Fortaleza, Terça-feira, 18 Janeiro 2022
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A TV Assembleia é acessada  em HD (Alta definição) pelo canal digital 31.1 e em canal compartilhado com a Rede Leglislativa pelo canal 61.1 . A partir deste sábado (29/08), a transmissão do canal da Rede passará a ser acessada pelo canal digital 7.3.

A mudança de canal faz parte da integração da TV Assembleia com a Rede Legislativa, que reúne as emissoras de televisão das casas legislativas nas esferas federal, estadual e municipal.

A informação é do diretor da TV Assembleia, Renato Borges, que destaca a união e parceria entre as TVs legislativas e a possibilidade de acesso mais amplo da população à diversidade de canais de TVs públicas.

“A TV pública assume papel muito importante no sentido dar publicidade, para que as pessoas possam estar cientes e terem conhecimento do que acontece em cada uma dessas casas legislativas", acentua.

O acesso à TV Câmara passa a ser no canal 7.1, TV Fortaleza 7.2 e TV Senado 7.4.

Renato Borges comenta ainda que a TV Assembleia cumpre seu papel de TV pública e segue os princípios constitucionais e administrativos ao dar publicidade e transparência a todos os assuntos, projetos e debates da Assembleia Legislativa do Ceará.

Além das informações sobre o Poder Legislativo, a TV Assembleia oferece à população uma "diversidade de programações sobre atividades culturais, artísticas, educacionais, telejornais sobre que acontece no estado do Ceará, dando conhecimento a todos que assistem e participam".

SERVIÇO

Disponível a partir do dia 29 de agosto

TV Assembleia - Canal HD 31.1 e Digital 7.3
7.1 TV Câmara
7.2 TV Fortaleza
7.4 TV Senado

Em Juazeiro do Norte
7.1 TV Senado
7.2 TV Juazeiro do Norte
7.3 TV Assembleia
7.4 TV Câmara

* Se necessário, o usuário deve executar a função Busca/Sintonia da sua TV para acessar os canais da rede legislativa

 (Da Agência de Notícias da AL)

 

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A TV Assembleia (canal 31.1) exibe, a partir desta quarta-feira (12/08) e seguindo até sexta-feira (14/08), às 18h50, a série “Mineração em Quiterianópolis: o progresso que escorreu pelo Rio”. São três matérias que abordam a contaminação por minério de ferro e outros metais no município, além dos impactos socioambientais na região.

A série vai relatar os impactos causados a partir da instalação, em 2010, da mineradora Globest em Quiterianópolis, município do sertão dos Inhamuns, interior do Ceará. Com a promessa de levar desenvolvimento econômico e gerar empregos para a região, a empresa foi instalada sem ouvir e nem respeitar as comunidades do entorno.

Durante os sete anos de operação, a companhia cometeu vários crimes socioambientais, conforme documentado pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), entre os quais, a instalação de barreira de contenção de escoamento na área de preservação permanente (APP) do rio Poty, a execução de extração de minerais sem licença da autoridade competente e o lançamento de resíduos diretamente no solo.

Atualmente, a questão está sendo acompanhada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido e de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa, bem como pelo Escritório de Direitos Humanos e Assessoria Jurídica Popular Frei Tito de Alencar.

“Mineração em Quiterianópolis: o progresso que escorreu pelo Rio” tem produção de Suely Frota, reportagem e edição de texto de Cibele Couto e edição de imagens de Ribamar Júnior. As imagens são de Reginaldo Silva e as artes de Daniel Cardoso, com a equipe sendo composta ainda pelo motorista Félix Magalhães.

 

(Da Agência de Notícias da AL)

 

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Se o isolamento social em tempos do vírus Covid-19, o novo coronavírus, é um comportamento imposto pela necessidade de se preservar a saúde, e até vidas, da coletividade, para algumas pessoas é apenas uma opção de vida. É o que procura mostrar o documentário Consigo, produzido pela TV Assembleia, disponível para o público na plataforma YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=TgW6ad2dCoA), hoje facilmente acessível por smartv.

A produção do Núcleo de Documentários da TV Assembleia estreou na telinha em 7 de dezembro do ano passado, mas agora está disponível para quem perdeu a oportunidade. Consigo, que tem a direção de Marcelo Alves e a concepção de Ângela Gurgel e Marcelo Alves, retrata as vidas de Emanuel de Maria, Maria Alacoque e Marcos Natureza.

Emanuel de Maria escolheu viver em um retiro de oração e silêncio a partir de 2004, na Comunidade Mariana Oásis da Paz, em Fortaleza. Amparando-se em seus sentimentos de fé e de cristandade, ele anuncia que excluiu de si a vida mundana. Maria Alacoque, formada em História e Direito, já foi professora, advogada,e esposa, com dois enteados. Todos mortos. Aos 84 anos, decidiu morar no Lar Torres de Melo, que acolhe idosos, também na capital cearense. Marcos Natureza, que era bancário do extinto Banco do Estado do Ceará, onde trabalhou por 19 anos, mora em uma casa em Fortaleza, sem água e luz elétrica.

A ideia do documentário é mostrar que há formas de vida para além do que é considerado socialmente aceito. Há possibilidade de transgredir certas normas sociais e de se libertar das heranças culturais que impõem comportamentos, formas de pensar, de agir e até mesmo de se relacionar com o mundo à volta. Há entre os três personagens semelhanças entre si, mas também brutais diferenças que são exploradas pela direção do documentário, sempre com os personagens falando em primeira pessoa.

Consigo tem um diapasão inicial mostrando a chegada do metrô de Fortaleza na estação Porangabussu, sugerindo que por volta das 5h30min o transporte já se encontra apinhado de gente. São pessoas que buscam destinos variados, mas que se assemelham. Trabalho ou estudo são, salvo raras exceções, o que obriga as pessoas a saírem cedo de casa, em busca de suas rotinas diárias. Logo em seguida, a câmera nos remete a cenários absolutamente distintos, onde o ritmo é oposto, nos dando um choque de realidade.

Deste documentário, que pode ser visto na íntegra, a qualquer momento, surgiu outro, “A escolha de Marcos Natureza”, selecionado para participar do Festival Internacional de Cinema para Uma Cultura de Paz, realizado anualmente na cidade de Xalapa, no México. Consigo tem a produção das  jornalistas Ana Célia de Oliveira, Marina Ratis, Arituza Timbó e Ângela Gurgel. A edição é de Vinicius Augusto Bozzo. As artes são de Daniel Cardoso e imagens de Marcelo Alves e Salomão Costa. O filme conta, ainda, com a música "Relógio do Mundo", do compositor cearense Cristiano Pinho.

 

JS

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Publicado em Agenda Cultural

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