Fortaleza, Sexta-feira, 20 Maio 2022
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Os fãs do cinema nacional têm uma relação de antipatia com o ator e cineasta italiano Roberto Benigni que remonta a 1999. É que, naquele ano, “A Vida é Bela”, película que abordou o Holocausto com viés cômico, venceu o Oscar na categoria melhor filme estrangeiro, superando o brasileiro “Central do Brasil”, de Walter Salles, estrelado por Fernanda Montenegro. Eis que, 22 anos depois do episódio, Benigni está de volta às telas (desta vez no streaming), como Gepeto, pai do protagonista de “Pinóquio”, atualização da fábula infantil, dirigida pelo italiano Matteo Garrone.

Apesar da tendência de se buscar uma comparação direta com a animação de Walt Disney, de 1940, esta versão tem tom próprio, mais adulto e realista. Na trama, Gepeto dá vida ao boneco de madeira Pinóquio (Federico Ielapi), que enfrenta diversos percalços em busca de se tornar um garoto de verdade. A narrativa traz os episódios presentes no livro original, com personagens como o Grilo Falante, a Fada Azul e a baleia que ainda assusta a quem vier a conferir o filme, mas dá maior destaque a alguns episódios, se comparados a outros.

Merece destaque a produção caprichada, com reconstituição dos desenhos originais do livro por meio dos recursos de que o cinema dispõe, como os cenários, efeitos visuais discretos (mas bastante eficientes), figurino e maquiagem (nos dois últimos casos, ambos indicados ao Oscar, que será realizado no dia 25 de abril). A trilha sonora pontua de forma singela o filme, cuja fotografia em tons pasteis apresenta ao público, evidentemente, um produto bem menos colorido que a animação dos estúdios Disney.

O novo “Pinóquio”, certamente, agradará mais aos adultos, mas pode ser visto sem reservas pelas crianças que já possuem certa compreensão sobre questões relevantes nas nossas vidas. Em tempos de “novo normal”, fica a dica para que seja assistido como uma “sessão família”, por pais e filhos.

Se você torce o nariz para Benigni, releve e procure aproveitar o que o filme tem de bom. “Pinóquio” tem qualidades bem superiores ao algoz de “Central do Brasil” e também injustamente vencedor do Oscar de melhor ator em 1999, quando derrotou as atuações – muito superiores – de Tom Hanks (“O Resgate do Soldado Ryan”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”), Ian McKellen (“Deuses e Monstros”) e Edward Norton (“A Outra História Americana”). Chegou a hora de superar o 7x1 que tivemos para o cinema italiano, há 22 anos.

Serviço: “Pinóquio”. Direção: Matteo Garrone. Elenco: Roberto Benigni, Federico Ielapi e Rocco Papaleo. Duração: 2h05min. Disponível para compra nas plataformas de streaming.

SC

 

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Os Estados Unidos são constantemente chamados de país das liberdades democráticas, onde todos têm as mesmas oportunidades de lograr êxito em suas vidas e acumular fortuna, graças às possibilidades da realidade econômica local. Mas essa é somente uma parte da história. Durante muito tempo e até recentemente, o país manteve tradições eugenistas, sem esconder o racismo e o ódio dedicado a todos os cidadãos que não se enquadravam no padrão denominado “Wasp” (white, anglosaxonic, protest). E quem pagou a maior parte dessa conta discriminatória foi a população negra. Geoge Floyd, recentemente assassinado em via pública por policiais, na cidade de Minneapolis, em Minnesota, poderia testemunhar, se tivesse sobrevivido.

É sobre essa perseguição do Estado americano contra parte de sua população que trata o filme "Estados Unidos x Billie Holiday", contando um segmento da vida da mais famosa cantora de blues do pais. Ela foi autora da música "Strange fruit" (fruta estranha), que narra poeticamente os linchamentos realizados pelos brancos, a maioria integrantes da organização supremacista branca Ku Klux Klan, que até hoje transita livremente no país, inclusive tendo a sua ideologia exportada camufladamente.

Na trama, a cantora é proibida de executar a música porque, segundo as autoridades do país, a sua letra incitaria a população negra a reagir contra o jugo dos supremacistas, causando um caos social. A perseguição, conforme narra o filme, se dá de forma velada por agentes policiais federais, que preferem acusá-la de uso de drogas ilícitas, mais particularmente heroína, numa tentativa de barrar a sua carreira artística.

O filme dirigido por Lee Daniels, o mesmo do elogiado "Preciosa" (pelo qual concorreu ao Oscar de melhor diretor), é construído em torno de um romance entre a cantora e um agente do governo. A obra “Estados Unidos da América contra Billie Holiday”, traz a história da lenda do jazz em sua autobiografia de 1956. A condenação de Holiday em 1947, quando ela foi sentenciada a um ano e um dia por posse de entorpecentes, foi apenas um capítulo de uma campanha sustentada contra a cantora, cujas performances da canção “Strange fruit” se tornaram um pára-raios para conscientização e ativismo pelos direitos civis.

Andra Day concorre ao Oscar de melhor atriz

A recusa inabalável de Holliday em parar de cantar aquela música foi talvez a maior indicação de seu espírito indomável, forjado no fogo de uma educação rígida que a viu sobreviver a abusos de infância horríveis para se tornar uma estrela em uma época de racismo. O filme biográfico apresenta uma atuação irretocável de Andra Day, e também o assédio das autoridades a Holliday, que recebe um toque romântico perverso na forma de um agente federal encarregado de espionar a estrela. Pelo papel, Andra Day venceu o Globo de Ouro de melhor atriz (drama) e concorre ao Oscar de melhor atriz na cerimônia a se realizar em 25 de abril.

Trevante Rhodes, que participou do filme “Moonlight”, de Barry Jenkins, é Jimmy Fletcher, o  agente secreto designado a se infiltrar no círculo íntimo de Holliday, reunindo evidências de uso de drogas pela cantora. No entanto, mesmo quando a ocupação de Jimmy é revelada, a cantora e sua comitiva continuam a tolerar sua presença. Na verdade, as atenções simpáticas de Jimmy são nitidamente sobrepostas aos relacionamentos abusivos de Holliday com os homens - os parceiros, maridos e gerentes que muitas vezes atuam mais como cafetões.

É neste clima sufocante e ameaçador que sobrevive a protagonista, sempre demonstrando uma resistência quase inabalável ao meio que se transforma em constante ameaça.

Serviço: “Estados Unidos vs. Billie Holliday”. Direção: Lee Daniels. Elenco: Andra Day, Trevante Rhodes, Garrett Hedlund. Duração: 2h11min. Disponível na plataforma Hulu

JS

 

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Depois do sucesso alcançado em 2006, o repórter fictício do Cazaquistão Borat retorna às telas. Não mais às salas de cinema, proibidas pela pandemia que grassa todo o mundo, mas às smartvs, que acessam o mundo do stream. Quem assistiu o primeiro vai se adaptar bem ao “Borat – Fita de Cinema Seguinte”, que traz novamente o protagonismo do segundo melhor jornalista casaque, como assim Borat nos é apresentado. No entanto, mesmo quem desconhece o original irá aproveitar e se divertir bastante com a sequência.

Desta vez, ele tem a missão de levar mimos ao então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para fortalecer as relações entre os dois países, em pleno ano eleitoral de 2020, quando o vencedor da disputa foi o democrata Joe Biden.

O filme procura esmiuçar e estraçalhar, de forma bem escrachada, toda a visão de mundo que é reforçada pelo conservadorismo trumpiano, que troca olhares insinuantes com o neonazismo. Não fica de fora nenhuma pauta que a ala mais progressista da sociedade procura de toda forma manter. Feminismo, racismo, desigualdade social, xenobofia e homofobia são igualmente metralhado(a)s de forma quixetesca ao longo de 1h36min.

O segundo melhor repórter do  "Glorioso" Cazaquistão, interpretado por Sacha Baron Cohen, viaja à América, onde deita e rola nas críticas ao preconceito enraizado na cultura norte-americana. Quando surgiram os primeiros boatos  de que o segundo filme foi gravado em segredo para ser lançado antes do fim do período de votação para as eleições presidenciais dos Estados Unidos, já era esperado que Borat repetiria os ataques ao conservadorismo da primeira edição.

Sobre a trama

O filme seguinte de Borat inicia com o repórter recebendo uma segunda tarefa que incluiria novamente uma viagem aos Estados Unidos, dessa vez, com a missão de aproximar o presidente cazaque de Donald Trump. Logo nos primeiros minutos, Sacha Baron Cohen verbaliza o típico e já ensaiado discurso de todo eleitor republicano, colocando a culpa do "caos norte-americano" nos dois mandatos de Barack Obama. Borat chega a afirmar que Trump tornou "A América great novamente", repetindo slogan utilizado na campanha em 2016.

Mas Borat não está só nesta empreitada. Ele tem a  companhia da filha Sandra Jessica Parker, em intepretação digna de um Oscar, da húngara Maria Bakalova (indicada ao prêmio na categoria de melhor atriz coadjuvante). O protagonista entrega a sua mais pura essência humorística e escrachada. Agora sendo considerado um ícone da cultura pop, ele precisa se disfarçar para conseguir andar pelas ruas dos Estados Unidos sem ser reconhecido. É graças a presença de Bakalova, inclusive, que Borat se vê com um enorme trunfo para criticar os mais absurdos pensamentos internalizados na sociedade estadunidense, como a limitação de atividades praticadas por mulheres, os fanáticos religiosos e o discurso antiaborto e como as redes sociais podem ditar a feminilidade atualmente.

Republicanos na mira

Para se aproximar do presidente dos Estados Unidos, Borat resolve oferecer a filha como um presente para mais próximas figuras do Republicano, escolhendo inicialmente o vice Michael Pence como sua primeira vítima. Após sujeitar a mudanças na aparência, Sacha Cohen disfarça-se de ninguém menos que Donald Trump e invade um comício político, causando um enorme alvoroço entre os eleitores.

Correndo contra o relógio e fazendo o máximo para não ser executado pelo presidente do Cazaquistão, Borat resolve partir para cima do ex-prefeito de Nova York e atual advogado de Trump, Rudy Giuliani. Como se não bastasse, o filme tem um flagrante envolvendo Giuliani nas cenas finais, que já acusou Sacha Cohen de manipular as imagens.

Mesmo sem verbalizar uma única palavra, Borat ainda encontra espaço para criticar o armamento da população estadunidense, tão defendido por Donald Trump. Antes de se encontrar com dois eleitores do Partido Republicano, Sacha Cohen caminha pelas ruas vazias até ser informado do período de quarentena por conta da pandemia de Covid-19.

Borat ainda encontra margem para criar os mais absurdos pensamentos e teorias, como se culpar pela proliferação do novo Coronavírus e ainda comparecer a uma marcha pró-Trump e anti-isolamento.

Sem papas na língua e com o politicamente incorreto predominando, a sequência supera o longa original e gera um incômodo divertimento, devido a abordagens polêmicas sobre diversos temas que permeiam o mundo. Além da indicação de Maria Bakalova como atriz coadjuvante, o filme concorre ao Oscar de melhor roteiro adaptado, que tem Cohen como um dos autores.

Serviço: “Borat – Fita de Cinema Seguinte” (2020). Dirigido por: Jason Woliner. Elenco: Sacha Baron Cohen, Irina Nowak, Luenell, Tom Hanks, Dani Popescu, Maria Bakalova, Manuel Vieru. Comédia, 95 minutos. O novo filme de Borat está disponível na plataforma Prime Video.

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“Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar”

Os versos de “Foi um rio que passou em minha vida”, de Paulinho da Viola, surgem em um momento decisivo do documentário “Pelé”, disponível na plataforma de streaming Netflix. Eles refletem o que se vê em campo: a paixão pelo futebol, na trajetória do jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé do título, ativo em quatro Copas do Mundo (1958, 1962, 1966 e 1970), quando o Brasil sagrou-se tricampeão. No entanto, à semelhança do que ocorre nas partidas de futebol, o documentário dos cineastas Ben Nicholas e David Tryhorn é repleto de altos e baixos.

No recorte definido pelos documentaristas, por exemplo, o roteiro segue rapidamente os fatos ocorridos entre a infância do protagonista, seu surgimento no Santos Futebol Clube e a atuação nas Copas de 1958 e 1962, ambas vencidas pela Seleção Brasileira. O ritmo frenético da edição, no entanto, é uma falha menor, diante da ausência de referências ao papel que Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha, teve nos dois mundiais, fazendo dobradinha com Pelé em lances decisivos. Uma falha que não passa despercebida pelos aficionados em futebol.

Cabe, aliás, um alerta aos que se aventurarem pelo documentário: a depender do conhecimento prévio sobre os fatos narrados e se o espectador é fã de futebol, a apreciação do longa será maior ou menor. Os depoimentos de ex-jogadores contemporâneos de Pelé, como Zagallo, Jairzinho e Rivellino, bem como do cantor Gilberto Gil, porém, enriquecem a narrativa, mesmo para quem já conhece amplamente o tema. Nesses tempos de pandemia, vale acompanhar o filme em meio a um bom churrasco e doses generosas de cerveja. Em casa, e sem aglomeração, registre-se.

Relação com a Ditadura Militar

Para além do registro sobre um personagem que se confunde com a narrativa sobre o futebol brasileiro, o documentário de Nicholas e Tryhorn mergulha em um tema espinhoso para Pelé e seus admiradores: a relação do craque com a Ditadura Militar (1964-1985), tema que persegue o ídolo até hoje. Pois, se surgiu como um fenômeno entre o fim da década de 1950 e o início dos anos 1960, sua consolidação definitiva se deu na Copa do Mundo de 1970, quando se cobrou dele um posicionamento de independência em relação ao governo militar de Emílio Garrastazu Médici. Longe de tal comportamento, Pelé, na prática legitimou o Regime Militar, o que o faz alvo de reações hostis até hoje.

O documentário dá a ele voz para apresentar sua versão sobre os fatos e há uma contextualização sobre o processo político do país ao longo das décadas de 1960 e 1970 enriquecida por três depoimentos de personagens de espectros políticos diversos: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a ex-governadora do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, e o ex-ministro da Fazenda dos governos militares, Delfim Netto. É forçoso – e curioso – reconhecer que justamente quando sai dos campos de futebol e se aventura pela arena política, o documentário ganha força enquanto registro histórico. Como se estivéssemos em uma partida em que o placar fosse de 2x2 ou 1x1. E aí, surge o gol que desempata. Como no passado, sem direito a VAR. Esse lance decisivo, no documentário, não vem do futebol, e sim da política.

“Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar”

Serviço: Pelé. Documentário disponível na Netflix (Brasil, 2021). Direção: Ben Nicholas e David Tryhorn. Com depoimentos de: Pelé, Zagallo, Jairzinho, Rivellino, Gilberto Gil, Fernando Henrique Cardoso, Benedita da Silva e Delfim Netto. Duração: 108 minutos.

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No dia 25 de abril, o Oscar 2021 será realizado, na primeira edição ocorrida em meio à pandemia da Covid-19. A lista de indicados foi divulgada no dia 15 de março, trazendo como líder em número de indicações o filme “Mank”, de David Fincher, que concorre em dez categorias, incluindo a de melhor filme. Sete títulos disputam ainda o prêmio principal: “Meu Pai”, “Judas e o Messias Negro”, “Nomadland”, “Minari”, “Os 7 de Chicago” e “O Som do Silêncio”, todos com seis indicações, e “Bela Vingança”, candidato a cinco prêmios.

O Oscar do “novo normal” tem um ineditismo com as indicações de duas mulheres, Chloé Zao (“Nomadland”) e Emerald Fennell (“Bela Vingança”), pela primeira vez disputando a categoria de melhor direção. Chadwick Boseman, o protagonista de “Pantera Negra”, que faleceu em 2020, recebeu uma indicação póstuma, por “A Voz Suprema do Blues”, na categoria de melhor ator.

Outro destaque entre os concorrentes foi o filme “Judas e o Messias Negro”, que teve seus dois protagonistas, Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield, concorrendo ao prêmio de melhor ator coadjuvante. Uma grande curiosidade se deu com a indicação da veterana Glenn Close ao prêmio de melhor atriz coadjuvante pelo filme “Era uma vez um sonho”. É que, pelo mesmo papel, ela concorre ao prêmio Framboesa de Ouro, que “agracia” os piores filmes e atuações do ano nos Estados Unidos.

Confira abaixo onde assistir, nas plataformas de streaming, aos filmes indicados na atual edição do Oscar:

Netflix

  • Mank (Melhor Filme)
  • Os 7 de Chicago (Melhor Filme)
  • A Voz Suprema do Blues (Melhor Ator e Melhor Atriz)
  • Pieces of a Woman (Melhor Atriz)
  • Era uma Vez um Sonho (Melhor Atriz Coadjuvante)
  • Crip Camp: Revolução pela Inclusão (Melhor Documentário)
  • Professor Polvo (Melhor Documentário)
  • Uma Canção para Latasha (Melhor Documentário em Curta-Metragem)
  • A Caminho da Lua (Melhor Animação)
  • Shaun, o Carneiro, O Filme: A Fazenda Contra-Ataca (Melhor Animação)
  • Se Algo Acontecer… Te Amo (Melhor Curta Animado)
  • O Tigre Branco (Melhor Roteiro Adaptado)
  • Relatos do Mundo (Melhor Direção de Fotografia)
  • O Céu da Meia-Noite (Melhor Efeito Visual)
  • Destacamento Blood (Melhor Trilha Sonora Original)
  • Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars (Melhor Canção Original)
  • Rosa e Momo (Melhor Canção Original)

Amazon Prime Video

  • O Som do Silêncio (Melhor Filme)
  • Borat: Fita de Cinema Seguinte (Melhor Atriz Coadjuvante)
  • Uma Noite em Miami (Melhor Ator Coadjuvante)
  • Time (Melhor Documentário)

Disney+

  • Soul (Melhor Animação)
  • Dois Irmãos (Melhor Animação)
  • Toca (Melhor Curta Animado)
  • Mulan (Melhor Efeito Visual)
  • O Grande Ivan (Melhor Efeito Visual)

Apple TV+

  • Wolfwalkers (Melhor Animação)

Globoplay

  • Agente Duplo (Melhor Documentário)

Telecine

  • Emma (Melhor Figurino)

YouTube

SC, com informações do site Jovem Nerd (https://jovemnerd.com.br/)

 

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