Fortaleza, Sábado, 25 Junho 2022
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A Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa do Ceará iniciou, nesta semana, a ação Março Itinerante, que tem como objetivo interiorizar as ações e fortalecer a atuação das Procuradorias Especiais da Mulher, implantadas nos municípios do Interior do Estado. O trabalho integra os eventos voltados para a mulher, que tem sua data comemorada durante este mês (o Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março). Até o fim do mês, a Procuradoria promoverá atividades em nove municípios.

A coordenadora geral da PEM, Raquel Andrade, afirma que o trabalho é voltado ao desenvolvimento de atividades vinculadas aos direitos e políticas para mulheres nas procuradorias dos diversos municípios. "Nesse mês o Estado e a sociedade se unem para realizar diversas atividades em torno do Dia Internacional da Mulher", acentua.

As ações, conforme explica Raquel Andrade, estão sendo realizadas por equipe multidisciplinar da Procuradoria, agregando advogadas, psicólogas e assistentes sociais e são executadas conforme as necessidades apontadas pelas procuradoras municipais da mulher.

Cronograma de atividades

Os municípios já visitados foram Milagres (15/3) e Capistrano (16/3). A equipe da PEM irá ainda a Barbalha (17/3), Itapajé (18/3), São Gonçalo do Amarante (22/3), Frecheirinha (23/3), Jardim (24/3), Fortim (25/3) e Icó (31/03). "O Março Itinerante foi criado para interiorizar as ações das procuradorias do Estado e da Assembleia Legislativa, junto às procuradorias dos municípios", explica Raquel Andrade. Este trabalho de interiorização, segundo ela, teve início com quatro procuradorias e hoje já engajou 54 procuradorias implantadas ou em fase de implantação em todo o Estado.

A coordenadora explica que a ação da PEM visa também a dar suporte  às procuradorias instaladas nos municípios. "A gente teve um diálogo com as procuradoras para conhecer quais são as demandas delas e planejamos as atividades que estão sendo desenvolvidas com a equipe multiprofissional que agrega advogadas, psicólogas e assistentes sociais, bem como estabelecemos um cronograma", pontua.

Conforme Raquel Andrade, o projeto leva também a PEM aos municípios e atua em parceria com as vereadoras, por meio de diálogos e proposições. "Essa ação é dialógica, de construir juntas e não de impor uma perspectiva de trabalho, porque senão os objetivos não seriam alcançados, de acordo com as necessidades das mulheres de cada município", entende.

A coordenadora revela ainda que a itinerância tem por objetivo implementar, a partir de abril, as redes municipais de enfrentamento à violência contra a mulher. "A gente já identifica quais são os entes públicos e privados envolvidos no processo de prevenção, acolhimento e atendimento às mulheres vítimas de violência, reúne os representantes  e os capacita, dando suporte técnico para a criação da rede e as articulações necessárias", assevera.

JS

 

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Publicado em Categoria Matriz

O dia 8 de março, que foi celebrado nesta semana, é um marco internacional para os direitos das mulheres, suas lutas, vivências e busca por igualdade. Por ocasião da semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, parlamentares e servidoras da Assembleia Legislativa do Ceará comentaram sobre como a pandemia, declarada em março de 2020, afetou as vidas das mulheres em aspectos como sobrecarga de trabalho, saúde mental e violência.

A crise sanitária provocada pela pandemia trouxe riscos à vida, à saúde física e mental, incertezas e aumento da vulnerabilidade, medo, necessidade de isolamento para algumas pessoas e a impossibilidade de isolamento para outras. Nesse contexto, os trabalhos de cuidado tornaram-se ainda mais centrais.

Segundo o estudo “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, do IBGE, em 2019, “as mulheres dedicaram aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos quase o dobro de tempo que os homens (21,4 horas contra 11,0 horas)”.

Durante a pandemia, a rotina de trabalho e cuidados tornou-se ainda mais exaustiva, sobrecarregando as mulheres. A pesquisa “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizada entre abril e maio de 2020 pela Sempreviva Organização Feminista e a revista Gênero e Número, apontou que 50% das mulheres brasileiras passaram a cuidar de alguém na pandemia.

As participantes da pesquisa afirmaram ainda que a pandemia e a situação de isolamento social colocaram a sustentação da casa em risco (40%) e, das que seguiram trabalhando durante a pandemia com manutenção de salários, 41% afirmaram trabalhar mais na quarentena.

Deputadas avaliam cenário atual para a realidade das mulheres

A deputada Érika Amorim (PSD), 3ª secretária da Mesa Diretora da Casa, reitera que, infelizmente, as mulheres ainda assumem em maior número o trabalho de cuidado com o outro e, portanto, foram fortemente impactadas pela pandemia.

A parlamentar destaca que, com as mudanças da rotina ao longo da pandemia, as mulheres que são mães, por exemplo, enfrentaram grandes dificuldades com a suspensão de atividades presenciais nas escolas. A falta de rede de apoio para os cuidados com as crianças fez com que muitas mulheres precisassem até se afastar dos trabalhos ou dos seus processos de formação, afirma a deputada.

A seletividade do mercado de trabalho, a falta de equidade salarial e um olhar discriminatório aumentam o rol de desafios enfrentados pelas mulheres, comenta ainda Érika Amorim.

Segundo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) sobre a Covid-19 e a autonomia econômica das mulheres, a crise causada pela pandemia resultou em um retrocesso de mais de uma década nos avanços que haviam sido alcançados na participação feminina no mercado de trabalho.

No contexto de crise sanitária, o desequilíbrio da divisão de tarefas e consequente acúmulo de funções pelas mulheres atingiu com aumento de demandas e da pressão tanto para as mulheres que atuam exclusivamente nas atividades domésticas como para aquelas que estão no mercado de trabalho e no ambiente doméstico.

A deputada Fernanda Pessoa (PSDB), também integrante da Mesa Diretora, como 1ª suplente, avaliou que as mulheres desempenham muitos papéis e, durante a pandemia, a forma de trabalho mudou totalmente para muitas, que precisaram reorganizar a rotina, os horários e as demandas no ambiente doméstico.

A parlamentar destacou ainda que muitas foram as fontes de preocupação ao longo da pandemia e, entre elas, a situação financeira das famílias, uma vez que houve perda de trabalho e diminuição da renda familiar.

Além disso, o alerta para a saúde mental e o aumento da violência doméstica são pontos de destaque no impacto da pandemia na vida das mulheres, afirma Fernanda Pessoa.

Cuidados devido à sobrecarga

Daniele Freitas, que trabalha como secretária na Assembleia Legislativa do Ceará, comenta a sobrecarga vivenciada pelo acúmulo de tarefas e pela necessidade de adaptação à nova rotina com a pandemia.

Com uma filha de 12 anos com diabetes e, por isso, do grupo de risco, a prevenção, o isolamento e a busca de equilíbrio dos cuidados com a rotina de trabalho remoto e, posteriormente, híbrido e presencial, foram ainda mais desafiadores, explica Daniele.

Ela comenta que as mudanças no dia a dia da família, como as aulas remotas, o trabalho híbrido, o isolamento até mesmo da família, que mora próximo, os protocolos de prevenção seguidos à exaustão, além do medo da exposição para a filha, impactaram ainda no emocional e na capacidade de autocuidado, relata.

As consequências da pandemia na saúde das mulheres e a importância do autocuidado são os temas da segunda matéria da Agência de Notícias da Alece sobre o Dia Internacional da Mulher.

Da Agência de Notícias da Alece

 

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O Núcleo de Saúde Mental da Assembleia Legislativa do Ceará, em parceria com o Movimento  das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC), o Comitê de Responsabilidade Social e o Núcleo de Práticas Sistêmicas Restaurativas da Alece, promoveu uma tarde para as terceirizadas da Empresa Certa, que atuam nos Serviços Gerais do Poder Legislativo, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher,  celebrado nesta terça-feira (08/03).

A atividade  foi realizada no auditório do Anexo III da Alece (Edifício Deputado Francisco das Chagas Albuquerque). Na abertura do evento, a primeira-dama da Assembleia, Cristiane Leitão, destacou  a felicidade de  contar com a  colaboração de mulheres guerreiras e especiais na Casa .''Agradeço a  cada uma pelo trabalho  e  por todo apoio no nosso dia a dia. Quando chegamos  na Assembleia, encontramos ambientes organizados e higienizados, bem como profissionais dedicados.  Acredito no trabalho, dedicação e amor. A mulher  tem a característica do acolhimento e do cuidado. Todos os dias devemos reverenciar cada mulher que existe em nós'', destacou.

O presidente da Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce), Luis Edson Sales, parabenizou as  colaboradoras da Casa e destacou que a  gestão do presidente da Alece, deputado Evandro Leitão (PDT), tem uma preocupação com  todos os colaboradores da Casa, independente do cargo que ocupam. ''Parabenizo a todas vocês que nos ajudam, fazem um trabalho de excelência na Casa  e zelam pela  nossa  saúde, segurança e ambiente  de trabalho. Essa gestão tem o olhar humanizado e a Associação  está aberta para firmar um convênio para que vocês possam desfrutar dos benefícios da Assalce, como as  atividades, oficinas e os descontos  nas empresas parceiras'', afirmou.

Percurso histórico

Lígia Bessa, psicóloga  do Núcleo de Saúde Mental da Alece,  apresentou um  histórico sobre o Dia Internacional da Mulher. A profissional observou  que  conquistamos o direito ao voto há 90 anos, mas que apenas  nos anos 1990 e 1994 foram aprovadas leis que caracterizam estupro  e atentado ao pudor, respectivamente , como crimes  hediondos. ''Em 2006, tivemos o advento  da Lei Maria  da Penha.  Ser mulher  tem muitos significados, mas um é comum a todos: ser mulher é luta, é uma  construção constante, e por isso, trouxemos  o tema ´Eu Sou´ , pois com tantas histórias, apenas nós podemos dizer quem somos  e quais os caminhos trilhados'', frisou.

Viviane Vale, master coach e membro do Movimento  das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC), destacou que a mulher não é um sexo frágil, aludindo à célebre canção interpretada por Erasmo Carlos. ''Há dois  tipos de mulheres: as que são fortes e aquelas que não sabem ainda da sua força. Precisamos reconhecer a força que temos dentro de nós, pelas  nossas dores e desafios. A força pode passar despercebida, mas todas somos capazes. Não somos frágeis, somos sensíveis e isso é um  presente divino'', observou.

Atividades

A servidora  Jacqueline Assunção, servidora da Casa, com formação em Psicanálise e Saúde Mental,  levou ao evento a prática de  Biblioterapia  com a poética de dois livros: "Empoderadas: mulheres eternas, corpo a corpo com a vida", do jornalista e escritor Palmério Dória, e "Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes", de Elena Favilli e Francesca Cavallo.

A segunda publicação conta a história de 100 mulheres extraordinárias que souberam deixar a sua marca no mundo e hoje servem de inspiração para que meninas de diversas idades saibam que suas habilidades não precisam ser definidas por seu gênero. "Trouxemos esse livros de mulheres emponderadas em nível nacional e internacional como uma sugestão e luz para que elas possam entender, se inspirar e fazer parte desse universo de mulheres fortes e de destaque'', afirmou.

Outras atividades

As psicólogas do  Núcleo de Práticas Sistêmicas e Restaurativas, da Assembleia, Nara Guimarães, Izabel Saldanha e Selma Machado, fizeram  práticas de exercícios sistêmicos, incentivando as colaboradoras a um  momento de relaxamento e paz interior. A tarde foi  encerrada  com a  entrega de brindes e um coffee break  para as presentes.

O  evento contou com a participação da presidente de honra do MMLC,  ex-deputada estadual Meire Costa Lima, e da orientadora  da Célula de Psicologia do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS), Conceição Guerra. Sônia Maria da Silva Bento representou as colaboradoras que atuam nos Serviços Gerais na Alece, integrando a mesa diretora que conduziu as atividades.

JB

 

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A Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Assalce) realizou, nesta terça-feira (08/03), ato solene em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, com a participação do presidente da Casa, deputado Evandro Leitão (PDT), do primeiro secretário, deputado Antônio Granja (PDT), e da primeira-dama e presidente do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC), Cristiane Leitão. Também esteve presente a presidente de honra do MMLC, ex-deputada estadual Meire Costa Lima.

O presidente da Assalce, Luis Edson Sales, afirmou que todos os dias do ano são alusivos às mulheres, mas que, durante todo o mês de março, a entidade fará atividades voltadas às servidoras que compõem o quadro funcional do Poder Legislativo. "A Associação está sempre junto das comemorações que visam a valorizar cada vez mais o gênero feminino", garantiu.

O presidente informou que a Associação escolheu, neste ano, o setor de Taquigrafia e Revisão de Anais para receber homenagens, representando todas as servidoras, por ser o segmento da Alece com maior representatividade do gênero feminino, proporcionalmente. Assim, dez funcionárias ativas e duas aposentadas receberam "mimos" e um certificado de homenagem das mãos de Luis Edson Sales.

Homenageadas

Foram agraciadas Maria Marinalva Alves Gomes, Elizabeth Fernandes de Morais, Silvia Helena Monteiro Melo, Helena Gomes Dantas, Cleonir Azevedo, Iana Barros de Pinho, Tainara da Silva Parente, Marta Marcelo Galdino e Fátima Germano de Almeida, bem como as aposentadas Ivanlida de Brito Monteiro e Lúcia da Silva Aguiar.

O deputado Evandro Leitão, ao falar durante o evento, observou que no mundo contemporâneo, "onde lideranças políticas incitam e países travam guerra", são cada vez mais necessárias a empatia e a sensibilidade que, segundo ele, são bem mais presentes nas mulheres que nos homens.  Ele destacou que as mulheres já conquistaram muitos avanços em um mundo machista, mas ainda muito o que alcançar.

O presidente da Alece assinalou ainda que as mulheres representam 52% do eleitorado brasileiro, sendo, assim, decisivas para os processos políticos. "Por isso é importante que todas busquem conquistar seus espaços, porque, se assim não fizerem, esses espaços serão ocupados por outros", pontuou.

A primeira-dama Cristiane Leitão ressaltou que a data é muito especial para todas as mulheres, e, dirigindo-se às servidoras, revelou que graças a elas, principalmente, foi possível a implantação do Comitê de Responsabilidade Social da Alece, que desenvolve um trabalho voltado para a comunidade e ao quadro de servidores que compõem o Poder Legislativo estadual. As servidoras também foram homenageadas pelo primeiro secretário Antônio Granja, pois, segundo afirmou, desempenham suas funções com muita eficiência.

A solenidade teve ainda a apresentação do Coral da Assalce, regido pela maestrina Carla Barbosa, que apresentou canções alusivas à data, e a participação dos dançarinos de tango Herbert Barreto Pinho (Beto de Deus) e Priscila Cruz, que também são servidores da Alece. O casal dançou tangos argentinos e brasileiros na solenidade.

JS

 

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O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março, data que transcorre nesta terça-feira. Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, o Dia Internacional da Mulher é uma data comemorativa que simboliza a luta histórica das mulheres por condições de trabalho equiparadas às dos homens. Inicialmente, a data aludia à reivindicação por igualdade salarial, mas, atualmente, é lembrada também como protesto contra o machismo e a violência de gênero. A Assembleia Legislativa do Ceará terá hoje um conjunto de atividades relacionadas à efeméride.

Para festejar o Dia Internacional da Mulher, o Poder Legislativo e Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce) resolveram marcar a data homenageando as servidoras do Departamento Legislativo do Poder. Ao todo, 65 funcionárias da Célula de Taquigrafia e Revisão de Anais, que serão representadas por dez servidoras e duas aposentadas, receberão as homenagens do presidente da Assalce, Luis Edson Sales e da primeira-dama Cristiane Leitão.

Na oportunidade também será servido um coffee break a todas as servidoras. Também participarão das homenagens  representantes do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC). Para abrilhantar e dar um ar artístico ao evento, haverá uma apresentação do Coral Assalce, que é coordenado pela servidora Lilian Rêgo.

Sessão solene

A Assembleia realiza nesta terça-feira, às 19 horas, sessão solene em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. O evento acontece no Plenário 13 de Maio e atende solicitação das deputadas Augusta Brito (PCdoB) e Fernanda Pessoa (PSDB) e do deputado Leonardo Araújo (MDB), com subscrição do deputado Carlos Felipe (PCdoB) e da deputada Érika Amorim (PSD).

Segundo a deputada Augusta Brito, a solenidade ocorre todos os anos e busca homenagear mulheres que se destacam em suas profissões. A parlamentar relata que já foram homenageadas motoristas de aplicativo, mecânicas e pedreiras, entre outras profissionais.

“Neste ano, temos todo um critério de escolha de mulheres que estão em posições de liderança, como a presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), desembargadora Nailde Pinheiro. Queremos homenageá-las até para que sirva de incentivo para outras mulheres acreditarem que podem estar nesses lugares, ocupando espaços de poder”, explica.

Percurso histórico

O protesto "Pão e paz", realizado em 8 de março de 1917, na Rússia, foi histórico pelo legado que suas participantes deixaram. Elas lutavam por melhores condições de trabalho no setor têxtil e também contra a  participação da nação na 1ª Guerra Mundial. Esse ato foi tão importante que desencadeou a Revolução Russa e posteriormente a deposição do czar Nicolau II. Em 1921, o recém nomeado primeiro-ministro da União Soviética, Vladimir Lenin, reconheceu a importância do protesto "Pão e paz" e proclamou o dia da sua realização, 8 de março, como sendo o Dia da Mulher.

Trata-se, portanto,  de uma celebração de conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países.

Mas, a luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias, os baixos salários e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época. De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908, onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país.

Na verdade, vários acontecimentos levaram à criação de um dia especial para as mulheres. Um deles foi o incêndio numa fábrica de camisas em Nova York (Estados Unidos), ocorrido em 25 de março de 1911, que mataria 146 pessoas, das quais 129 eram mulheres. O número de vítimas se explica pelas péssimas condições de trabalho e porque uma porta estava fechada para impedir a fuga das trabalhadoras.

Na década de 1960, na sequência de notícias publicadas em jornais alemães e franceses foi criado o mito de uma suposta greve que teria ocorrido em 8 de março de 1857, em Nova York.  Mas, essa greve não aconteceu. Com as transformações trazidas com a Segunda Revolução Industrial e, após a manifestação das mulheres russas, que determinaria a escolha do dia 8 de março, as fábricas incorporaram as mulheres como mão de obra barata. No entanto, devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.

JS, com Agência de Notícias da Alece

 

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