Fortaleza, Sexta-feira, 21 Janeiro 2022
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Uma alimentação saudável é sinônimo de mais qualidade de vida. Em tempos de Coronavírus, a população tem redobrado os cuidados com a saúde e adotado um cardápio mais “balanceado”, com frutas, legumes, verduras, oleaginosas, e carnes magras. Em jogo, estão a manutenção da saúde e a prevenção de doenças, incluindo diabetes, hipertensão e obesidade, que aumentam o risco de complicações da Covid-19.

A escolha dos alimentos também favorece o nosso sistema imunológico, que protege nosso organismo contra doenças, conforme destaca a nutricionista do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, Nathália Duarte. “Quando se fala em imunidade, muitas pessoas têm aquela visão equivocada de tomar altas doses de própolis e vitamina D. Já nascemos com uma genética de imunidade, uma vez que a escolha do nosso parto e a forma que nossa mãe se alimentou têm influência direta. Outros fatores que influenciam também são qualidade do sono e a nossa própria alimentação rica em produtos naturais”, destaca.

A nutricionista afirma que é preciso investir em “comida de verdade” e evitar produtos multiprocessados que são saborosos, mas que não agregam nutrientes para a saúde. “Alho e cebola são ricos em nutrientes que ajudam a aumentar a imunidade e podemser consumidos assados para dar sabor às proteínas ou na preparação de molhos. A cúrcuma possui propriedades antioxidantes e moduladora do sistema imune e o gengibre e o extrato de própolis também contribuem para a imunidade”, explica.

Frutas, iogurtes e chás entre as recomendações

Em relação às frutas, Nathália Duarte recomenda que as ricas em vitamina C, como laranja, limão,acerola, tangerina, morango, caju, goiaba, mamão e manga, são boas opções em conjunto com as fibras. “Frutas e fibras são um combo para a imunidade. Consumir iogurte natural, oleaginosas como castanha do caju ou do Pará, avelãs e chás de folha da oliveira,de astragalus e equinácia são importante e favorecem o sistema imunológico. “Quando se fala em alimentação e sistema imunológico o importante é que a população saiba investir na comida não industrializada, aquela que a terra nos fornece, formada por frutas, legumes e verduras, com o mínimo de química possível”, recomenda.

A alimentação também é aliada no combate à ansiedade, que cresceu durante o período de isolamento social. Quem sofre desse transtornopode apostar nas sementes de abóbora, castanha do Pará, cacau em pó, amêndoas, farelo de aveia, folhas verdes escuras como couve manteiga, agrião, espinafre e cereais integrais (arroz e macarrão integral) e granola, segundo aponta a nutricionista.

De acordo com Nathália Duarte, seguir dietas da moda com restrições de alimentos incluindo carboidratos deve ser evitado porque provoca um grau de ansiedade no paciente. “Não aconselho dietas muito restritivas porque o nosso cérebro precisa de carboidrato para combater a ansiedade. Quando o paciente tem um padrão de alimentação ruim, o indicado é fazer uma substituição por um cardápio saudável e nutritivo”, justifica.

JB

 

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O retorno das aulas presenciais de escolas,cursos, faculdades e universidades ainda é  incerto  apesar do avanço para fase 4 do plano de retomada econômica em todo o Estado do Ceará. O impasse tem dividido opiniões de pais e profissionais de ensino.

O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe-CE) defende o retorno das atividades no formato híbrido  possibilitando aos pais as opções de manterem os filhos em casa ou mandá-los à escola.

Raísa Pontes, advogada do Procon Assembleia reforça que não houve nenhuma flexibilização com relação as aulas de forma presencial, suspensas desde março com o início da pandemia da covid.19. ''Desta forma, as instituições  escolares não podem  condicionar aos alunos neste momento, qual  será a forma escolhida por esses  tendo em vista que não há nenhum estudo sobre  flexibilização, nem posicionamento do Governo do Estado em relação ao formato que será adotado e permitido para o retorno das aulas, no momento''.

Se adotado o formato híbrido ou gradual (com poucos alunos em sala de aula ou em dias alternados), a  advogada  afirma que as instituições de ensino não podem obrigar  os  pais  que estão inseguros  a submeterem seus filhos ao formato oficializado pela unidade escolar. "Se o pai ou a mãe quiser, eles podem oficializar, mas ele não é obrigado, porque ainda não há nenhuma flexibilização", acentua. 

Em relação a Lei nº 17.208, sancionada pelo Governador do Estado, Camilo Santana, em maio deste ano, que prevê a redução das mensalidades escolares durante o período de pandemia, Raíssa Pontes alerta que não houve alteração em sua vigência.

'' É  importante salientar que com relação ao desconto  previsto nessa legislação,  o artigo 5  informa e elenca que os descontos de redução  e as obrigações impostas pela lei  só  serão  flexibilizados quando as  aulas foram retomadas no formato presencial'', conclui.

Saiba mais

 A Lei nº 17.208, sancionada pelo governador Camilo Santana em maio deste ano, é resultado do projeto de lei nº 77/20, de autoria do deputado Nezinho Farias (PDT). O projeto determina  que os descontos mínimos devem ser aplicados ao valor das mensalidades de acordo com o nível de educação, modalidade de ensino e faturamento das instituições.

Para a educação infantil, o desconto mínimo será de 30% no pagamento. No  ensino fundamental, a redução é de 17,5% e o ensino médio, de 15%. Quanto aos cursos superiores, o desconto varia de acordo com a modalidade de atuação.

Cursos presenciais terão desconto de 20% e os semipresenciais de 15%. Já instituições de ensino profissional devem fornecer abatimento de 17,5%. Essas regras são aplicadas às instituições de grande porte, com receita anual igual ou superior a R$ 4,8 milhões.

O público que se enquadrar na modalidade de ensino de inclusão da pessoa com deficiência, como transtorno do espectro autista (TEA), deficiências físicas, motoras terão desconto de 50% para educação infantil, 30% para ensino fundamental e ensino profissionalizante, 35% para ensino superior presencial e 25% nos ensinos médio e superior semipresencial.

JB

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A Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), da Assembleia Legislativa do Ceará, promove nesta quinta-feira (30/07), às 16 horas, mais uma edição do projeto Diálogos Online. O convidado será o diretor da agência Caramelo Comunicação, Paulo Jr Pinheiro, professor e mestre em Comunicação Estratégica;  com mediação do jornalista e mestre em Sociologia Demétrio Andrade. A transmissão será feita no perfil da Unipace no Instagram (@unipace).

O tema do debate é “O papel da Assessoria de Imprensa durante a pandemia de Covid-19". O principal objetivo da discussão, conforme explica o gestor educacional da Unipace e sociólogo Eduardo Moreira, é abordar a importância de divulgação de informações fidedignas sobre  o coronavírus para melhor orientar a população sobre as melhores formas de se conviver com a pandemia.

Eduardo Moreira frisa que "durante os últimos tempos, tem acompanhado todo o papel e a relevância da imprensa, que muitas vezes é colocada em descrédito". Por conta disso, ele considera necessário destacar a importância das assessorias de imprensa neste momento em que estamos diante de uma pandemia. "São primordiais, agora, informações de qualidade, validadas por veículos de comunicação e por profissionais jornalistas direcionadas a toda população, de forma a garantir transparência, qualidade dos dados e das notícias".

Diante destas questões,  O projeto Diálogos Online pretende discutir, conforme explica Eduardo Moreira,  a temática proposta, abordando o papel da imprensa no atual contexto, tendo com o debatedor Paulo Jr. Pinheiro.         

Diálogos Online

Nas versões anteriores, o a iniciativa da Unipace já abordou o papel e a importância do Sistema Único de Assistência Social, a importância da democracia no atual contexto da pandemia, a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) para o enfrentamento da crise, a importância dos pequenos negócios para a economia do Ceará, as possibilidades de retomada de crescimento do Estado, considerando a crise provocada pela pandemia da Covid-19, o novo Fundeb e um pacto pela educação no Brasil e inovações nas políticas de saúde e as medidas de combate ao conoravírus no Ceará

Esta será a sétima edição do Diálogos Online, proposta que tem como objetivo levar conteúdo aos cearenses durante o período de isolamento social. Nas edições anteriores, o projeto recebeu, dentre outros nomes, a assistente social e ex-secretária de Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado, Fátima Catunda, a ex-secretária de Planejamento e Gestão do Ceará, Silvana Parente,  o presidente do Conselho Estadual de Economia, Ricardo Coimbra, o deputado federal Bismarck Maia e o superintendente da Escola Superior da Saúde Pública, Marcelo Alcântara Holanda.

Serviço:

Projeto Diálogos Online

Acesso pelo Instagram (@unipace). Dia: 30/07/2020, às 16 horas

JS

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Os protocolos de assistência médica para os pacientes com suspeitas de ter contraído Covid-19 se aperfeiçoaram, visando uma maior eficiência no combate à doença. É o que informa o médico cardiologista Célio Vidal, do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará.

De acordo com ele, no princípio da pandemia, as recomendações era de que as pessoas com sintomas leves da enfermidade deveriam permanecer em casa. Hoje, no entanto, quando o paciente tiver sintomas persistentes, a partir do segundo dia depois de identificar esses sinais, deve buscar o atendimento dos profissionais de saúde.

Célio Vidal acentua que a orientação pode ser buscada, inicialmente, através de um contato telefônico junto a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), no sentido de buscar uma reavaliação. “Algumas medidas podem ser tomadas para evitar uma manifestação mais grave da doença”, recomenda.

O médico esclarece ainda que pessoas possuidoras de alguma comorbidade não devem postergar a busca do atendimento. “As patologias, quando atendidas em seu momento ideal, podem ser revertidas”, orienta.

No vídeo abaixo, Célio Vidal faz recomendações para que as pessoas continuem tendo uma postura proativa diante da enfermidade, que ainda não tem cura. O vídeo é uma produção do Núcleo de Comunicação Interna da AL, com DSAS e apoio da TV Assembleia.

JS, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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Publicado em Dicas de Saúde

Depois dos momentos mais agudos da pademia da Covid-19, começa a ressurgir um novo normal. Estabelecimentos comerciais do ramo alimentício, como bares e restaurantes, voltam a abrir, obedecendo protocolos de proteção dos clientes e funcionários. Porém, a reabertura não significa que o perigo maior já passou. Todos precisam estar atentos, para que o retorno à normalidade não regrida e medidas mais restritivas precisem ser adotadas pelas autoridades sanitárias e pelo Governo do Estado.

Acompanhe as orientações que a nutricionista Gisele Pacheco, do Departamento de Saúde e Assistência Social da Assembleia Legislativa do Ceará, traz para você neste vídeo produzido pelo DSAS, em parceria com a Comunicação Interna e com apoio da TV Assembleia. No vídeo abaixo, ela recomenda que as pessoas, ao procurar uma refeição ou lanche fora de casa, optem por locais já conhecidos antes do surgimento da pandemia.

Entre os pontos que Gisele Pacheco considera como imprescindíveis, estão o distanciamento das mesas, de forma a não permitir aglomerações, e o controle de entrada e saída dos clientes. “Antes de sair de casa, ligue para saber como está o funcionamento do bar ou restaurante”, recomenda.

A nutricionista lembra também que não se deve voltar a usar a mesma máscara após a refeição. Por isso, é importante ter uma de reserva na bolsa, tendo o cuidado de guardar a máscara usada anteriormente dentro de um saquinho, para evitar contágio.

JS, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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