Fortaleza, Terça-feira, 16 Agosto 2022
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O seminário "100 Anos de Celso Furtado - Que desenvolvimento queremos para o Brasil?" realizado nos dias 12 e 13 de agosto será exibido pela TV Assembleia a partir desta segunda-feira (24/08), às 15 horas. Quem  não  pôde  participar do evento promovido pela Escola Superior do Parlamento, da Assembleia Legislativa (Unipace), em conjunto com o Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), tem a  oportunidade de conferir  os debates ao longo  desta semana.

De acordo com o coordenador do estúdio master da emissora, Erick Diniz,  o seminário foi divido em cinco blocos e a cada dia da semana uma mesa  será  exibida. "De terça a sexta-feira, o seminário vai ao ar às 14 horas, podendo sofrer atraso devido à realização  das  reuniões das comissões técnicas e  sessão plenária", afirma.

No primeiro dia de exibição (24/08), o telespectador da TV Assembleia  acompanha a  mesa de abertura com as participações do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT); do superintendente do Iplanfor,  Eudoro Santana; do escritor e presidente do Centro Celso Furtado, ex-senador Saturnino Braga;  da jornalista, escritora e tradutora, Rosa Freire D'Aguiar; do presidente da Adece, Eduardo Neves, e do presidente da  Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), deputado Salmito (PDT), que atuou como  mediador.

Na terça-feira, (25/08), o público  confere o painel “Sobre a inspiração de Furtado: capitalismo, globalização, desenvolvimento na América Latina e os novos ares no mundo pós-pandemia. Na lista de convidados, participam Celso Amorim , ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa; Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda; e Pedro Cláudio Cunca Bocayuva, professor de Políticas Públicas em Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A mediação é  de Mônica Martins, coordenadora do Observatório das Nacionalidades.

Na  quarta (26/08) e quinta-feira (27/08), serão transmitidos respectivamente a mesa 3, "Sob a inspiração  de Furtado: desafios  e perspectivas do desenvolvimento regional brasileiro", e 4, "Significados da ciência  e da cultura para o desenvolvimento brasileiro".

No último dia de exibição, sexta-feira (28/08),  a TV Assembleia exibe  a mesa de  encerramento do seminário  que debate o tema “Da fantasia desfeita à esperança de um novo amanhecer: um projeto para o Brasil”. Atuam como debatedores Eduardo Moreira, escritor, economista e empresário; o filósofo e ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro; e o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, com mediação de Edilberto Pontes, vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE). Todos os debates do seminário  seguirão disponíveis ao público nos canais de YouTube da Unipace e do Observatório de Fortaleza.

Seminário-Balanço

O Seminário Celso Furtado  recebeu mais de 1.100 inscrições, ultrapassando as fronteiras do Ceará e do Brasil. Participaram do evento, pessoas de outros estados, como São Paulo, Paraná, Piauí, Maranhão, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio Grande do Sul, Alagoas e Pernambuco, além de inscrições do exterior, com provenientes de Lisboa (Portugal) e Londres (Reino Unido).

O diretor acadêmico da Unipace, Robson Loureiro, destaca a importância do seminário realizado. "A  parceria que a escola de governo do Poder Legislativo, a Unipace,  estabeleceu com a TV Assembleia, viabiliza a reprise do  seminário Celso Furtado, que consideramos  o maior evento online  já foi produzido pela Escola Superior do Parlamento Cearense", define o gestor.

De acordo com ele, atualmente, a Unipace está em processo de emissão de certificados, mas o conteúdo discutido  pelos palestrantes foi tão importante que a Escola Superior decidiu disponibilizar  nesta semana o conteúdo para o público que não conferiu o evento ter essa oportunidade.

JB

 

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O seminário "100 Anos de Celso Furtado - Que desenvolvimento queremos para o Brasil?" abordou, durante dois dias (12 e 13 de agosto), os caminhos que o pensamento de Furtado podem apontar para o projeto de País a partir das ações para sanar as desigualdades, as possibilidades de desenvolvimento para o presente e para o futuro e o cenário brasileiro e mundial dos últimos anos.

Realizado pela Assembleia Legislativa do Ceará, por meio da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace) e pelo Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), por meio do Observatório de Fortaleza, o evento debateu, na mesa de encerramento, nesta quinta-feira (13/08), em transmissão virtual, a temática “Da fantasia desfeita à esperança de um novo amanhecer: um projeto para o Brasil”.

O cantor, compositor e ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, destacou o legado e inspiração de Furtado e a relação que o intelectual procurava fazer entre política como atividade, como processo e criatividade, entendendo que “somente a redenção proporcionada pela política poderia dar lugar ao exercício pleno da criatividade”. Assim, pontuou Gil, percebe-se também o papel profundo da política e a necessidade de um aprimoramento constante no seu agir.

Gil comentou que Celso Furtado foi “um dos mais preocupados com a questão do deslocamento pendular entre conhecimento, ciência, política e desenvolvimento no sentido da equalização melhor da vida social e erradicação das desigualdades”.

Para o ex-ministro, ao ver a cultura como elemento “extraordinariamente caracterizador, fundador dessa possibilidade de desenvolvimento humano com todas as suas decorrências”, é possível perceber a sua contribuição para a confecção de um “melhor tecido igualitário, de aproximação entre os homens”.

Busca pela superação do subdesenvolvimento

Renato Janine Ribeiro, filósofo e ex-ministro da Educação, destacou o legado de Celso Furtado apontando que, desde cedo, ele se dedicou a questões cruciais, como o subdesenvolvimento e as maneiras de superá-lo, assim como as desigualdades. Para ele, o pensamento de Furtado é essencial ao se pensar perspectivas para o País.

Janine ressaltou a necessidade de compreender que o subdesenvolvimento é produzido, gerado. “Conhecemos melhor o País quando entendemos que as desigualdades são resultado de um projeto meticuloso. O Brasil é um caso de êxito de exclusão social”, pontuou. O ex-ministro comentou que o Brasil está vivendo um período obscuro de retrocessos e, por isso, é necessário preparar projetos para “sairmos dessa crise terrível”. Janine apontou que o Brasil “assassina talentos o tempo todo” e se contenta com “produto criativo bruto” muito inferior ao que poderia ter, por isso a necessidade de construir e planejar caminhos para a criatividade no País.

Eduardo Moreira, escritor, economista e empresário, comentou as desigualdades e acumulação de riquezas que marcam o Brasil e como isso afeta a liberdade dos brasileiros. “Não adianta crescer o PIB (Produto Interno Bruto) do País todos os anos se quem se apropria dessa riqueza continua a ser os mais ricos”, indicou.

Segundo ele, existe um discurso de defesa das liberdades individuais que não aborda as desigualdades e, por isso, é falho. “Não existe liberdade com desigualdade”, indicou, afirmando que, ao não haver distribuição da riqueza a todos, impede-se que os brasileiros criem, escolham o que podem e querem fazer. 

Ele ressaltou ainda a defesa de um desenvolvimento com propósito, “que distribui, que liberta, que dá possibilidade de criar”, ideias que estão no legado de Celso Furtado e, por isso, é importante “se alimentar de suas ideias e mudar os rumos dessa nau”.

Sobre o evento

O conselheiro Edilberto Pontes, vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), mediou o debate e apontou a abrangência da influência de Celso Furtado, um “intelectual engajado, homem da política, sempre com projetos novos para o Brasil, preocupado com o desenvolvimento regional, conectado com o mundo”.

A programação do segundo e último dia do seminário foi iniciada com o debate “Sob a inspiração de Furtado: significados da ciência e da cultura para o desenvolvimento brasileiro”. A discussão contou com a participação de César Bolaño, jornalista e doutor em Economia pela Universidade de Campinas (Unicamp); Jair do Amaral, professor de Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC); Cláudia Leitão, diretora do Observatório de Fortaleza, e mediação de Adson Pinheiro, doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

O seminário teve o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Trabalho (Sedet), por meio da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Universidade Federal do Cariri (UFCA), Universidade Estadual do Ceará (Uece) e Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA).

Conforme dados preliminares coletados pela Unipace até a última quarta-feira (12/08), mais de 1.100 pessoas acompanharam os debates. Foram registrados participantes do Ceará e de outros estados, como São Paulo, Paraná, Piauí, Maranhão, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio Grande do Sul, Alagoas e Pernambuco, além de inscrições do exterior, com provenientes de Lisboa (Portugal) e Londres (Reino Unido). Em termos quantitativos, também conforme o levantamento prévio, 58,6% dos inscritos são mulheres e 41,4% homens.

Todos os debates do Seminário "100 Anos de Celso Furtado – Que desenvolvimento queremos para o Brasil?" seguirão disponíveis ao público nos canais de YouTube da Unipace e do Observatório de Fortaleza.

(Da Agência de Notícias da AL, com Núcleo de Comunicação Interna)

 

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A Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), da Assembleia Legislativa do Ceará, e o Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), por meio do Observatório de Fortaleza, dão prosseguimento, nesta quinta-feira (13/08), ao seminário “100 Anos de Celso Furtado – Que desenvolvimento queremos para o Brasil?”. A transmissão será online, ao vivo, nos canais do YouTube da Unipace e do Observatório de Fortaleza. O evento foi iniciado nesta quarta-feira (12/08).

Nesta quinta-feira, das 15 horas às 17 horas,  debaterão o tema “Sob a inspiração de Furtado: significados da ciência e da cultura para o desenvolvimento brasileiro” os convidados Cláudia Leitão, diretora do Observatório de Fortaleza; Jair do Amaral, professor de Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC); César Bolaño, jornalista e doutor em Economia pela Universidade de Campinas (Unicamp), com mediação de Adson Pinheiro, doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Na mesa de encerramento, a partir das 17 horas, o tema “Da fantasia desfeita à esperança de um novo amanhecer: um projeto para o Brasil”, atuam como debatedores: Eduardo Moreira, escritor, economista e empresário; o filósofo e ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro; e o ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, com mediação de Edilberto Pontes, vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE).

Saiba mais

Celso Furtado dedicou a vida a entender o Brasil e a produzir projetos de transformação nacional, e resgata, em sua obra, o diálogo das ciências econômicas com as ciências sociais básicas, a filosofia, as tecnologias, as artes e a cultura, num esforço maior de compreender as consequências dos modelos econômicos para os países de economia dependente. Indicado ao Prêmio Nobel de Economia, em 2013, com uma bibliografia composta por mais de 30 livros, investigou a mecânica do subdesenvolvimento do país.

O Seminário “100 Anos de Celso Furtado – Que desenvolvimento queremos para o Brasil?” tem o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Trabalho (Sedet), por meio da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Universidade Federal do Cariri (UFCA), Universidade Estadual do Ceará (Uece) e Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA).

Conforme dados preliminares coletados pela Unipace até a última quarta-feira (12/08), mais de 1.100 pessoas acompanham o seminário, provenientes do Ceará e de outros estados, como São Paulo, Paraná, Piauí, Maranhão, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio Grande do Sul, Alagoas e Pernambuco, além de terem sido registradas inscrições do exterior, com participantes de Lisboa (Portugal) e Londres (Reino Unido). Em termos quantitativos, também conforme o levantamento prévio, 58,6% dos inscritos são mulheres e 41,4% homens.

SC

 

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As contribuições de Celso Furtado e a importância de suas obras para o desenvolvimento do Brasil e do Nordeste foram tema, nesta quarta-feira (12/08), da abertura do seminário “100 Anos de Celso Furtado – Que desenvolvimento queremos para o Brasil?”. O evento é uma realização da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), da Assembleia Legislativa do Ceará e do Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), por meio do Observatório de Fortaleza.

O presidente da  Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace) e mediador do evento, deputado Salmito (PDT), abriu o evento com uma frase provocadora de Celso Furtado, a qual pontua que “o esvaziamento da atividade política engendra o niilismo ou a revolta, e não a libertação do ser humano. A atividade política é condição necessária para que se manifeste a criatividade do plano institucional e para que se inovem as normas sociais”. A afirmação está presente na obra “Criatividade e independência na civilização industrial”, publicada em 1978.

“Em tempo de incertezas e descrédito na ação política, de cinismo de governantes face aos valores que sustentam a democracia, de ameaças à ciência e à cultura, é preciso, mais do que nunca, retomar os significados profundos da política”, salientou Salmito. O parlamentar ressaltou ainda o vasto legado intelectual deixado por Furtado e seu brilhantismo como executivo público, com passagens memoráveis nos ministérios do Planejamento e da Cultura.

Conforme o superintendente do Iplanfor, Eudoro Santana, Celso Furtado, além de economista, foi um cientista social, pois possuía visão transversal e sistêmica das questões socioeconômicas do País e, sobretudo, do Nordeste. Eudoro também destacou a importância do projeto “Operação Nordeste” - inspirado no livro “Formação Econômica do Brasil”, de Celso Furtado - a partir do qual nasceu a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

“Acho que estamos precisando de um novo Celso Furtado para retomar esse projeto, evidentemente dentro de outra realidade, no sentido de olhar o contexto do território no qual ele está sendo trabalhado e pensá-lo de forma transversal, compartilhada e, portanto, sistêmica, pois esse é o único caminho que temos para desenvolver o País e, em particular, o Nordeste, de forma mais humana e solidária”, avaliou.

A secretária executiva da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Roseane Medeiros, destacou que uma das grandes contribuições de Celso Furtado foi mostrar a brasileiros que o Nordeste também era economicamente viável, trabalhando, com isso, a autoestima dos nordestinos. Ela apontou ainda que, na época de Furtado, o Nordeste era visto como um problema para o país, devido à irregularidade de chuvas e ao êxodo rural.

“Ao pensar, de certa forma, a Sudene e também a criação de uma infraestrutura, ele fez com que acreditássemos que tudo o que vivemos hoje seria possível. Tenho uma crença muito forte de que tudo faz parte de uma construção coletiva, e hoje nós vemos o Ceará se saindo muito bem, principalmente nas políticas de continuidade”, disse, referindo-se às políticas públicas nas áreas de educação, infraestrutura e recursos hídricos.

Para o escritor e presidente do Centro Celso Furtado, Saturnino Braga, a figura de Celso Furtado é inspiradora e bastante representativa em termos de desenvolvimento social e econômico do país. “A sua garra e a sua vontade de transformar o Brasil e desenvolver as regiões subdesenvolvidas, especialmente o seu Nordeste, eram um exemplo histórico e educativo, para nós brasileiros, do que era possível se fazer em prol do nosso desenvolvimento cultural”, frisou.

A jornalista, escritora e tradutora Rosa Freire D'Aguiar, que também é viúva de Celso Furtado, comentou sobre os conteúdos encontrados por ela nos diários do economista, os quais se dividiam em testemunhos de eventos históricos - como seu encontro com Péron, quando este estava exilado na Espanha; momentos de tensão, a exemplo da batalha da Sudene, época na qual circulava entre deputados e senadores uma falsa ficha policial de Furtado, acusando-o de ser comunista; e, por fim, viagens a países pouco visitados e nos quais Celso esteve nas décadas de 1970 e 1980.

“Me dá uma sensação de que a gente está em uma espécie de orfandade de pensadores com o perfil de Celso. Concordo com Eudoro, ele é mais do que economista, ele é um pensador. Incorporou outros campos das ciências sociais e humanas, filosofia, psicanálise e história. Ele tem uma visão global e põe tudo isso junto de forma articulada e, assim, a gente tem uma visão global do mundo”, refletiu.

A programação desta quarta-feira contou ainda com o painel “Sobre a inspiração de Furtado: capitalismo, globalização, desenvolvimento na América Latina e os novos ares no mundo pós-pandemia”. O evento prossegue até quinta-feira (13/08), com o painel “Sob a inspiração de Furtado: significados da ciência e da cultura para o desenvolvimento brasileiro”, às 15h, e a mesa de encerramento “Da fantasia desfeita à esperança de um novo amanhecer: um projeto para o Brasil”, às 17h.

O seminário está sendo transmitido on-line nos canais do YouTube da Unipace e do Observatório de Fortaleza.

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