Fortaleza, Sexta-feira, 03 Dezembro 2021
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Imagine um jovem casal branco, bonito e privilegiado passando a lua de mel em um resort de luxo, chamado White Lotus, para milionários no Hawai. No entanto, as coisas começam a dar erradas para eles, a partir da chegada. Ou uma família composta por uma casal, um filho e uma filha, acompanhada de uma amiga da herdeira, que resolvem tirar férias e busca uma sintonia mais fina que se perdeu ao longo do tempo. Esses hóspedes estão na nova série da HBO, que mistura o cômico e o trágico.

A série “The White Lotus” vem em seis episódios de aproximadamente uma hora cada. A produção vem recebendo elogios de críticos como Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Felipe Grutter, da Revista Rolling Stone, e Ticiano Osório, do GVZ e Isabela Boscov, da revista Veja.

O título é uma metáfora fina para essa trama, já que a flor é própria de áreas pantanosas. Todos os personagens têm comportamento duvidoso, às vezes moralmente degradado, num cenário paradisíaco. A ação começa pelo fim. Somos informados de que alguém foi assassinado ali. Não sabemos quem, nem por quê. Na cena seguinte, a trama recua uma semana, para o momento em que um novo grupo de hóspedes se dirige ao hotel do barco.

O casal em lua de mel é formado pela jornalista Rachel (Alexandra Daddario) e o marido milionário, Shane (Jake Lacy); a superempresária Nicole Mossbacher (Connie Britton), seu marido menos bem-sucedido, Mark (Steve Zahn), a filha deles, Olivia (Sydney Sweeney), a amiga dela, Paula (Brittany O’Grady), e o caçula, Quinn (Fred Hechinger); e Tanya (Jennifer Coolidge), uma mulher solitária e decadente que está levando as cinzas da mãe para despejar no mar.

Em terra, um grupo de funcionários se alinha ao lado de Armond (Murray Bartlett), o administrador do local, e da massagista Belinda (Natasha Rothwell). Eles sorriem e acenam em sinal de boas-vindas. O roteiro vai gerando núcleos do que acontece na intimidade de cada um desses personagens. Ninguém tem férias leves e alegres, como se costuma idealizar.

Referências culturais

A série trata com ironia os clichês sobre luta de classes, racismo, colonialismo e questões de gênero. O roteiro enfrenta certos temas-tabu, fazendo até piada destas questões. A trama é cheia de recadinhos debochados. Por exemplo, as patricinhas, Olivia e Paula, sempre entediadas, vivem mergulhadas em leituras que vão de autores como Camille Paglia, Freud, Fanon, Lacan, Aimé Césaire, Judith Butler a Nietzsche. Rachel devora Elena Ferrante. O marido dela se entrega à autoajuda. Assim, somos convidados a fazer “turismo” nesse lugar que se assemelha a um laboratório de pesquisa antropológica.

Serviço: "The White Lotus" está disponível na plataforma HBO Max.

JS

 

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A categoria "série de comédia" do prêmio Emmy costuma a ser reservada para produções curtas, de no máximo 30 minutos, não necessariamente feitas para o público rir. As duas características parecem não contemplar “Hacks” (gíria que quer dizer algo como eliminado, em tradução livre). O seriado, em sua primeira temporada, foi Indicado a 14 prêmios na premiação deste ano, com elenco encabeçado por Jean Smart, que já atuou na vencedora minissérie “Watchmen”, que conquistou quatro categorias na versão do ano passado da premiação.

Atrama tem como principal vértice Deborah Vance (Jean Smart), uma experiente comediante de Las Vegas, que se apresenta fazendo solo de stand up,  um pouco incomodada com as modificações que estão sendo introduzidas neste tipo de apresentação. Seu clássico show já não tem mais o destaque de outrora, e sua agência tem planos de entregar suas principais datas de shows em um dos principais teatros da cidade, a novas celebridades.

Contra sua vontade, seu agente seleciona Ava Daniels (Hannah Einbinder), uma roteirista de 25 anos e temperamento difícil para ajudá-la a melhorar seu texto. O problema é que Deborah é uma diva dos palcos, e convencê-la a aceitar ajuda de terceiros não é uma tarefa fácil. Com dez episódios, a primeira temporada foca diretamente no início do relacionamento entre Deborah e Ava. Nenhuma das duas queria estaria ali, mas são forçadas a se tolerar. Acabam fortalecendo laços com o tempo. Mesmo assim, os diversos embates e tensões entre as duas prendem as atenções do público.

Atuações elogiadas

Tão experiente quanto sua personagem, Jean Smart brilha como uma megera, autocentrada, que em princípio não demonstra qualquer empatia por ninguém que a cerca. Tudo, ou quase tudo, é tratado com satisfação de interesses pessoais. Deborah tem personalidade forte e língua afiada, capaz de diminuir qualquer adversário ou amigo com poucas palavras. São choques de sinceridade, pelo menos ao seu ponto de vista. No entanto, dentro de toda essa empáfia, há uma mulher que carrega seus traumas e experiências a tornaram uma pessoa difícil.

Com quase o mesmo destaque que a parceira de cena, Hannah Einbinder mostra porque também foi indicada a melhor atriz coadjuvante do Emmy 2021. Ava é uma roteirista descrente na comédia standup que sonha em retomar uma posição de destaque em Hollywood após ser demitida de seu antigo emprego. Ela vê o humor como um meio de expor os absurdos do mundo representados em seus próprias experiências.

“Hacks” tem um texto ágil, diálogos rápidos e inteligentes, piadas interessantes e ácidas, na maioria das vezes, e cenas bem elaboradas. E, apesar de ter bastante drama e tensão entre as personagens, esse não é o tipo de programa em que o telespectador percebe conscientemente a comédia. A série já está com a sua segunda temporada confirmada.

Serviço: “Hacks” está disponível na plataforma de streaming HBO Max.

JS

 

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A década de 1980 marcou o auge do Dance Music, que dá cores à série “Physical”, realizada em episódios em torno de 30 minutos. A história é protagonizada por Sheila (Rose Byrne). Após seu marido perder o emprego como professor, provavelmente por assédio às alunas, ela resolve ser professora de academia de ginástica, onde as estudantes se exercitam ao ritmo das discotecas. Ao mesmo tempo, incentiva o seu cônjuge Danny (Rory Scovel) a ingressar na vida política, candidatando-se a deputado, na defesa de causas ecológicas.

A série tem como cenário a cidade de San Diego, na Califórnia (Estados Unidos). A guerra do Vietnã é passado, vindo em seguida uma onda pacifista. É nesse ambiente que somos apresentados à protagonista. Sheila foi uma jovem militante na época da faculdade, em San Francisco. Casou-se com o líder estudantil que todas as outras moças queriam namorar, E virou uma dona de casa com um cotidiano banal. Esse passado cheio de sonhos e ambições derivou numa vida que se resume a levar e buscar a filha pequena na escola, preparar o jantar e passar no supermercado.

A vida de um casal aparentemente normal também esconde algumas atividades não muito bem aceitas pelo conjunto da sociedade. O cotidiano de Sheila é aparentemente desprovido de surpresas. Por dentro, porém, ela está longe de se sentir pacificada com tanta monotonia. Sofre de inanição intelectual. E de um apetite não saciado no sentido objetivo também: tem bulimia. Todas as tardes se dirige ao drive-thru de uma rede de fast-food e compra grande quantidade de sanduíches e refrigerantes.

Contraste

O que dá mais destaque e transforma a experiência de assistir Physical mais interessante é a forma como a direção introduz os pensamentos de Sheila nas cenas. Muitas vezes, o que ela fala contrasta frontalmente com as suas atitudes e expressões, fugindo completamente do exposto em seus diálogos. Mas quem nunca pensou algo e expôs algo diametralmente oposto? A monotonia da vida em casal é quebrada constantemente com as soluções nada ortodoxas que Sheila dá aos seus problemas, como por exemplo, roubar uma câmera de vídeo de uma amiga rica.

Conhecemos duas Sheilas. Uma é a da superfície, doce  dentro dos padrões normais de temperatura e pressão da época. A outra, complicada, tem uma voz, mas ela é mental e só os espectadores escutam. Quando ela soa, expõe uma personagem comentando com crítica, mordacidade e amargura todos os acontecimentos de sua vidinha entediante. Sheila expressa a opinião sincera que tem sobre o marido.

“Physical” é ambientada naquele mundo das aulas de ginástica quase obrigatórias para todas as mulheres, que querem se enquadrar aos padrões de beleza, tão populares nos anos 1980. Trata da objetificação da mulher, de feminismo, de maternidade e de distúrbios alimentares que, daquela época até hoje, só se multiplicaram. É profunda como os pensamentos irrevelados de Sheila, mas não se leva tão a sério e faz rir. É também um bom trabalho de reconstituição de época, inclusive na trilha sonora.

A série pode ser assista do streaming Apple TV+.

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Desde que os integrantes da academia do Oscar foram duramente criticados em 2016, ano em que somente atores e atrizes brancos foram indicados ao prêmio, o cenário das artes cênicas tem proporcionado maior participação de minorias nas produções de cinema e séries. O caso mais emblemático foi o filme coreano "Parasita" ter sido contemplado com o Oscar de melhor filme em 2020. Um filme rodado em língua não anglófona vencia a principal categoria pela primeira vez, sendo agraciado ainda em outras três categorias.

Também foi grande o número de filmes e séries com importantes indicações nas principais premiações de arte. Entre estes, neste ano, podemos citar "Judas e o Messias Negro", "Estados Unidos vs Billie Holiday", "A Voz Suprema do Blues" e "Uma Noite em Miami", quatro produções do ano passado, que tiveram protagonistas negros e disputaram os principais prêmios. Entre as séries, podemos apontar "Lovecraft Country" e "Small axe", que estiveram indicadas entre as melhores de 2020.

Na esteira desse plot twist da indústria de entretenimento audiovisual, surge neste ano a série "The Underground Railroad". É a história de Cora, nascida numa fazenda do racista e escravagista estado da Geórgia (EUA), no século XIX. Ela foi abandonada pela mãe Mabel e desprezada é até pelos seus pares. Caesar, que um dia vislumbrou a liberdade, mas foi traído, tenta convencê-la a fugir.

Cora só se convence ao ver uma cena insuportável e, que, para o espectador, é igualmente difícil: a execução aplicada como castigo em um escravizado. Ainda assim, é nítido que a direção evita o prolongamento além do necessário, a violência extrema, o tempo todo. A vítima daquele ato mantém sua dignidade. Indignos são os brancos, os donos da fazenda, os espectadores voluntários. A situação fica muito evidente porque Cora decide, a partir dali, que é melhor morrer tentando fugir do que ficar. E, assim, a série prefere justamente mostrar o terror e a raiva no rosto de quem é obrigado a assistir, ou seja, os outros escravizados.

Revisão histórica

"The Underground Railroad"  é uma história de brutalidade, crueldade, violência, preconceito e racismo, mas também de sobrevivência, triunfo e beleza. Seu compromisso era recontextualizar como o norteamericano vê esse período de sua história e como pessoas negras como ele mesmo enxergam seus ancestrais.  Cora e Caesar escapam, tendo no encalço o caçador de escravos e seu fiel escudeiro, o pequeno menino negro Homer, provavelmente o personagem mais impenetrável da série, já que se trata de um negro totalmente apoiador da barbárie protagonizada pelos brancos. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

Ridgeway está particularmente interessado em capturar Cora, porque vê na fuga de sua mãe, Mabel, um grande fracasso de sua carreira . A relação de Cora com a mãe é uma das maneiras pelas quais a minissérie diverge de tantos outros filmes e séries anteriores. A razão maior da vida de Cora é provar para a mãe que ela era merecedora de ter sido salva e que, mesmo tendo sido abandonada por Mabel, é capaz de conquistar sua liberdade sozinha. Cora tem, pois, um conflito além da sua vontade e uma necessidade de escapar da escravidão.

Saiba mais

A maior parte dos episódios recebe o nome da parada onde Cora se encontra: Geórgia, Carolina do Sul, Carolina do Norte, Tennessee, Indiana. Em cada passo, há violências, preconceitos e humilhações de diferentes tipos. Mas também esperanças, alegrias, amores, aliados, alguns deles brancos, mas em sua maioria negros, como Royal.

"The Underground Railroad" é uma minissérie sobre fantasmas. Sobre pessoas que estavam lá e construíram o país, mas não tiveram direito a nomes próprios, a nacionalidades, a tradições, a amores, a cuidar de seus filhos, a funerais dignos. Que foram apagadas da história. Mas que vivem em seus descendentes, na força de sua cultura e na sua resiliência para sobreviver então, e agora, a tudo isso.

A minissérie é formada por dez episódios de uma hora cada e pode ser assistida no streaming Amazon Prime Video.

Serviço: "The Underground Railroad". Criada por Barry Jenkins. Elenco: Thuso Mbedu, Chase W. Dillon, William Jackson Harper. Nacionalidade: EUA. Em exibição no streaming Amazon Prime Video.

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Quando a realidade ainda está envolta pela pandemia do Coronavírus, restringindo praticamente todas as nossas atividades cotidianas do trabalho ao lazer, dedicar algum tempo dos horários livres para assistir uma série de fantasia pode ser uma boa opção. É o que pretende a nova série da HBO The Nevers, que está já está no seu quarto episódio, exibida pelo canal fechado do Streaming. Quem perdeu os primeiros episódios, pode recorrer ao HBO GO para se atualizar e acompanhar essa instigante história. A cada domingo, o canal por assinatura exibe um capítulo inédito.

Tudo começa em agosto de 1896, na Inglaterra, durante o período em que o país é comandado pela rainha Vitória. A capital Londres é surpreendida por um acontecimento sobrenatural. Objetos não identificados despejam pontos de luz sobre a cidade, causando modificações nos seres humanos, principalmente nas mulheres. Isso faz com que os atingidos passem a ter habilidades raras de vários tipos, e até mesmo transformação nas estruturas corpóreas. Cada pessoa é afetada de uma forma diferente. Algumas mudanças parecem ser superpoderes, e surgem outras, como o dom de falar várias línguas e de se tornar gigante.

Independentemente de tudo, todos os que pertencem a este grupo de pessoas estão em grande perigo. As pessoas 'normais' passam a olhar com desconfiança para os "tocados", como são referidos pela sociedade, ao ponto se transformarem em alvos de ações deletérias. O roteiro faz uma alegoria aos preconceitos até hoje existentes contra pessoas que não estão totalmente enquadradas pelas expectativas do senso comum.

Sobre a trama

O personagem principal que conduz a trama é a misteriosa e rápida viúva Amalia True (Laura Donnelly), ao lado da brilhante jovem inventora Penance Adair (Ann Skelly), que é capaz de criar objetos totalmente inusitados na época. As duas se unem para proteger e acolher as "tocadas" num antigo orfanato. Para isso, vão ter que enfrentar as forças implacáveis que estão determinadas a aniquilar a sua espécie.

É esta a premissa para The Nevers. A primeira temporada, conforme a plataforma,  está dividida em duas partes de seis episódios. Ainda não há data prevista para a estreia da segunda parte. Entre os pontos que se destacam  estão a cenografia, que retrata com muita propriedade a época vitoriana, os figurinos e o design de produção, que dá uma grandioso  impacto  visual ao drama histórico londrino. Trata-se de uma história de ficção científica e fantasia que ainda inclui momentos cômicos e românticos, pelo menos até o quinto episódio.

A cultura de patriarcado branco parece estar em pânico com este acontecimento repentino. Mas há mais facções vilãs envolvidas na narrativa. Existe um grupo de pessoas que ganharam habilidades especiais, o que resulta em uma organização terrorista, suspeita de cometer homicídios e raptos.  Sua fama de terror está a colocar um alvo nas costas de todos aqueles entre “os tocados”. Também tem destaque de coadjuvante da trama o detetive Frank Mundi (Ben Chaplin), que lidera as investigações sobre os crimes praticados pelos "tocados do mal".

É uma série sobre perseguição e poder e que acaba por abordar temas relevantes à nossa sociedade contemporânea. O responsável pela primeira metade da temporada é Joss Whedon, o criador de “Buffy, Caçadora de Vampiros” e argumentista de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça”, por exemplo.

The Nevers tem um realismo sobrenatural. Narrativas complexas, poderes fantásticos e assuntos reais juntam-se nesta produção colorida e cheia de suspense. Algumas personagens mantêm esta história de outros mundos com os pés na terra. Uma investigação com suspense e batalhas carregadas de ação fazem a história mover-se rapidamente. E todos os cenários luxuosos e figurinos ambiciosos, dos esgotos de Londres até à alta sociedade, formam uma loja de doces visual de nostalgia histórica.

Serviço: The Nevers. Direção: Joss Whedon. Gênero: Drama/Ficção Científica. Elenco principal: Laura Donnelly (Amalia True), Nick Frost (Declan Orrun aka The Beggar King), Olivia Williams (Lavinia Bidlow), Amy Manson (Maladie), Anna J. Devlin (Primrose Chattoway) e Ben Chaplin - Detective Frank Mundi). Em exibição nos canais HBO e HBO GO.

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