Fortaleza, Segunda-feira, 15 Agosto 2022
 PORTAL DO SERVIDOR
 Coordenadoria de Planejamento e Informática
 PORTAL DO SERVIDOR
 Coordenadoria de Planejamento e Informática
 PORTAL DO SERVIDOR
 Coordenadoria de Planejamento e Informática

O dia 8 de março, que foi celebrado nesta semana, é um marco internacional para os direitos das mulheres, suas lutas, vivências e busca por igualdade. Por ocasião da semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, parlamentares e servidoras da Assembleia Legislativa do Ceará comentaram sobre como a pandemia, declarada em março de 2020, afetou as vidas das mulheres em aspectos como sobrecarga de trabalho, saúde mental e violência.

A crise sanitária provocada pela pandemia trouxe riscos à vida, à saúde física e mental, incertezas e aumento da vulnerabilidade, medo, necessidade de isolamento para algumas pessoas e a impossibilidade de isolamento para outras. Nesse contexto, os trabalhos de cuidado tornaram-se ainda mais centrais.

Segundo o estudo “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, do IBGE, em 2019, “as mulheres dedicaram aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos quase o dobro de tempo que os homens (21,4 horas contra 11,0 horas)”.

Durante a pandemia, a rotina de trabalho e cuidados tornou-se ainda mais exaustiva, sobrecarregando as mulheres. A pesquisa “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizada entre abril e maio de 2020 pela Sempreviva Organização Feminista e a revista Gênero e Número, apontou que 50% das mulheres brasileiras passaram a cuidar de alguém na pandemia.

As participantes da pesquisa afirmaram ainda que a pandemia e a situação de isolamento social colocaram a sustentação da casa em risco (40%) e, das que seguiram trabalhando durante a pandemia com manutenção de salários, 41% afirmaram trabalhar mais na quarentena.

Deputadas avaliam cenário atual para a realidade das mulheres

A deputada Érika Amorim (PSD), 3ª secretária da Mesa Diretora da Casa, reitera que, infelizmente, as mulheres ainda assumem em maior número o trabalho de cuidado com o outro e, portanto, foram fortemente impactadas pela pandemia.

A parlamentar destaca que, com as mudanças da rotina ao longo da pandemia, as mulheres que são mães, por exemplo, enfrentaram grandes dificuldades com a suspensão de atividades presenciais nas escolas. A falta de rede de apoio para os cuidados com as crianças fez com que muitas mulheres precisassem até se afastar dos trabalhos ou dos seus processos de formação, afirma a deputada.

A seletividade do mercado de trabalho, a falta de equidade salarial e um olhar discriminatório aumentam o rol de desafios enfrentados pelas mulheres, comenta ainda Érika Amorim.

Segundo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) sobre a Covid-19 e a autonomia econômica das mulheres, a crise causada pela pandemia resultou em um retrocesso de mais de uma década nos avanços que haviam sido alcançados na participação feminina no mercado de trabalho.

No contexto de crise sanitária, o desequilíbrio da divisão de tarefas e consequente acúmulo de funções pelas mulheres atingiu com aumento de demandas e da pressão tanto para as mulheres que atuam exclusivamente nas atividades domésticas como para aquelas que estão no mercado de trabalho e no ambiente doméstico.

A deputada Fernanda Pessoa (PSDB), também integrante da Mesa Diretora, como 1ª suplente, avaliou que as mulheres desempenham muitos papéis e, durante a pandemia, a forma de trabalho mudou totalmente para muitas, que precisaram reorganizar a rotina, os horários e as demandas no ambiente doméstico.

A parlamentar destacou ainda que muitas foram as fontes de preocupação ao longo da pandemia e, entre elas, a situação financeira das famílias, uma vez que houve perda de trabalho e diminuição da renda familiar.

Além disso, o alerta para a saúde mental e o aumento da violência doméstica são pontos de destaque no impacto da pandemia na vida das mulheres, afirma Fernanda Pessoa.

Cuidados devido à sobrecarga

Daniele Freitas, que trabalha como secretária na Assembleia Legislativa do Ceará, comenta a sobrecarga vivenciada pelo acúmulo de tarefas e pela necessidade de adaptação à nova rotina com a pandemia.

Com uma filha de 12 anos com diabetes e, por isso, do grupo de risco, a prevenção, o isolamento e a busca de equilíbrio dos cuidados com a rotina de trabalho remoto e, posteriormente, híbrido e presencial, foram ainda mais desafiadores, explica Daniele.

Ela comenta que as mudanças no dia a dia da família, como as aulas remotas, o trabalho híbrido, o isolamento até mesmo da família, que mora próximo, os protocolos de prevenção seguidos à exaustão, além do medo da exposição para a filha, impactaram ainda no emocional e na capacidade de autocuidado, relata.

As consequências da pandemia na saúde das mulheres e a importância do autocuidado são os temas da segunda matéria da Agência de Notícias da Alece sobre o Dia Internacional da Mulher.

Da Agência de Notícias da Alece

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Telefone: 85.3257.3032

WhatsApp: 85.99717.1801

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

Apesar de as festas públicas de Carnaval terem sido canceladas, obedecendo às medidas de controle sanitário e prevenindo a elevação de contágio de Covid-19, muitas pessoas, principalmente os que têm familiares em cidades do Interior, viajaram neste período, causando um maior trânsito de veículos nas estradas e rodovias. Desta forma, há previsão de fluxo intenso de veículos que se deslocarão do interior do Estado a Fortaleza nestas terça (01/03) e quarta-feira (02/03).

O jornalista Robério Lessa, da Assembleia Legislativa do Ceará, especialista em automobilismo, adverte que neste período, há uma grande preocupação com a ingestão de bebidas alcoólicas, que costuma ser mais alta nos feriados mominos. “Mesmo com as festas carnavalescas restritas a ambientes privados, pode ainda acontecer o excessivo consumo álcool. Isso é um fator de preocupação quando há uma combinação com a estrada”, adverte.

Ele considera que o ideal é não ingerir bebida alcoólica quando se vai dirigir o veículo. “Para quem bebeu no sábado (26/02), domingo (27/02) e na segunda-feira (28/02), é melhor dar um tempinho e uma segurada na onda porque o álcool vai ter um tempo para sair do seu organismo.  Então a primeira recomendação é não beber pelo menos 24 horas antes de pegar a estrada”, orienta.

Atenção às faixas

Robério Lessa acentua que em grande parte das rodovias cearenses há apenas uma faixa para ida e outra para volta. No seu entender, estas estradas exigem uma atenção bem maior e toda a sinalização deve ser prontamente obedecida. “Quando não é permitido ultrapassar, como em uma curva ou em um aclive acentuado, os apressadinhos às vezes ultrapassam, colocando a vida dele e a dos outros em risco. Em curva, isso é um perigo muito grande porque você não está vendo quem vem à frente”, acentua.

O jornalista lembra ainda que além disso, alguns motoristas usam a faixa reservada ao acostamento, o que é totalmente irregular. “Essa é a pior de todas as práticas, porque o acostamento está à direita de quem trafega na faixa; e ali no acostamento pode ter um carro parado”, diz.  Robério lembra que essa ilegalidade vai levar uma multa altíssima e sete pontos na habilitação. “Vai doer no seu bolso e você vai estar mais exposto a um grave acidente”, assevera.

Na estrada, recomenda Robério Lessa, é preciso ter atenção aos pontos em que se pode ultrapassar. “Bem importante ter paciência e muita cautela na hora de ultrapassar. Muito cuidado com quem vem no sentido contrário. Além disso há estradas que têm alguns problemas de conservação, o que requer mais atenção”, pondera.

Cuidados adicionais

Outra dica com relação a essa volta é realizar essa viagem estando bastante descansado. “Nada de passar a madrugada pulando o Carnaval e dirigir com sono na sequência. Não esquecer também de estar bem hidratado, bem alimentado, para ter uma viagem tranquila e um retorno na mais completa segurança”, frisa.

Também é importante, segundo Robério Lessa, que mesmo durante o dia os faróis do veículo sejam usados. “O carro é muito mais facilmente visto quando o farol baixo está ligado”, justifica. Outra medida adotada é não deixar os objetos soltos dentro do carro, pois, com uma freada, elas podem ir para frente, batendo em alguém sobretudo em crianças. “É indispensável ainda o cinto de segurança”, avisa o especialista.

JS

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Telefone: 85.3257.3032

WhatsApp: 85.99717.1801

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

Publicado em Categoria Matriz

O jornalista Robério Lessa, da Assembleia Legislativa do Ceará, especialista em automobilismo e segurança no trânsito, apresenta algumas orientações úteis para trafegar em dias chuvosos. Se em dias de sol guiar um veículo requer muita atenção, os cuidados têm de ser redobrados quando chove, a começar pela visão, que é prejudicada, requerendo o acionamento dos limpadores do pára-brisa e do desembaçador do vidro traseiro, acentua.

A primeira e mais básica informação a ser assimilada, de acordo com o jornalista, é que a água na pista vai fazer com que os pneus diminuam a aderência ao piso e isso leva a uma série de práticas defensivas a serem adotadas.

A principal delas, diz Robério Lessa, é a redução da velocidade. "Com menos atrito entre os pneus e o solo, o veículo (carro, moto, ônibus e caminhão, dentre outros) vai levar mais tempo até parar completamente e se seu carro estiver com pneus gastos em demasia, esse perigo é ampliado exponencialmente", alerta.

Ele explica que dirigir próximo ao veículo à frente se tornou um vício comum, sendo um dos motivos que leva aos engavetamentos e pequenas batidas. "O problema é que sob chuva, a possibilidade aumenta porque alia-se a falta de aderência e a visão prejudicada ao pouco espaço para frear por completo.  Assim, trate de manter-se mais distante do carro que está à frente. Marque um ponto fixo quando este veículo cruzar e conte, pausadamente, até a passagem do seu. Não conseguiu contar até seis nesse tempo? Então você deve dar mais espaço", explica.

Quando a situação requer maiores cuidados

Em chuvas fortes, orienta o especialista, a visibilidade fica quase nula e em certos casos nem mesmo o limpador de pára-brisas consegue limpar o volume de água, tornando sua condução extremamente perigosa. "O melhor a fazer nesse caso é parar o carro em um lugar seguro, posto de gasolina, estacionamento, por exemplo, e esperar a chuva passar. Caso só tenha o acostamento para parar lembre-se de ligar o pisca-alerta para que os outros veículos vejam você. E na hora de sair desligue o pisca-alerta, jamais ande com ele acionado", acentua.

Outro detalhe que não deve ser esquecido é o de ligar os faróis baixos. "Nada de farol alto", orienta. Com isso, aumenta a visibilidade de seu veículo pelos outros.  "Não se deve ligar o farol alto porque a luz forte reflete diretamente nas gotas de chuva, prejudicando a sua visão e daqueles ao seu redor", explica.

Robério Lessa recomenda ainda que se evite trafegar por lugares alagados.  "Trechos com água podem esconder buracos ou algum objeto e assim danificar seu veículo, além do risco de entrar água para o interior e danificar componentes elétricos. Não se arrisque, espere a chuva passar e, nesse caso, a água escorrer", frisa.

No entanto, se não houver alternativa e você for obrigado a cruzar um trecho alagado faça isso usando a primeira marcha e acelerando forte e controlando a velocidade baixa até transpor o trecho, aponta o especialista. "Nada de trocar a marcha, pois a água, na troca, pode entrar pelo cano de escapamento e fazer com que o carro estanque, deixando-o dentro da água", recomenda Robério Lessa.

JS         

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Telefone: 85.3257.3032

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

Publicado em Categoria Matriz

Os cuidados em relação à gravidez indesejada são variados. Sendo assim, é necessário que as pessoas estejam atentas aos métodos de contracepção disponíveis. O ginecologista do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, Carlos Augusto, dá dicas às mulheres no vídeo disponibilizado nesta semana, produzido pelo Núcleo de Comunicação Interna da Alece e DSAS, com o apoio da TV Assembleia.

De acordo com ele, a contracepção mexe com o emocional e com a cabeça das mulheres. Isso se deve ao fato de que em sua avaliação, ao longo de sua vida reprodutiva, as mulheres estarão sempre preocupadas sobre como e qual a melhor maneira de evitar a gravidez.
Conforme Carlos Augusto, as dúvidas surgem logo na faixa etária em que há o início da atividade sexual. "Na adolescência, no início da sua vida sexual, surgem dúvidas sobre o que fazer, qual o melhor método e qual anticoncepcional se pode usar", aponta.

O ginecologista do DSAS chama ainda atenção para as dúvidas que surgem durante a perimenopausa - fase que marca o fim da vida reprodutiva da mulher e antecede a menopausa. É nela que ocorre a aproximação da última menstruação, por volta dos 50 anos, que acontece pela diminuição na produção de estrogênio.

"Na perimenopausa, essa questão é mais importante ainda, quando as restrições aos medicamentos são maiores", aponta o ginecologista Carlos Augusto, para quem as mulheres a partir dos 40 anos de idade lidam com restrições a medicações hormonais que possam usar. Ele aponta a existência de medicamentos que podem ser usados com segurança pelas mulheres. É necessário ainda, de acordo com ele, que tudo seja feito com acompanhamento de um ginecologista.

Confira a dica de saúde no vídeo disponibilizado abaixo desta matéria.

SC, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

WhatsApp: 85.99147.6829; Telefone: 85.3257.3032

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

 

 

Publicado em Categoria Matriz

Os engasgos são a terceira principal causa de morte em crianças e adolescentes de zero a 14 anos e em sua maioria são provocados principalmente pela ingestão de alimentos. Os casos ocorrem com mais facilidade  com as crianças  que têm entre zero e quatro anos de idade porque a via aérea ainda está em desenvolvimento, não se fechando adequadamente durante a deglutição.

O tenente coronel Emerson Bastos, subcomandante da 7ª Companhia do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediada na Assembleia Legislativa do Ceará, alerta que no caso de bebês é preciso redobrar os cuidados não apenas  durante a alimentação, mas com brinquedos ou objetos que possam ser  acidentalmente ingeridos.

Os sinais mais comuns de engasgamento incluem tosse ou respiração ruidosa; lábios ou pele azuladas; esforço grande para respirar e eventual perda de consciência.

Passo a passo

O oficial bombeiro afirma há uma técnica específica para a desobstrução das vias aéreas em bebês. ''Identificado o engasgo, comece segurando o bebê de barriga para baixo apoiando em seu antebraço. Com a cabeça levemente mais abaixada, segure a cabeça e a mandíbula do bebê com as dedos das mãos e tenha cuidado para não segurar pela garganta, pois isso irá obstruir mais ainda a passagem do ar'', alerta.

Após essa etapa, o tenente coronel Emerson Bastos afirma que é necessário dar cinco pequenas batidas com a base da mão entre os ombros do bebê, direcionando a mão para frente. Em seguida, deve-se girar o bebê mantendo a inclinação descrita.

''Para o movimento correto, deve-se posicionar os dedos na nuca, segurando o corpo com o braço, girando de forma que o bebê fique apoiado no outro braço. Na região central do tórax da criança, entre os mamilos, faça cinco compressões utilizando os dedos indicador e médio e repita o processo até a saída do líquido ou objeto ingerido. Se a criança chorar, é um bom sinal, pois significa que está entrando ar nos pulmões e que as vias aéreas estão desobstruídas'', explica.

A partir de um ano até a fase adulta, o recomendado é utilizar a chamada manobra de Heimlich, técnica de primeiros socorros utilizada em casos de emergência por asfixia. ''O socorro imediato é fundamental para salvar a vida de alguém que está com as vias respiratórias obstruídas e dificuldade para respirar'', assevera.

JB

 

Núcleo de Comunicação Interna da AL

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

WhatsApp: 85.99147.6829; Telefone: 85.3257.3032

Página: https://portaldoservidor.al.ce.gov.br/

InícioAnt12345PróximoFim
Página 1 de 5

Temos 1302 visitantes e 7 membros online

Login de Acesso

Por favor, para efetuar o login digitar zeros(0) à esquerda. Ex: 000015. Totalizando 6 dígitos.

QR Code

Portal do Servidor - Mostrando itens por tag: Cuidados - QR Code Friendly



  30ª Legislatura - Assembleia Legislativa do Ceará 

  Av. Desembargador Moreira, 2807 - Bairro: Dionísio Torres - CEP: 60170.900                           Siga-nos:

  Fone: (85) 3277.2500