Fortaleza, Sábado, 25 Junho 2022
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O documentário "Consigo - A Escolha de Marcos Natureza", produzido pelo Núcleo de Documentários da TV Assembleia, será apresentado durante o festival Cinema em Locais Inusitados e Temporários (CLIT), realizado entre os dias 13 e 22 de maio, na cidade de Setúbal, em Portugal.

O festival é organizado pela Associação Cultural Festival Internacional de Cinema de Troia (Festroia), com o objetivo divulgar obras que ainda não são conhecidas em Portugal e com o intuito de promover a diversidade cultural. Segundo o diretor do evento, Luís Humberto Teixeira, é um festival de cinema e cidadania que se desenvolve em qualquer espaço, exceto salas de cinema, e desafia o público a quebrar os hábitos de ver filmes em cinemas ou em casa.

Os expectadores verão no documentário a história de Marcos Natureza, aposentado do Banco do Estado do Ceará. "Temos histórias surpreendentes e emocionantes de pessoas que optaram pela reclusão e me sensibilizaram. Talvez a vida dessas pessoas emocione o público também”, diz o videomaker Marcelo Alves, um dos idealizadores do documentário ao lado da coordenadora do Núcleo de Documentários da TV, Angela Gurgel.

O filme já foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema para Uma Cultura de Paz (Ficcpaz), no México. Também foi semifinalista no Festival Internacional de Cinema de Banglore, na Índia.

A edição da produção é de Vinicius Augusto Bozzo, com artes de Daniel Cardoso, imagens de Marcelo Alves e Salomão Costa. O filme conta ainda com a música "Relógio do Mundo", do compositor cearense Cristiano Pinho.

Da Agência de Notícias da Alece

 

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O Comitê de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa do Ceará participa, nesta quinta-feira (31/03), a partir das 17 horas, do 1º Festival Mulheridades, no Café Couture, na Praia de Iracema. O evento gratuito é realizado pelo Gabinete da Vice-Prefeitura de Fortaleza e terá periodicidade trimestral.

O Festival Mulheridades terá roda de conversa sobre igualdade de gênero, Feira Criativa, apresentações artísticas e serviços com foco na sustentabilidade, saúde e bem-estar.

Parceiro do evento, o Comitê de Responsabilidade Social da Alece levará ações por meio das Células de Articulação e Fomento à Cidadania e de Sustentabilidade e Gestão Ambiental, assim como do Núcleo de Saúde Mental e da Célula de Fisioterapia da Casa.

O estande da Alece no Festival abordará a prevenção ao suicídio por meio do livro-oficina “Despertar”, oferecerá serviços de cuidado e bem-estar, além de atividades recreativas para crianças com o tema consciência ambiental.

Programação do Festival

Com o tema "Lugar de fala, subjetividades e respeito”, a roda de conversa do Festival acontece a partir de 18 horas com a participação de diversas mulheres que partilharão suas experiências e perspectivas.

São convidadas do Festival Labelle Rainbow, atual Coordenadora Executiva da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da SDHDS da Prefeitura de Fortaleza; Rosa Pitaguary, liderança índigena, Coordenadora do Instituto Museu Índigena Pitaguary (IMIPY); Zelma Madeira, Assessora Especial de Acolhimento aos Movimentos Sociais do Estado do Ceará (Asemov); Katiana Pena, diretora, coreógrafa e fundadora Instituto Katiana Pena; Izabel Accioly, pesquisadora do Núcleo de Estudos em Raça e Interseccionalidades - UFC/UniLab e Iracema Lima, mulher mastectomizada, voluntária do Grupo de Educação e Estudos Oncológicos (Geeon).

A Feira Criativa reunirá iniciativas empreendedoras de mulheres, como a Feira Negra, Costurando Futuros, Rede de Mulheres Sustentável (Remes), Favela Afro, Mães da Resistência, Terra Artesã e Ateliê Crua, que venderão produtos como roupas, acessórios, objetos de decoração e artesanato.

A Feira promove assim o fortalecimento da economia criativa e inclusão produtiva das mulheres. As apresentações artísticas do Festival Mulheridades incluem a Festa Crioula, o Bando Somos Todas Marias com a performance "Quebrando o silêncio do medo" e roda de samba com a cantora Yara Canta e o Grupo Mais Melanina.

Serviço: 1º Festival Mulheridades. Nesta quinta-feira (31/03), às 17 horas. Local: Café Couture - Rua dos Tabajaras, 554.

Da Assessoria de Imprensa do Comitê de Responsabilidade Social da Alece

 

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Publicado em Categoria Matriz

O Festival Varilux de Cinema Francês, em sua edição deste ano, que se inicia nesta quinta-feira (25/11), volta ao formato presencial. Depois de ter sido um dos setores mais afetados pela pandemia da Covid-19, o cinema retorna às salas de projeção, em todo o Brasil. Em Fortaleza, a programação constará de 18 filmes que serão exibidos nos espaços do Shopping Rio Mar, de hoje até 8 de dezembro, e no Cinema do Dragão do Mar, de 9 a 22 de dezembro.

Desde o seu nascimento, o cinema é um espaço fundamental para preservar a vida social, seja num bairro ou numa cidade. É uma experiência única a vivência proporcionada pela comunidade efêmera que se forma à nossa volta na sala escura de um cinema, onde compartilhamos uma mesma emoção.  É  que afirma a curadoria do festival, acentuando que a França defende suas 5.500 salas de cinema, que recebem ajuda financeira dos municípios e do Governo Federal francês, em um esforço para fazer com que nenhuma delas feche suas portas.

Recentemente a comunidade cinematográfica francesa se opôs à realização nos cinemas de um festival organizado pela Netflix – considerado como o “melhor” inimigo do sistema de apoio ao cinema francês e das salas de exibição. Há quem compare essa resistência àquela da pequena aldeia gaulesa do personagem gálico Asterix. Talvez para alguns seja uma causa perdida, mas acreditamos que assistir a filmes no cinema continua a ser uma das “coisas da vida” que valem a pena ser defendidas.

O público cearense poderá reencontrar os maiores atores do cinema francês, como Catherine Deneuve,  incrivelmente comovente ao lado de Benoit Magimel em "Enquanto vivo";  Gérard Depardieu, Sophie Marceau, Pierre Niney, François Cluzet, Mathieu Amalric e André Dussolier, entre outros.

Programação no Cine Rio Mar Fortaleza

Está tudo bem -  dia 25 de novembro às 21 horas, e dia 6 de dezembro às 19 horas.

Adeus Idiotas - dia 27 de novembro às 21 horas e dia 1º de dezembro.

Enquanto vivo - dias 28 e 30 de novembro às 20h55min.

Paris, 13º Distrito - dia 29 de novembro às 21 horas.

Ilusões Perdidas - dia 3 de dezembro às 20h15min.

O Magnífico - dia 7 de dezembro às 19 horas.

JS, com informações do site do Festival Varilux de Cinema Francês e jornal O Povo

 

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Publicado em Agenda Cultural

A noite deste sábado (01/08) foi de comemoração para artistas cearenses, que participaram do II Festival de Música da Assembleia Legislativa, encerrado com a vitória de “No Céu do Jardim”, composição de Orlângelo Leal, e interpretada por ele e por Ariadna Sampaio. Os dois compartilharam o prêmio de R$ 25 mil, concedido à primeira colocação. O evento foi realizado, sem público presente por causa da pandemia, no auditório Deputado João Frederico Ferreira Gomes do Anexo II da AL, e transmitido ao vivo pela TV e FM Assembleia.

O segundo lugar, com a canção “Amor, Ordem e Progresso”, de Kalíope, recebeu R$ 15 mil, enquanto a cantora e compositora Claudine Albuquerque conquistou a terceira posição com Na Contramão, arrematando o prêmio de R$ 7 mil.

Kalíope levou ainda o prêmio de R$ 5 mil pela coroação como melhor intérprete do festival, enquanto Aparecida Silvino ganhou na categoria júri popular com a canção “Pode Bater Tambor”, composição dela em parceria com Gilvandro Filho, e que conquistou 18,6% dos quase 16 mil votos do público.

Naturais de Itapipoca, Orlângelo Leal e Ariadna Sampaio foram os grandes vencedores da noite. Ele, com uma carreira já consolidada; ela, estreando nos grandes festivais. Para Ariadna, a experiência foi única e especial. “É uma vivência ímpar estar no mesmo palco que tantos grandes nomes, e contemplar toda a diversidade cultural existente em um só lugar”, observa.

Orlângelo, mais experiente, parabenizou a produção do evento realizada pela equipe da Assembleia Legislativa, reconhecendo as dificuldades provocadas pela pandemia. “É um momento atípico e todos estamos tentando nos adaptar”, disse.

Um dos grandes destaques da noite foi o segundo colocado e melhor intérprete, Kalíope. A canção, “Amor, Ordem e Progresso”, assim como sua interpretação e espontaneidade, arrancaram elogios dos apresentadores do evento, os cantores Roberta Fiúza e Levi Castelo Branco.

Com mais de 10 anos de atuação, afirmou que o prêmio o deixa cheio de esperança. "Quero construir história com essa cidade e com a juventude dessa cidade", comentou agradecendo a acolhida e ressaltando a admiração por todos os artistas.

A terceira colocada, Claudine Albuquerque, também impressionou com seu rock “Na Contramão”. A cantora, já conhecida nas noites fortalezenses, lembra que o que vale nesse tipo de experiência é a jornada.“Estamos aqui para conhecer os artistas e para que as pessoas nos conheçam. Trocar histórias e fazer novas histórias acontecerem”. Para ela, esse reconhecimento reforça o sentido de resistência da arte e incentiva a continuar lutando.

Já Aparecida Silvino, grande vencedora da primeira edição do evento, realizada em 2012, com a música “Janela Aberta”, retorna ao palco do Festival de Música da AL com sua nova “Pode Bater o Tambor”. Ela agradeceu a escolha do público, e frisou que a missão da música é chegar ao coração das pessoas.  "Pode Bater o Tambor", composição dela e Gilvandro Filho, cumpriu isso, segundo a artista.

As doze finalistas do festival estarão reunidas em um disco que será lançado em breve, como registro do evento.

Da Agência de Notícias

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O II Festival de Música da Assembleia Legislativa do Ceará recebeu 364 inscrições, atestando o sucesso da iniciativa que  abre espaço para artistas cearenses ou residentes do Estado e um esforço da Casa pela valorização da cultura. As inscrições se encerraram na quinta-feira (20/02) e a lista de 24 músicas selecionadas será divulgada no próximo dia 4 de março.

O presidente da AL, deputado José Sarto (PDT), comemorou o número de canções inscritas no Festival realizado pela Casa. Para o parlamentar, o elevado número expressa o potencial da iniciativa para revelar talentos e sinaliza a contribuição para a cena cultural do nosso Estado. “O festival vai estimular o artista cearense ou radicado no Ceará a produzir e apresentar suas canções. O nosso Estado é conhecido no País por ser um celeiro de talentos. Tenho certeza que o festival vai abrir muitas portas, que vamos descobrir grandes nomes que vão fazer muito sucesso", afirma José Sarto.

Para o coordenador de Comunicação Social  da AL, jornalista Daniel Aderaldo, que integra comissão organizadora, o  resultado confirma a efervescência da cultura cearense e a demanda por novos espaços de fruição artística. "Esse festival proporciona visibilidade a músicos e compositores e anima o cenário local. Os artistas anseiam que o trabalho chegue ao público e a população precisa e deseja ter acesso a arte. Será um grande evento", garante Daniel Aderaldo.

O gerente geral da TV Assembleia (canal 31.1), Renato Borges, que coordena a realização do festival, informa que o próximo passo será a escolha das 24 canções que passarão pelas demais etapas classificatórias.  Ele adianta que as músicas serão julgadas por uma equipe de cinco especialistas, composta pelo gerente executivo do Porto Dragão, Ivan Ferraro; o maestro Poty Fontenele; o produtor musical Marcílio Mendonça; o jornalista Nelson Augusto; e o cantor e compositor Humberto Pinho.

“São profissionais qualificados, de diversas setores da área musical, com o intuito de dar lisura e qualidade ao produto proposto pelos artistas”, observa. Segundo ele, nesta edição, há uma grande preocupação em garantir a amplitude na qualidade do material escolhido, no sentido de oferecer  boa música aos espectadores.

Renato Borges acrescenta que o II Festival de Música da AL terá duração de três dias para apresentação das canções selecionadas. As eliminatórias acontecerão nos dias 26 e 27 de março, nos quais doze canções serão apresentadas por dia. Destas, seis selecionadas a cada dia. Já o último dia do evento, 28 de março, reunirá as 12 canções classificadas.

O cantor e compositor Amaro Pena, conhecido como Peninha, responsável pela produção musical do festival, comenta o trabalho envolvendo as 24 músicas que seguirão classificadas.

Após a escolha das canções pela curadoria, conforme explica, haverá o trabalhos de criação dos arranjos e os ensaios com a banda de apoio. Conforme Peninha, a equipe de produção ainda está em processo de escolha dos arranjadores e dos músicos da banda de apoio. A composição dos arranjos, no entanto, também contará com a participação dos seus criadores.

“A banda base será apenas apoio. Caso o compositor tenha um músico específico poderá contar com ele. Então a banda vai variar de acordo com o compositor”, acrescenta.

O II Festival de Música da AL premiará compositores que conquistarem os três primeiros lugares com R$ 25 mil, R$ 15 mil e R$ 7 mil, respectivamente. O melhor intérprete do evento também receberá premiação, de R$ 5 mil. Além dos prêmios, as 12 canções finalistas podem ser registradas em CD e DVD.

A primeira edição do Festival de Música da AL ocorreu em 2012, teve selecionou 36 canções nas eliminatórias e 12 para a final. A composição “Janela Aberta”, de Aparecida Silvino e Gilvandro Filho, foi a campeã do I Festival de Música da AL.

Outras informações sobre o festival podem ser acessadas no endereço http://www.alecefestivaldemusica.online/.

(Da Agência de Notícias da AL)

 

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