Fortaleza, Segunda-feira, 16 Maio 2022
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O I Encontro Estadual de Mulheres na Política, foi aberto na manhã desta segunda-feira (29/11), na Assembleia Legislativa do Ceará.  A procuradora especial da Mulher, deputada Augusta Brito (PCdoB), disse que o principal objetivo do evento é reunir representantes políticas do País para a troca de experiências e discutir a questão da violência política contra as mulheres. O encontro é uma promoção da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará e acontece durante todo o dia de hoje no auditório do Anexo II da Casa.

Segundo a parlamentar, em agosto foi sancionada pelo Governo Federal lei que estabelece normas para a prevenção, repressão e combate à violência política contra a mulher. “Nós precisamos discutir e aprofundar realmente o que é essa violência política contra a mulher e como ela se apresenta. Sabendo como é, nós podemos nos utilizar dessa lei para fortalecer o nosso movimento e ocupar os espaços de poder devidamente, como deve ocorrer”, apontou.
Durante o dia serão realizadas cinco mesas de debate. Na primeira mesa, que teve como tema “Violência Política Contra a Mulher”, participaram a ex-deputada federal e jornalista Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) e a deputada estadual Isa Penna (Psol-SP).

Manuela D'Ávila salientou que quando uma representante pública sofre um episódio de violência política, representado pela tentativa de se deslegitimar o seu papel político por conta do seu gênero, muitas mulheres se sentem desencorajadas a ocupar esses espaços.

“Os episódios fazem a gente pensar que é algo contra uma de nós, só que eles atacam uma de nós criando um sistema de generalização, fazendo com que todas as outras se intimidem de serem expostas àquela violência. As mulheres comuns pensam, como eu vou entrar na política, se a Manuela tá ouvindo isso?”, refletiu Manuela D'Ávila.

Ainda de acordo com ela, trata-se de um mecanismo adotado que visa inibir a participação feminina no geral e fazer com que as mulheres não levantem a voz contra o sistema e uma sociedade que exclui as mulheres, não só da política. “O problema não é a gente não está na política. O problema é o que significa para o País nós não estarmos na política, porque quando nós estamos, nós levantamos a voz contra um País que faz com que mais de 50% das mulheres mães de crianças de até três anos não trabalhem, porque o Estado não assume a assistência dessas crianças”, assinalou.

Assédio

Em sua participação, a deputada estadual Isa Penna comentou sobre o episódio de assédio sofrido por um colega parlamentar no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), em dezembro de 2020.

Ela relatou que naquele dia foi assediada por diversos parlamentares, em razão de um vídeo seu que estava circulando nos celulares de várias pessoas.
“Naquele momento eu tive que fazer uma escolha muito séria, uma escolha de sobrevivência, que ia me doer muito, que era ir para a guerra, andar para a frente, mesmo estando muito machucada com o que estava ao redor”, pontuou a deputada estadual.

Isa Penna ressaltou que mesmo com todos os percalços que teve que lidar após um ano do ocorrido, todo o esforço de lutar contra o que aconteceu valeu o esforço. “Valeu a pena tudo isso porque, depois, a quantidade de mulheres que olhou para o meu caso, para a guerra que eu optei fazer, e decidiram se aliar a essa luta foi muito impactante”, reforçou.

Participação da mulher no interior

A segunda mesa realizada teve como tema “Participação da Mulher na Política no Interior do Ceará: Desafios e Perspectivas”, tendo a mediação da deputada Érika Amorim (PSD) e contando com a participação da deputada Aderlânia Noronha (SD); da prefeita de Quiterianópolis, Priscilla Barreto (PDT); e da vereadora de Milagres, Michelyane Alves (PTB).

Para Érika Amorim, o Encontro estimula a participação feminina e fomenta o debate sobre a compreensão dos desafios de aumentar a representatividade das mulheres nos espaços de poder. “Muitas mulheres têm vontade, mas muitas vezes não se sentem acolhidas, empoderadas e estimuladas pelos partidos para estabelecerem de fato um mandato. Muitas conseguem, mas ainda temos pouquíssimas presidentes de partido, por exemplo”, registrou.

Na avaliação da deputada Aderlânia Noronha, os desafios de ser um gestor  ou representante público em cidades pequenas, de poucos recursos, são enormes, ainda mais para as mulheres. “Eu conheço o desafio que cada vereador teve que passar para ser candidato, depois para passar por uma campanha até a eleição. Não é um caminho fácil, não só durante a campanha, mas durante todo o percurso de mandato”, reconheceu.

A parlamentar também lamentou que sejam poucas as vereadoras nas Câmaras Municipais do Estado. “O número de vereadoras é muito pequeno, já que temos cidades com apenas uma representante feminina. E acredito que com a participação da mulher na política nós podemos mudar muita coisa, pela sensibilidade de entender as necessidades desse segmento”, reforçou.

Priscilla Barreto destacou ter sido a primeira prefeita mulher do município de Quiterianópolis, lamentando que toda mulher já inicia a sua trajetória política, seja em uma cidade maior ou menor, sendo vista com desconfiança.

“É necessário trabalhar dobrado para mostrar que além de eleitas nós somos competentes, precisando demonstrar isso ao longo de todo o processo, em que precisamos mostrar que somos a liderança e que é o nosso trabalho que legitima essa liderança, por meio das nossas ações”, enfatizou Priscilla Barreto.

Já Michelyane Alves considerou o momento como valioso para a troca de ideias, compartilhamento de experiências e fortalecimento do movimento político feminino no Estado.

Participaram ainda do Encontro durante esta manhã a coordenadora do Núcleo de Mediação e Gestão de Conflitos da Assembleia Legislativa, Juliana Holanda; a presidente da Câmara Municipal de Fortim, Kath Anne Meira (PL); a coordenadora da Procuradoria Especial da Mulher da Alece, Raquel Andrade; a presidente de honra do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense, Meire Costa; a secretária de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos do Governo do Estado, Socorro França; a secretária-executiva de Políticas para as Mulheres do Ceará, Denise Aguiar; o presidente da União dos Vereadores do Ceará (UVC), Toim Braga Abençoado; dentre outras autoridades.

Programação

Ao longo do dia acontecem ainda mais três mesas de debate para discutir os seguintes temas:  “Cotas de Gênero e Raciais nas Eleições de 2022”, com a participação da coordenadora da Procuradoria Especial da Mulher na Alece, Raquel Andrade; a covereadora pela Mandata Coletiva Nossa Cara, Louise Santana (Psol), e a desembargadora e juíza eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Kamille Castro;  “Pobreza Menstrual”, com a prefeita de Paraipaba, Ariana Aquino (Republicanos); a secretária da Fazendo do Estado, Fernanda Pacobahyba, e a deputada federal Marília Arraes (PT-PE) e  “Marketing Político para Mulheres”, com a presidente da Câmara Municipal de Fortim, Kath Anne; especialista em marketing político, a jornalista Adriana Saboya, e a professora mestra em Comunicação Social Zoraide Nunes.

Da Agência de Notícias da Alece

 

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O Escritório de Direitos Humanos e Assessoria Jurídica Popular Frei Tito de Alencar (EFTA), órgão da Assembleia Legislativa do Ceará, participou na última sexta-feira (19/11), de reunião com a Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Ceará sobre conflitos fundiários no Estado e a importância da mediação e conciliação.

Segundo a advogada do EFTA, Mayara Justa, o destaque da reunião foi a necessidade da criação de uma instância dentro do Poder Judiciário cearense para mediação e conciliação de conflitos fundiários no Estado, tanto na área urbana, como na área rural. O assunto já vinha sendo debatido pelo EFTA e Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Alece com o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) ao longo deste ano.

No encontro da última sexta, o corregedor-geral, desembargador Paulo Airton Albuquerque Filho, informou que até o final de novembro será publicada uma recomendação com esse foco na mediação e conciliação independente do estado pandêmico, o que aponta para a possibilidade de uma política duradoura.

Mayara Justa comenta ainda que, na reunião, houve o compromisso do debate de pontos importantes ao cenário, como a recomendação de implantação de uma estrutura permanente para que os conflitos fundiários sejam vistos de uma forma coletiva e pela via da mediação.

Em reunião anterior, realizada no mês de setembro, o EFTA e a Comissão do Poder Legislativo apresentaram à Corregedoria estudos sobre todos os Tribunais de Justiça no Brasil que possuem instância de mediação e resolução de conflitos fundiários, assim como os estados que contam com tal instância na estrutura do Poder Executivo.

Mayara Justa explica que o levantamento buscou demonstrar a potencialidade de uma estrutura de mediação de conflitos fundiários dentro do TJCE, o que proporcionaria maior cumprimento das normativas nacionais relacionadas aos despejos forçados.

Situação nos estados

Na análise dos Tribunais de Justiça brasileiros, por exemplo, a advogada lista 12 estados em que há comissões ou comitês de mediação de conflitos com foco na questão fundiária: Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão.

No estudo, Mayara Justa aponta que “a mediação de conflitos fundiários através de comissões normatizadas pelo Poder Judiciário e dentro de sua estrutura é uma realidade em todo o país e, inclusive, realiza um dos objetivos principais deste Poder, qual seja buscar a pacificação social”.

Diante desse panorama, a advogada destaca a importância e urgência da implementação de um mecanismo como esse no Tribunal de Justiça do Estado do Ceará “que contemple a participação dos órgãos componentes do sistema de Justiça, Poder Executivo, notadamente os órgãos competentes para tratar das políticas habitacionais e fundiárias, bem como a participação membros da sociedade civil ligados ao tema”.

Missão-denúncia

A reunião aconteceu dentro da programação da missão-denúncia da Campanha Despejo Zero em Fortaleza que, durante os dias 17, 18 e 19 de novembro, visitou seis comunidades da capital cearense para avaliar as violações do direito à moradia digna.

Participaram do encontro, além da advogada do EFTA, Mayara Justa, o deputado estadual Renato Roseno (PSOL), as vereadoras de Fortaleza, Larissa Gaspar (PT) e Adriana do Nossa Cara (PSOL), Getúlio Vargas Júnior, do Conselho Nacional de Direitos Humanos, Orlando Júnior, da Plataforma Dhesca, Cristiano Muller, do Fórum Nacional da Reforma Urbana e Benedito Barbosa, da Campanha Nacional Despejo Zero.

A missão-denúncia visitou a Ocupação Dragão do Mar, Alto das Dunas, Raízes da Praia, Titanzinho, Trilho do Senhor e Vila Vicentina que, enfrentam questões relacionadas ao direito à moradia e ameaças de despejo e desapropriação.

Saiba mais

O Escritório de Direitos Humanos e Assessoria Jurídica Popular Frei Tito de Alencar é um órgão permanente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará com foco na assessoria jurídica popular, judicial e extrajudicial.

Com 21 anos de atuação, o EFTA é um instrumento de promoção e defesa dos direitos humanos no Estado do Ceará e no Brasil, acompanhando comunidades, grupos, coletivos, movimentos e indivíduos na proteção e efetivação de direitos, assim como em casos de violações de direitos humanos.

Da Assessoria de Imprensa do EFTA, com Núcleo de Comunicação Interna da Alece

 

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A palestra do médico pediatra e presidente do Instituto da Primeira Infância (Iprede), Francisco Sulivan Bastos Mota, sobre Neurociência e Desenvolvimento Infantil, a e apresentação do coral do Instituto de Assistência Social (IAPS) marcaram o segundo dia do I Encontro de Saúde Sistêmica da Assembleia Legislativa do Ceará realizado pelo Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Casa, nesta sexta-feira (05/11).

O evento, desenvolvido no auditório do Anexo II do Legislativo Estadual, foi voltado para os servidores do Poder Legislativo e também teve transmissão pela plataforma YouTube e Rádio FM Assembleia 96,7.          

A presidente do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC) e idealizadora do encontro, primeira-dama da Assembleia, Cristiane Leitão, que fez a abertura do segundo dia da ação, destacou o objetivo do evento de proporcionar aos servidores participantes informações sobre todas as células e núcleos do DSAS, esclarecendo sobre os serviços oferecidos ao público interno e também para a comunidade, implantados na atual gestão do presidente da Alece, deputado Evandro Leitão (PDT). Ela fez ainda uma apresentação sobre o Centro Inclusivo para Atendimento e Desenvolvimento Infantil (Ciadi).

Cristiane Leitão também assinalou que após as rodas de conversa que apresentaram as células, o evento também se propôs a apresentar o Núcleo de Responsabilidade Social e o Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense. "O MMLC faz um trabalho belíssimo com o Projeto Bem Me Quero, que atende as mulheres apenadas, em convênio com Tribunal de Justiça do Estado", afirmou. Também foi apresentado o Núcleo de Mediação e Gestão de Conflitos, que apresentou ações desenvolvidas com mediação comunitária que atende aos moradores do entorno do Palácio Adauto Bezerra, sede da Alece.

"Esse encontro foi formatado visando principalmente ao nosso público interno, com o objetivo de apresentar todos os serviços que o DSAS tem para trabalhar saúde e bem-estar de todos os servidores. É um momento em que integramos todos os setores com os nossos servidores para que eles recebam essa atenção e cuidado", acentuou.

Neurociência e Saúde Infantil

O expositor Sulivan Mota explicou sobre a importância de se dedicar a formação pessoal desde a infância. "Na primeira infância, que vai até seis anos de idade, é quando se abrem as janelas de oportunidade para a formação do capital humano, que é o mais importante da sociedade. E é esta parte da vida que a neurociência, nos últimos 12 anos, revelou para nós. Toda a formação humana, seja para o bem ou para o lado negativo, se desenvolve nos primeiros seis anos de vida. Este período é a matriz para a gente e para a futura sociedade", destacou.

O médico afirmou ainda que o conhecimento revelado pela Neurociência é importante para todas as pessoas. Desta forma, afirmou ser possível a humanização das pessoas. "Não há como humanizar de forma terceirizada. Por isso é importante que a gente saiba o que dirigir às crianças no sentido que sejam estímulos para a formação cerebral", avaliou.

Balanço de atividades

O diretor do DSAS e presidente da Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce), Luis Edson Sales, considerou que os resultados do I Encontro estão sendo positivos, dentro do que foi planejado. "Estamos sentindo isso, recebendo bons feedbacks. As pessoas que estão participando também acharam os temas voltados à área da saúde relevantes para os servidores e comunidade", destacou o gestor.

Segundo afirmou Luis Edson, o momento de pós-pandemia da Covid-19 torna ainda mais importante a apresentação do tema Saúde Sistêmica. "Temos uma equipe maravilhosa nas 12 células e nos núcleos do DSAS, que compõem a ação global proposta pela primeira-dama Cristiane Leitão, com o apoio do nosso presidente", acentuou. O gestor acrescentou ainda que foram mostrados os futuros projetos que devem ser implantados na Assembleia Legislativa, por meio do Departamento.

Repercussão entre parlamentares

O deputado Carlos Felipe (PCdoB), médico, que também participou da abertura do segundo dia de atividades, disse sentir grande alegria e um "ar de esperança" que está presenciando, após sete anos no exercício do mandato parlamentar. "Acompanho esta reestruturação do Departamento de Saúde, com vários núcleos criados e uma melhor organização, a partir do novo olhar da primeira-dama Cristiane Leitão, dando um lado mais humano e um grande dinamismo ao setor", afirmou.

A deputada Érika Amorim (PSD) disse perceber que o DSAS e todos os organismos da Casa que estão à serviço dos servidores e que estão se mobilizando no sentido de trazer inovações para melhor assisti-los. "São palestras e orientações que auxiliam a perceber o nosso contexto e também a trabalhar na questão do nosso equilíbrio, reconhecendo as nossas essências e buscando uma forma melhor de para nós e para o outro", afirmou.

Na abertura do evento, realizada na quinta-feira (04/11), o Encontro contou com a participação do presidente da Assembleia, Evandro Leitão, e dos deputados Fernando Santana (PT), 1º vice-presidente da Casa, Antonio Granja (PDT), 1º secretário do Poder, e Júlio César Filho (Cidadania), líder do governo Camilo Santana (PT) na Alece.

Rodas de conversa

Ainda nesta sexta-feira, foram realizadas rodas de conversas sobre os temas "A importância da equipe multidisciplinar no autismo", "Declínio cognitivo e funcional no processo de envelhecer" e "Bem estar e qualidade de vida nos dias atuais".

O encerramento contou com a participação de Viviane Vale, do MMLC, Raísa Pontes, do Núcleo de Gestão e Mediação de Conflitos, e Luana Brasileiro do Comitê de Responsabilidade Social, sobre o tema "Impactos de Ações Integradas na Promoção de Saúde".

O I Encontro de Saúde Sistêmica foi uma realização da Assembleia, tendo como parceiros DSAS, Ciadi, MMLC, Assalce e Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace).

JS

 

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O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Evandro Leitão (PDT), abriu, nesta quinta-feira (04/11), o I Encontro de Saúde Sistêmica da Alece, que prossegue até sexta-feira (05/11), no auditório do Anexo II do Legislativo Estadual. O evento é voltado para os servidores da Casa  e também tem transmissão pela plataforma YouTube. Também participaram da atividade a primeira-dama da Alece, Cristiane Leitão, o 1º vice-presidente da Casa, deputado Fernando Santana (PT), o 1º secretário, deputado Antonio Granja (PDT), o líder do Governo Camilo Santana (PT) no Poder, deputado Júlio César Filho (Cidadania), e o diretor do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS), Luis Edson Sales.

Ao se dirigir ao público do evento, formado por servidores da Assembleia, Evandro Leitão considerou que a saúde sistêmica ampliou ainda mais a sua relevância por conta da pandemia do Coronavírus enfrentada pelo País e pelo mundo desde 2020.

Na sua avaliação, os dias atuais tornaram indispensáveis os cuidados do ser como um todo, não só pelo seu aspecto físico, mas também emocional, haja vista o desgaste que o conjunto da sociedade vem enfrentando, desde a elevação da inflação, passando por questões de saúde e também sociais, decorrentes do isolamento social adotado como medida de saúde preventiva.

O presidente assinalou que desde o início da sua gestão, tem procurado trazer elementos que possam dar um olhar mais humanizado aos servidores e servidoras. "Temos uma cultura um tanto mecanizada nas nossas relações no trabalho. Por isso queremos trazer um olhar mais humano para todos", disse Evandro Leitão, que também agradeceu a todos que compõem o DSAS pela realização do I Encontro de Saúde Sistêmica. "Estamos fazendo um gesto, demonstrando que também olhamos para os nossos colaboradores", afirmou.

Divulgação de ações

A primeira-dama da Alece, Cristiane Leitão, idealizadora do encontro observou que o momento também é uma oportunidade para que todos os servidores da Casa conheçam os serviços de saúde e assistência implantados no DSAS, voltado ao atendimento do público interno e também da comunidade. "Também estamos colocando a importância dessa integração entre os diversos setores e de levar esse trabalho aos servidores", pontuou.

Ela lembrou que além do atendimento aos servidores e familiares, os núcleos do DSAS também estão voltados para a comunidade, levando ações da Alece para a população que habita no entorno da sede do Poder Legislativo. "Estão fazendo um trabalho social de educação e saúde, inserindo as pessoas dentro de um contexto de aprendizagem, de saúde mental. A Alece sai dos seus muros, levando orientações e informações para a comunidade", defendeu. Ela admitiu que parte desse público está em situação de vulnerabilidade por conta da pandemia.

O 1º secretário da Assembleia, Antonio Granja, lembrou que há 35 anos se graduava em Medicina, se especializando em ginecologia e obstetrícia. Mas, por atender profissionalmente cerca de duas mil pessoas mensalmente, no Interior do Estado, hoje se reconhece muito mais como um médico generalista. "Sabemos que grande parte das doenças tem um fundo psicológico. Portanto, é sempre importante a abordagem sistêmica", disse.

O 1º vice-presidente da Alece, Fernando Santana, disse reconhecer o trabalho desenvolvido por Evandro e Cristiane Leitão, que orientaram a Assembleia Legislativa no sentido de se voltar ao conjunto da sociedade. O parlamentar salientou que durante as sessões itinerantes realizadas em Itapipoca e Icó foram também levados serviços para as comunidades dos municípios visitados e cidades vizinhas, demonstrando atenção com as populações.

Pertencimento

Após a abertura, a pedagoga e especialista em Abordagem Sistêmica, Isabel Lopes, ex-vice-prefeita de Fortaleza (2001/2004), apresentou a palestra "Viver é pertencer". Ela explicou que é importante trazer um olhar para dentro de um órgão como a Assembleia sobre como "o pertencimento é importante". Para a expositora, é importante cada pessoa reconhecer que faz parte de vários sistemas e desta forma esse reconhecimento é trazido para a atividade laboral.

"Quando a gente se conhece, pode decidir se vai pertencer a partir do eu criança, ou do eu julgador e crítico, ou ainda a partir meu eu adulto? Esse é o convite à reflexão", disse Isabel Lopes, que também agradeceu ao convite formulado por Cristiane Leitão, para participar do evento.

Programação

Após a palestra, houve uma roda de conversa  sobre Saúde de Trabalho no âmbito das Organizações.Em seguida, aconteceu uma segunda roda de conversa do dia obre o tema "Disfunção da Articulação Temporomandibular (ATM) e Suas Consequências".  Encerrando o primeiro dia, acontece a terceira roda de conversa sobre o tema "A Implicação do Sobrepeso na Vida Cotidiana".

O I Encontro de Saúde Sistêmica da Alece prossegue nesta sexta-feira (05/11), a partir das 8 horas. O evento é realizado pela Assembleia, tendo como parceiros DSAS, Centro Inclusivo para Atendimento e Desenvolvimento Infantil (Ciadi), Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC), Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce) e Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace).

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Dirigentes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) visitaram, nesta quarta-feira (03/11), a Assembleia Legislativa do Ceará para encontro preliminar visando a formalização de um termo de cooperação técnica entre o Legislativo e o órgão do Estado. Participaram da reunião a diretora de Desenvolvimento Institucional e Planejamento do Detran, Lorena Moreira, o diretor da Escola de Educação de Trânsito do órgão, Ubiratan Teixeira, e o gerente do Núcleo Capacitação e Formação da Escola de Trânsito, Patrick Reis.

A coordenadora da Célula de Capacitação de Servidores da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), Norma David, que recepcionou os representantes do Detran, considerou muito importante a visita realizada. "A principal razão do encontro foi a transferência de um recurso tecnológico utilizado na liberação de certificados dos cursos realizados pela Unipace", acentuou.

A ideia do encontro surgiu em contato pessoal da coordenadora com a diretora do Detran. "Lorena comentou comigo, em um intervalo do curso que fazemos juntos, que havia dificuldades de emissão de certificados dos cursos realizados pelo Detran, que são entregues por correio eletrônico", recordou Norma David. "Expliquei para ela que na Assembleia, por conta de parceria entre a Coordenadoria de Tecnologia de Informação (Coti) e a Unipace, a certificação dos cursos é feita pela página de Internet da própria Assembleia (https://www.al.ce.gov.br/), bastando apenas que o aluno, seja servidor ou integrante do público externo, realize o acesso e se identifique através do nome e do CPF", pontuou.

Cuidados com a certificação

Norma David informou ainda que a Unipace oferta cursos voltados exclusivamente para os servidores e também para o público externo, e que  os participantes recebem o certificado da mesma forma. "Esse foi um  avanço que tivemos, tendo em vista que o envio do documento por e-mail trazia algumas inconsistências, e, não raras vezes, voltava por erro de preenchimento ou por caixa postal cheia", recordou.

Leones Fernandes, gestor de Célula de Desenvolvimento da Coti, avaliou que o encontro demonstra o reconhecimento do trabalho realizado na Alece. "Podemos salientar que a emissão de certificados tem de ser realizada com um controle, pois os documentos demonstram a efetividade dos cursos, com essa sistemática que está sendo montada. Isso tudo é um ecossistema que traduz a prática de educação continuada pela Assembleia e ao mesmo tempo o controle do que está sendo efetivamente realizado", pontuou.

O gestor considerou ainda bastante salutar o contato com outros órgãos públicos. "Além de a gente ceder uma tecnologia, temos também um contato com as ferramentas de outras instituições e assim podemos promover uma maior integração entre Detran e Assembleia", asseverou.

Lorena Moreira disse que a recepção lhe proporcionou um momento de alegria, bem como a oportunidade de conhecer a forma como o Poder Legislativo trabalha com a emissão de certificados pela Unipace. "Estamos também oferecendo cursos em parceria de Mecânica Básica, Psicologia do Trânsito e Pânico ao Dirigir", explanou.

O diretor da Escola de Trânsito, Ubiratan Teixeira, avaliou que a partir do primeiro encontro há a perspectiva de uma parceria, já quem as duas instituições, Detran e Assembleia, possuem escolas de formação. "Buscamos neste primeiro momento formatar modelos de interatividade que otimizem os recursos tecnológicos de que dispomos", afirmou.

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