Fortaleza, Domingo, 23 Janeiro 2022
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Tão importante quanto a higienização das mãos, o uso da máscara e o cumprimento do distanciamento social é o cuidado em relação ao nosso sistema imunológico, principal defesa do corpo contra agentes infecciosos, como vírus, fungos, bactérias e até parasitas. Há agentes capazes de superar o sistema imunológico, como é o caso do novo Coronavírus. Por ser algo novo, o organismo não tem conhecimento pré-existente e o corpo tem mais dificuldade para identificar e combater o invasor.

Apesar de não ter substância comprovada para evitar a infecção pela Covid-19, a alimentação adequada e saudável, baseada no maior consumo de alimentos in natura ou minimamente processados previne doenças e mantém o sistema imunológico em pleno funcionamento.

A coordenadora do Serviço de Nutrição do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da da Assembleia Legislativa do Ceará, Gisele Pacheco, destaca que quando contraímos algum vírus ou bactéria, nosso organismo os combate com as nossas defesas e, com isso, o corpo gasta muito mais energia. “Após a recuperação, nosso organismo precisa da reposição de energia para contribuir com as funções vitais. Uma boa nutrição fornecerá essa energia e fortalecerá nosso sistema imunológico, auxiliando também na proteção de diversas doenças e até mesmo as sequelas deixadas pelo Coronavírus”, aponta.

Dentre os alimentos que fortalecem nosso sistema imunológico, a nutricionista aponta gengibre, brócolis, alecrim, orégano e cúrcuma, que têm um efeito anti-inflamatório, e frutas ricas em vitamina C, como laranja, limão, abacaxi e kiwi.

A lista de alimentos que ajudam as células de defesa do corpo inclui os carotenóides, que ativam o sistema imunológico e estão presentes em alimentos de cor amarelo-alaranjados, como manga, damasco, cenoura, abóbora; os de cor vermelha, como tomates e frutas vermelhas; e os de cor verde-escuro, como brócolis e couve. Já aqueles que contém vitamina E, como abacate, oleaginosas e o gérmen de trigo são considerados antioxidantes e ajudam a melhorar a resposta imunológica.

Alimentação é essencial durante a recuperação da doença

Embora o Brasil apresente um cenário preocupante por conta da pandemia da Covid-19, milhares de pessoas se recuperam da doença. E é após a recuperação que os cuidados com a alimentação precisam ser observados, com o objetivo de recuperar as energias e tratar possíveis sequelas.

Em outubro de 2020, o servidor Sílvio Augusto Castelo Branco, que atua na Rádio FM Assembleia 96,7, sentiu alguns sintomas como dor de cabeça e moleza no corpo. Com um membro da família já testado positivo para a Covid-19, Sílvio procurou um hospital para realizar alguns exames e se submeteu ao teste RT-PCR, considerado padrão ouro para identificação do Coronavírus.

No dia 30 de outubro, com o resultado positivo em mãos e sintomas leves da doença, passou a fazer o tratamento em casa, que incluía repouso, uso de medicamentos para aliviar os sintomas e o isolamento de 15 dias. Nesse período, seguiu as orientações médicas. “Fiquei completamente isolado em casa e no meu quarto, sem contato com ninguém, e meus objetos (talher, copo, prato) e roupas eram lavados separadamente para evitar o risco da propagação da doença”, relata.

Em média, o tempo que uma pessoa leva até ser considerada curada oscila entre 14 dias e seis semanas. Após a recuperação da doença, é necessária uma consulta médica para a realização de exames e check-up. Mesmo os pacientes recuperados que tiveram sintomas leves, como é o caso de Sílvio Augusto, devem ter uma alimentação saudável para recuperar nutrientes.

Indicações de alimentos

Conforme a nutricionista do DSAS, Gisele Pacheco, embora o planejamento alimentar deva ser individual, levando em conta as necessidades específicas de cada as reações causadas pelo Coronavírus são diferentes de pessoa para pessoa. No seu entender, a boa nutrição atende a todos.

“Alguns nutrientes específicos devem ser consumidos nesse momento como o  mineral zinco, considerado essencial para o funcionamento do sistema imunológico, que pode ser encontrado no feijão, cereais integrais, frutas e oleaginosas como castanhas, amêndoas e a  vitamina A,  que  é um excelente nutriente, pois estimula a fagocitose, processo que auxilia no combate ao Coronavírus e outros invasores”, afirma a nutricionista, apontando que a vitamina A é também encontrada em produtos alaranjados como cenoura, mamão, abóbora e também nos ovos, leites e derivados.

Outro mineral importante é o ferro, que melhora a resposta imune. Ele é encontrado em carnes e grãos e para ter a melhor absorção desse ferro, conforme Gisele Pacheco, devemos consumi-lo juntamente com a vitamina C. A castanha do Brasil, conhecida popularmente como castanha do Pará, é rica em selênio e possui uma ação antioxidante, fortalecendo o nosso sistema imune. Ainda de acordo com a nutricionista, duas unidades ao dia são suficientes para suprir a nossa necessidade.

“De maneira geral, para termos saúde, devemos consumir comida de verdade com frutas e verduras de cores e texturas diferentes para adquirir todos os tipos de nutrientes para o nosso organismo”, defende Gisele Pacheco.

JB

 

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A pandemia da Covid-19 representa a maior crise sanitária do mundo em mais de 100 anos. A chegada das vacinas que combatem o Coronavírus ao Brasil têm trazido esperança de dias melhores para a população ao redor do planeta, mas as autoridades  de saúde alertam que as medidas de proteção individual e coletivas devem prosseguir, mesmo para quem já recebeu a primeira dose do imunizante. Com o objetivo de de trazer mais esclarecimentos para os servidores da Assembleia Legislativa do Ceará, o Webinar desta terça-feira (16/02), às 16 horas, tem como tema “Vacinas COVID19: Qual a importância e como funcionam?”.

A temática será abordada  por Edson Holanda Teixeira, professor associado IV do Departamento de Patologia e Medicina Legal da Faculdade de Medicina (Setor Imunologia) da Universidade Federal do Ceará (UFC) e membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (2013-2017).

O convidado é graduado em Odontologia pela UFC (1997), com especialização em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde (2009), mestrado (2001) e doutorado (2005) em Bioquímica pela Universidade Federal do Ceará e pós-doutorado em Glicoimunologia na Universidade Nova de Lisboa, de Portugal (2016).

Edson Holanda Teixeira vai apresentar em um contexto geral as vacinas  contra a Covid-19  e destacar  a importância  do imunizante  na área da saúde, enquanto revolução na área médica, na longevidade nas pessoas e no sentido econômico. "Depois dessa visão geral sobre vacinas, vamos focar em apresentar os principais tipos de imunizantes que são utilizados hoje em dia  contra o novo Coronavírus e como são feitos", antecipa. Ainda na atividade, o palestrante vai falar sobre imunidade de rebanho, "expressão diz respeito à imunidade coletiva'', adianta.

Saiba mais

O Webinar, projeto voltado exclusivamente para os servidores da Assembleia Legislativa do Ceará,  promovido pela Célula de Qualificação dos Servidores da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), tem transmissão online ao vivo por meio da plataforma Zoom a partir das 16 horas. Para participar , os  interessados devem acessar o link https://bit.ly/3jCSvh0 e realizar a sua inscrição.

A coordenadora da Célula de Qualificação dos Servidores, Norma David, destaca que o tema foi escolhido justamente para tirar as dúvidas dos servidores da Casa em relação às vacinas, bem como desmistificar  as noticias falsas que circulam sobre o imunizante.

"A  Unipace  traz  esse tema à discussão para que os participantes  possam tirar dúvidas, dialogar e saber mais detalhes sobre as vacinas contra a Covid-19. O professor  Edson Holanda vai trazer dados comprovados e científicos  sobre o  tema de extrema relevância diante do contexto que estamos vivenciando", destaca.

A última edição do Webinar  teve como tema “Acolhimento emocional: cuidar de si, cuidar do outro”, com palestra conduzida pela servidora do Departamento de Saúde e Assistência Social da Assembleia Legislativa (DSAS), Lucila Bomfim Lopes.

JB

 

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O Ceará ultrapassa a marca de um milhão de testes realizados para Covid-19 em oito meses de pandemia, de acordo com o site do Governo do Estado (https://www.ceara.gov.br/). As unidades administradas pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) lideram a testagem, com realização de 99% dos testes rápidos e 68% dos exames de biologia molecular (RT-PCR).

Ao todo, foram realizados 1.013.997 exames no Ceará até a última semana. O investimento em testagem está entre as principais ações da Sesa para o enfrentamento ao Coronavírus. “Em março, quando os primeiros casos foram notificados, o Estado tinha capacidade de realizar apenas 100 testes por dia no Lacen. Fomos ampliando e habilitando novos equipamentos, o que nos permitiu o aumento dos exames”, ressalta Magda Almeida, secretária executiva de Vigilância e Regulação da Sesa.

Atualmente, a rede pública estadual tem capacidade para fazer até 12.500 testes por dia. “O Ceará está testando muito. Esse número é uma marca importante pra gente, já que nos possibilita a identificação precoce do vírus, além de permitir o isolamento em tempo oportuno dos pacientes. Ficamos muito felizes em saber que estamos conseguindo executar e vamos fazer muito mais”, complementa a gestora executiva.

A ampliação da testagem e a rapidez do diagnóstico contribuíram para a busca pelos testes na rede pública. “Com a competência que o Ceará tem hoje, com resposta em 48 horas e muitas vezes em menos de 24 horas, a adesão da população cresceu”, acrescenta Magda.

Prevenção

A Sesa reforça a importância do cumprimento das medidas de prevenção à Covid-19 no Estado. O respeito às normas de segurança é fundamental para evitar a disseminação do vírus e o consequente surgimento de novos casos.

“Tivemos um decréscimo no número de casos, mas a pandemia não acabou. As medidas de distanciamento social devem ser respeitadas, e é necessário evitar aglomerações e usar a máscara. Conseguimos realizar a abertura gradual de diversas atividades e não gostaríamos de voltar atrás, mas isso depende de dois comportamentos básicos: do vírus e da população”, afirma Magda.

JS, com informações do site do Governo do Estado

 

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Publicado em Categoria Matriz

Além do isolamento social para evitar a proliferação da Covid-19, existem alguns cuidados que cada um pode adotar para passar por esse período com a saúde mais protegida. A alimentação saudável está entre esses cuidados essenciais, como destaca a coordenadora da Cédula de Nutrição do Departamento de Saúde da Assembleia Legislativa, Gisele Pacheco.

Ela explica que, para estar protegido e combater a entrada de vírus, bactérias e fungos, as células de defesa do nosso organismo precisam estar fortalecidas. “Para isso, a alimentação é essencial para a imunidade e para manter a saúde em dia”, ressalta.

A nutricionista destaca que existem alimentos que ajudam as células de defesa do corpo e que devem ser incluídos no cardápio sempre que possível. Entre eles estão os carotenóides, que ativam o sistema imunológico e estão presentes em alimentos de cor amarelo-alaranjados, como manga, damasco, cenoura, abóbora; os de cor vermelha, como tomates e frutas vermelhas; e os de cor verde-escuro, como brócolis e couve. Gisele recomenda também alimentos ricos em vitamina C, que têm antioxidantes e promovem resistência a infecções respiratórias e gripes, e está presente nas frutas cítricas, como laranja, limão e tangerina, acerola, caju, também em verduras como pimentão, repolho e vegetais de cor verde-escura.

Devem entrar na lista de compras alimentos que contém vitamina E, que é antioxidante e ajuda a melhorar a resposta imunológica, e está presente no gérmen de trigo, abacate, oleaginosas (castanha, amêndoas, nozes), óleos vegetais (girassol, algodão, soja, azeite de oliva), na gema de ovo e nos grãos.

Gisele Pacheco sugere também o consumo de alimentos que contenham acido fólico, que é necessário para a formação das células de defesa, presente em vegetais verde-escuros (agrião, couve, brócolis) e nas leguminosas (feijão, lentilha, ervilha).

Ela lembra que o zinco é também um mineral que colabora para uma boa resposta imunológica e está presente em peixes, ostras, carnes, aves, grãos e cereais integrais, leguminosas e nozes. O selênio, antioxidante, está presente nas oleaginosas e é encontrado na castanha do Pará, frutos do mar, gérmen de trigo, grãos e cereais integrais. Os probióticos, que são bactérias presentes no organismo e têm função benéfica, são encontrados em iogurtes, leites fermentados e suplementos.

"As gorduras boas também devem ser incluídas no cardápio, pois são anti-inflamatórias e melhoram a resposta imunológica. Estão presentes em peixes de água fria, como sardinha, salmão, atum, cavala, truta, linguado. E também estão na semente de linhaça", recomenda.

A nutricionista destaca o alho como um alimento benéfico. "O alho possui a alicina, que tem ação anti-inflamatória e antibacteriana". E recomenda também "o consumo de gengibre, que tem uma ação antiséptica e os cogumelos que possuem lentina, que aumenta a produção de células de defesa".

Ela também esclarece que alguns chás podem ajudar a fortalecer o sistema imunológico, "como chá de folhas de oliva, que é um antibiótico natural, alcaçuz, ginseng, ipê roxo”. Com relação aos temperos, a nutricionista recomenda o uso de alecrim, cúrcuma, orégano, gengibre, que têm efeito anti-inflamatório, além de alho e cebola roxa que têm ação antiviral.

A nutricionista lembra aos diabéticos e hipertensos, que são considerados do grupo de risco, que precisam seguir corretamente as orientações médicas com a alimentação. “Eles devem ter um cuidado maior, pois essas pessoas que têm doenças crônicas estão em maior risco por conta do comprometimento da resposta imunológica”.

DIETAS

Gisele alerta ainda que, nesse momento, é recomendável não fazer dietas de baixa caloria. “O interessante é se alimentar de uma forma correta, consumir frutas e verduras, e evitar alimentos industrializados, beber bastante água e se exercitar”, ressalta. Ela recomenda ainda a atividade física, pois "os benefícios vão além da perda de peso. As vantagens como a redução de doenças cardíacas e vasculares, diabetes, hipertensão, além do condicionamento físico, melhora do sistema cardiorrespiratório”.

HIGIENIZAÇÃO

Ao chegar em casa com as compras, é necessário lavar as mãos e higienizar os alimentos com água sanitária. A nutricionista recomenda:  "lavar os alimentos em água corrente, tirando toda a sujeira que está a olho nu. Depois, você deve deixar esses alimentos de molho por cerca de 30 minutos numa solução de água sanitária. Dilua uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água". Ela enfatiza que as embalagens trazidas de fora também devem ser higienizadas com essa solução.

A coordenadora da Cédula de Nutrição lembra que é fundamental que, antes de preparar comida, é preciso lavar bem as mãos com sabão e água corrente. Ela explica que as unhas devem ficar curtas; deve ser evitado o uso de acessórios (anéis, relógios e pulseiras), pois podem acumular sujeiras e microorganismos; evitar falar ou tossir perto dos alimentos que estão sendo preparados ou servidos, e perto de utensílios que serão utilizados; e as superfícies e utensílios que estarão em contato com os alimentos devem estar sempre higienizados.

(Da Agência de Notícias da AL)

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O Procon Assembleia alerta sobre os direitos do consumidor em meio à pandemia provocada pelo vírus Covid-19, o novo coronavírus. Mesmo com a mudança na rotina dos brasileiros e nas relações de trabalho, a legislação estabelece regras nas relações de consumo que devem ser respeitadas e às quais devemos estar atentos.

Umas das mais recentes medidas adotadas para não prejudicar o consumidor foi a Medida Provisória nº 925/2020, publicada em março no Diário Oficial da União, que estabelece regras específicas de cancelamento, remarcação e reembolso de passagens. Além de socorrer a aviação civil, que tem sofrido uma drástica redução no número de voos, a MP traz benefícios para os passageiros.

“Para que o consumidor não fosse lesado, foi editada essa Medida Provisória. No artigo 3, ela determina que o prazo para o reembolso do valor relativo à compra de passagens aéreas será de doze meses, observadas as regras do serviço contratado e mantida a assistência material, nos termos da regulamentação vigente”, explica a assessora técnica do Procon Assembleia, Telma Valéria.

De acordo com ela, os consumidores ficarão isentos das penalidades contratuais por meio da aceitação do crédito para utilização no prazo de um ano a contar da data da viagem frustrada.

Telma Valéria explica que, antes da MP, a resolução 400/16, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinava que para cancelar a viagem e pedir reembolso sem custos, o consumidor deveria contatar a companhia aérea em até 24 horas a partir do recebimento do seu comprovante de compra.

Bancos

Outra resolução publicada em março no Diário Oficial da União trata sobre o funcionamento dos bancos durante a pandemia. A advogada do Procon Assembleia, Raíssa Pontes, afirma que o tema gera dúvidas recorrentes por parte dos consumidores. “O Banco Central editou uma resolução informando que os bancos têm autorização para alterar os seus horários de atendimento durante a disseminação do coronavírus. Pode haver a redução de horário, no intuito de evitar aglomeração para proteger os clientes dentro das instituições’’, destaca.

A resolução determina que "assegurada a  prestação dos serviços essenciais à população, as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem ajustar o horário de atendimento ao público de suas dependências enquanto perdurar, no País, a situação de risco à saúde pública decorrente do novo Coronavírus (Covid-19)".

Outra determinação é que as instituições fixem o aviso de mudanças em local visível em suas dependências, bem como comuniquem os clientes, pelos demais canais de atendimento disponíveis, sobre o horário de atendimento.

Saúde

A assessora técnica do Procon Assembleia, Telma Valéria, também alerta a população que os planos de saúde devem realizar o exame para detecção de coronavírus, atendendo a resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar. A cobertura é obrigatória quando o paciente se enquadrar na definição de caso suspeito ou provável de doença pelo Coronavírus 2019 (Covid-19) definido pelo Ministério da Saúde.

“O teste para identificar o coronavírus deve ser coberto para os beneficiários dos planos de saúde em segmentação ambulatorial, hospitalar ou de referência e deverá ser feito nos casos em que houver indicação médica, de acordo com os protocolos e diretrizes do Ministério da Saúde", explica Telma Valéria.

JB

 

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