Fortaleza, Terça-feira, 05 Julho 2022
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A busca pelo tratamento de doenças específicas, que causam inflamações de órgãos do nosso corpo, angustia muito as pessoas atingidas. Porém, em diversas situações, há formas eficientes de tratamento ao alcance de todos. Uma delas é a Dietoterapia. Também conhecida como Terapia Clínica Nutricional, ela reúne uma série de cuidados nutricionais que devem ser observados durante o tratamento de doenças específicas, motivando medidas como a restrição ao consumo de açúcares para os diabéticos ou do sal para os hipertensos.

Além de desempenhar um papel principal no crescimento, desenvolvimento, saúde e condicionamento físico, a Dietoterapia previne e retarda  o aparecimento de doenças inflamatórias. A orientadora da Célula de Nutrição do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, Gisele Pacheco, defende a terapia, no vídeo do quadro Dicas de Saúde desta semana.

“O objetivo da Dietoterapia consiste em duas fases”, explica Gisele, apontando que, inicialmente, se busca diminuir a sobrecarga aplicada em relação ao órgão afetado por doenças, bem como estimular a regeneração. Para que isto seja possível, é recomendada a redução do volume das refeições, bem como a frequência do tempo entre elas. “Ou seja, se você come de três em três horas, você deve passar a comer de duas em duas horas, com um volume reduzido”, pontua.

Alimentação saudável

A mudança também deve se estender ao tipo de alimentação, para que a Dietoterapia funcione adequadamente. Desta forma, a orientadora da Célula de Nutrição do DSAS defende que sejam ingeridas frutas e vegetais, alimentos que são capazes de nutrir o corpo humano, mantendo-o saudável.

Conforme profissionais da área de Saúde, a finalidade básica da Dietoterapia é oferecer ao organismo debilitado os nutrientes adequados da forma que melhor se adapte ao tipo de condição patológica e características físicas, nutricionais, psicológicas e sociais do indivíduo, recuperando-o.  Desta forma, há um aumento na lista de doenças suscetíveis à intervenção nutricional e que podem ser evitadas apenas com alterações nos hábitos alimentares.

Outra medida recomendada é o consumo com moderação de proteínas de carne vermelha. O consumo de água e a suspensão da ingestão de bebidas alcóolicas são ainda importantes, conforme Gisele Pacheco. Ela aponta ainda as ervas anti-inflamatórias contribuem para a saúde, como orégano, salsa, tomilho e canela. “São alguns tipos de ervas que vão estimular na regeneração do órgão”, explica.

Confira abaixo o vídeo com as dicas de Gisele Pacheco, produzido pelo DSAS e Núcleo de Comunicação Interna da Alece, com o apoio da TV Assembleia.

SC, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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