coordenador da Célula de Fisioterapia do DSAS. "Esse acompanhamento pode ser através do sistema de telemedicina, que está sendo implantado no Departamento, já com algumas especialidades em funcionamento", aponta o gestor. Segundo ele, em breve este equipamento também estará à disposição do setor de Fisioterapia. "Assim, podemos intensificar o tratamento fisioterápico logo que o paciente deixe o hospital. Os primeiros sete dias após a alta são decisivos para o desfecho da recuperação", destaca.

O diteror do DSAS, Luis Edson Correa, afirma que o Departamento está à disposição para prestar orientações, de forma online, aos servidores e servidoras da Casa que necessitem de informações acerca do Covid-19.

“Muitos estudos indicam que mais de 40% dos pacientes podem precisar de cuidados em virtude de sequelas do Covid”, aponta Luis Edson. De acordo com ele, como os integrantes do DSAS conhece esta situação, a equipe multiprofissional está trabalhando para acolher de forma online o servidor, por meio das 11 células do Departamento (Medicina, Nutrição, Psicologia, Acupuntura, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Odontologia, Enfermagem, Serviço Social, Terapia Ocupacional e Análises Clínicas). “A proposta é oferecer um atendimento de saúde eficiente e de qualidade”, assevera.

JS, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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Os fisioterapeutas que atuam na linha de frente do combate à pandemia do Coronavírus trabalham para diminuir o desconforto e o agravamento do quadro clínico de pessoas internadas com Covid-19. Sua atuação contribui para evitar complicações cardiorrespiratórias em indivíduos internados e também para recuperar a capacidade pulmonar e motora de quem já se curou da doença.

O orientador da Célula de Fisioterapia do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, Márcio Adriano, destaca que a fisioterapia é uma das mais importantes especialidades que atuam na linha de frente das diversas etapas da doença causada pelo Coronavírus. “E essa responsabilidade nos traz aqui para pedir a população o máximo de cuidado para evitar a transmissibilidade desse vírus”, afirma.

A orientação sobre o papel da fisioterapia no combate à Covid-19 é tema do vídeo disponível nesta semana, que pode ser conferido abaixo deste texto, produzido em conjunto pelo Núcleo de Comunicação Interna da AL e DSAS, com o apoio da TV Assembleia.

Ainda de acordo com Márcio Adriano, os profissionais da área continuam sempre em alerta na luta contra a doença, usando máscaras, com as mãos devidamente higienizadas, evitando aglomerações, comportamento que deve ser o de toda a população. “O sistema de saúde está no ponto ápice de seu esgotamento por isso. Também devemos redobrar os cuidados em casa para evitar os acidentes domésticos principalmente com os idosos que integram o grupo de risco da Covid-19”, aponta.

Atenção para sequelas

O trabalho da fisioterapia não se encerra com a alta hospitalar. Em sua grande maioria, os pacientes saem com alguma sequela ocasionada pela doença ou pelo tempo de internação e inatividade e passarão a adotar cuidados em seu domicílio ou nas clínicas de reabilitação. Perda de massa muscular, prejuízos psicomotores, diminuição da capacidade respiratória de expansão pulmonar, hipersecreção brônquica e alteração da relação ventilação perfusão são sequelas comuns que os fisioterapeutas necessitam atuar para recondicionar o paciente e devolvê-lo a suas atividades de vida diária.

Entre as complicações mais comuns identificadas por pacientes com Covid-19 está a disfunção respiratória, que pode se apresentar de forma leve, moderada ou grave, tendo a fisioterapia um papel fundamental para a melhoria dos pacientes.

Em casos de internações por Covid-19, a atuação da fisioterapia é capaz de acelerar o processo de recuperação do paciente, que tem sido de vital importância para a diminuição do tempo de internações e cura. Ela atua com ações enérgicas diretamente com o doente no leito hospitalar, tanto nas unidades de internações como na UTI com os fisioterapeutas intensivistas que atuam desde o manuseio dos equipamentos com os respiradores, na oxigenoterapia e na aspiração dos pacientes hipersecretivos, bem como com a aplicação de técnicas fisioterapêuticas especificas para cada caso.

O desafio da fisioterapia no combate ao Coronavírus (SARS-COV-2) vai muito além de uma mão amiga para alguém que encontra-se sofrendo em um leito hospitalar e tem caráter também preventivo, trazendo orientações para a população sobre as recomendações sanitárias e medidas que devem ser adotadas no cotidiano a fim de evitar o contágio pela doença.

Confira abaixo o vídeo com o orientador da Célula de Fisioterapia do DSAS, Márcio Adriano.

JB, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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