Fortaleza, Sexta-feira, 20 Maio 2022
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Quem adora maratonar os filmes indicados à mais importante premiação do cinema mundial terá opções nos cinemas e nas plataformas de streaming a partir desta quinta-feira (24/03). A maratona denominada Oscar Day 2022, vai trazer para as telonas da Rede UCI os longas que concorrem nas categorias “Melhor Filme” e “Melhor Direção” e passaram pelos cinemas. Os títulos exibidos nestas quinta (24/03) e sexta-feira (25/03) são “Duna”, “No Ritmo do Coração”, “King Richard: Criando Campeãs”, “Belfast”, “O Beco do Pesadelo”, “Licorice Pizza” e “Drive My Car”.

O Oscar 2022 será realizado neste domingo (27/03), com transmissão pelos canais TNT e Globoplay, a partir das 21 horas. Em Fortaleza, a programação dos filmes que disputam as estatuetas será realizada nas salas UCI Iguatemi e Parangaba.

Os ingressos já estão à venda, com preços especiais de R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. Os clientes Unique, que já pagam meia entrada, vão poder garantir o ingresso de um acompanhante também com preço promocional de 10 reais, apenas nas sessões do Oscar Day.

Programação

“Duna”, do diretor Denis Villeneuve, é o filme com mais indicações do Oscar Day (dez). O longa concorre em categorias como “Melhor Filme”, “Melhor Roteiro Adaptado”, “Efeitos Visuais” e “Melhor Fotografia”. A trama acompanha Paul Atreides (Timothée Chalamet), jovem filho do Duque Leto Atreides, que é mandado ao planeta desértico Arrakis, também conhecido como Duna, para garantir o futuro de sua família e seu povo.

“Melhor Filme”, “Melhor Direção” e “Melhor Roteiro Original” (os dois últimos a cargo de Kenneth Branagh) são algumas das sete categorias em que “Belfast” foi indicado ao Oscar. O filme se passa na Belfast de 1969 e é contado a partir do ponto de vista de Buddy, o caçula de nove anos de uma família da classe operária norte-irlandesa. O menino sonha com um futuro melhor que possa tirá-los dos conflitos que enfrentam, causados por protestantes que desejam expulsar católicos.

Disputando seis troféus, incluindo “Melhor Filme”, “Melhor Ator” e “Melhor Roteiro Original”, “King Richard: Criando Campeãs”, do cineasta Reinaldo Marcus Green, traz Will Smith no papel de Richard Williams, pai das tenistas Serena e Venus Williams. O filme biográfico mostra o personagem obstinado a fazer de suas filhas futuras campeãs e usando métodos próprios e nada convencionais, seguindo a visão clara de futuro que construiu para as meninas.

Com direção de Ryusuke Hamaguchi, “Drive My Car” é o primeiro filme japonês a concorrer na categoria de melhor filme no Oscar, além de ser a produção do país com mais indicações da história, quatro no total. A história acompanha Yusuke Kafuku (Hidetoshi Nishijima), ator e diretor de teatro que tem um casamento feliz com a roteirista Oto (Reika Kirishima). Oto morre inesperadamente, deixando um segredo para trás. Dois anos depois, Kafuku, ainda incapaz de lidar totalmente com a perda da esposa, recebe uma proposta para dirigir uma peça num festival de teatro e vai até Hiroshima com seu carro. Lá, ele conhece Misaki (Toko Miura), uma mulher contratada para ser sua motorista. O longa é indicado ainda aos prêmios de melhor filme internacional, direção e roteiro adaptado.

De Paul Thomas Anderson, “Licorice Pizza” concorre a “Melhor Filme”, “Melhor Direção” e “Melhor Roteiro Original”. A produção acompanha Alana (Alana Haim) e Gary (Cooper Hoffman), que se apaixonam no Vale de San Fernando, em 1973; ela com 25 anos e ele, 15. Alana está na jornada de autodescoberta, experimentando diferentes empregos e estilos e encontrando prioridades e personalidades. Gary está no início de sua carreira como ator de Hollywood, conta com a ajuda dos pais e tenta trazer Alana para o meio.

Indicado às categorias de “Melhor Filme”, “Melhor Ator Coadjuvante” (Troy Kotsur) e “Melhor Roteiro Adaptado”, “No Ritmo do Coração”, da diretora e roteirista Sian Heder, conta a história de uma família com deficiência auditiva que comanda um negócio de pesca em Gloucester, nos Estados Unidos. Ruby (Emilia Jones), a única pessoa que escuta, ajuda os pais e o irmão com as atividades do cotidiano. Quando entra para o coral da escola, descobre um grande talento musical e precisa decidir entre continuar ajudando os pais ou ir atrás de seus sonhos.

“O Beco do Pesadelo”, de Guillermo Del Toro e estrelado por Bradley Cooper e Cate Blanchett, concorre a “Melhor Filme”, “Melhor Figurino”, “Melhor Fotografia” e “Melhor Design de Produção”. Na trama, Stanton Carlisle é um trabalhador de um parque de diversões itinerante. Com o talento de conseguir manipular as pessoas através das palavras, ele se une a Lilith Ritter, psiquiatra que consegue ser ainda mais perigosa que ele.

Serviço: Oscar Day 2022. Maratona de filmes indicados aos prêmios de melhor filme e direção, nos dias 24 e 25 de março. Filmes em cartaz: “Duna”, “No Ritmo do Coração”, “King Richard: Criando Campeãs”, “Belfast”, “O Beco do Pesadelo”, “Licorice Pizza” e “Drive My Car”, nos complexos UCI Iguatemi e Parangaba. Preços: Salas e poltronas normais, nos Cinemas UCI Kinoplex Iguatemi e UCI Shopping Parangaba: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia). Consulte a programação no site da Rede UCI de Cinemas .

Nas plataformas

Para quem ainda está receoso de frequentar ambientes fechados com outras pessoas, por conta da pandemia de Covid-19, há a opção de assistir os filmes indicados em plataformas de stream. Apesar de a lista de concorrentes disponíveis não ser completa, há muitas boas opções de escolha. Confira a programação disponível:

NETFLIX - "Ataque dos Cães", de Jane Campion, líder da temporada, com 12 indicações ao prêmio, dentre as quais melhor filme, direção, ator (Benedict Cumberbatch), ator coadjuvante (Kodi Smit-McPhee e Jesse Plemons), atriz coadjuvante (Kirsten Dunst) e roteiro adaptado; "Não Olhe para Cima", de Adam McKay (quatro indicações, inclusive melhor filme e melhor roteiro original); "A Filha Perdida": candidato aos prêmios de "Melhor Atriz" (Olivia Colman), "Melhor Atriz Coadjuvante" (Jessie Buckley) e "Melhor Roteiro Adaptado"; "Tick, Tick...Boom!": "Melhor Ator" (Andrew Garfield) e "Melhor Edição"; "A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas": "Melhor Animação"; "Three Songs For Benazir": "Melhor Documentário Curta-Metragem"; "Audible": "Melhor Documentário de Curta-Metragem"; e "Robin Robin": "Melhor Curta de Animação;

AMAZON PRIME - "No Ritmo do Coração": "Melhor Filme", "Melhor Roteiro Adaptado" e Melhor Ator Coadjuvante" (Troy Kotsur); "Being the Ricardos": "Melhor Atriz" (Nicole Kidman), "Melhor Ator" (Javier Bardem) e "Melhor Ator Coadjuvante" (J.K. Simmons);  "Um Príncipe em Nova York 2": "Maquiagem e Cabelo";

APPLE TV - "Free Guy: Assumindo o Controle": "Efeitos Visuais";

STAR+ - "A Tragédia de Macbeth": "Melhor Ator" (Denzel Washington), "Melhor Fotografia" e "Melhor Design de Produção";

DISNEY+ - "Encanto": "Melhor Trilha Sonora", "Melhor Animação" e "Canção Original"; "Luca": "Melhor Animação"; "Raya e o Último Dragão": "Melhor Animação"; "Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis": "Efeitos Visuais"; "Cruella": "Melhor Figurino" e "Maquiagem e Cabelo"; "Amor, Sublime Amor": "Melhor Filme", "Melhor Direção" (Steven Spielberg), "Melhor Atriz Coadjuvante" (Ariana DeBose), "Melhor Figurino", "Melhor som", "Melhor Fotografia", "Melhor Design de Produção".

HBO MAX - "Duna": "Melhor Filme", "Melhor Roteiro Adaptado", "Melhor Fotografia", "Melhor Design de Produção", "Melhor Montagem", "Melhor Figurino", "Melhor Maquiagem e Cabelo", "Melhor Trilha Sonora", "Melhor Som" e "Melhores Efeitos Visuais"; e "King Richard: Criando Campeãs": "Melhor Filme", "Melhor Ator" (Will Smith), "Melhor Atriz Coadjuvante" (Aunjanue Ellis), "Melhor Roteiro Original", "Melhor Montagem" e "Melhor Canção".

SC/JS, com Rede UCI de Cinemas

 

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O presente de Natal que a Netflix reserva para os usuarios do stream é o filme "Não Olhe para Cima" (Don’t Look Up), de Adam McKay. A produção entra na plataforma nesta sexta-feira (24/12) e traz um espelho cômico do mundo em que vivemos, com um elenco repleto de estrelas consideradas de primeira grandeza de Hollywood.

A história  segue dois astrônomos, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e a candidata ao doutorado Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence), que descobrem um cometa que destruirá a Terra. No entanto, em sua missão de contar ao mundo, a presidente dos Estados Unidos, a mídia e um gigante da tecnologia tentam desviar a verdade e encontrar uma maneira de tornar isso lucrativo.

Qualquer semelhança com as primeiras notícias sobre a pandemia de Covid-19, no final de 2019 e começo de 2020 não terá sido mera coincidência. O fato divide o país quanto ao que eles devem fazer sobre o cometa, com um pedaço gigante deles pensando que não deveriam fazer nada ou que o cometa não existe de todo.

Há evidências substanciais da realidade contra os negacionistas. Essa dificuldade cognitiva dos que não reconhecem a realidade como tal é a força do roteiro da comédia dentro do filme. Quanto o público e os responsáveis ​​estão dispostos a ignorar quando confrontados com sua própria morte? No filme de McKay, eles estão dispostos a ignorar quase tudo isso.

O alvo da piada não é tanto para as pessoas que caem na desinformação, porém, é principalmente para aqueles que estão no comando, deixando de fazer o que os cientistas consideram necessário para salvar o planeta.  O filme mostra os extremos extraordinários que essas pessoas farão para garantir que continuem populares aos olhos do público, mesmo que isso signifique enganá-los completamente. As comédias anteriores de McKay, como "Talladega Nights" e "Step Brothers", contêm humor exagerado, em que os personagens mais idiotas são o alvo da piada, e isso continua aqui, mas seu estilo cômico tornou-se mais nuançado.

Elenco é destaque

No elenco de "Não Olhe para Cima" há muitos rostos familiares, alguns dos quais aparecem apenas em uma cena, como Chris Evans interpretando um ator estrelando um filme sobre um cometa destruindo a Terra. Os poucos que aparecem como participações especiais geralmente estão lá para uma piada rápida e funcionam bem, nunca tirando totalmente a atenção do elenco principal. Tyler Perry e Cate Blanchett são apresentadores de talk shows matinais que tentam colocar um sorriso em cada notícia, por mais triste que seja. DiCaprio e Lawrence trabalham excepcionalmente bem como os dois cientistas, cada um em suas jornadas muito diferentes.

Meryl Streep como a presidente Janie Orlean e Jonah Hill como seu filho Jason Orlean, que também é o Chefe de Gabinete, conseguem se destacar mesmo em meio a este vasto e conhecido elenco. A personagem de Streep é uma gestora narcisista que se preocupa apenas com o interesse próprio e sobre como a mídia a percebe, enquanto seu filho é um adulto enfadonho e idiota, cujas experiências de vida são o oposto do americano médio. Ambos são a força motriz do humor nas cenas em que estão. Eles são o pior da humanidade e um bom equilíbrio para a história – que é sobre o possível fim do mundo.

"Não Olhe Para Cima" foi indicado ao prêmio de melhor filme de comédia ou musical, melhor roteiro,  Leonardo de Caprio como melhor ator (comédia/musical), e Jennifer Lawnrence (comédia/musical) como melhor atriz no Globo de Ouro 2022. O resultado da premiação será conhecido em 9 de janeiro. A produção também recebeu ainda seis indicações ao Critics Choice Awards, incluindo as de melhor filme e de melhor elenco, também previsto para acontecer em 9 de janeiro de 2022.  

JS

 

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Quando as drogas passam pela fiscalização dos órgãos reguladores, e o encarregado pelo estudo é cooptado pela indústria farmacêutica, ocorre com muita facilidade que medicamentos altamente nocivos à saúde cheguem ao mercado por meio de pontos de vendas oficiais, sem passar pelo tráfico. É o que mostra a minissérie "Dopesick" ("dopando a dor", em tradução livre), protagonizada e produzida pelo ator Michael Keaton, que interpreta o médico Samuel Flixx, responsável pela saúde da pequena comunidade Appalachian, no estado de Virgínia (Estados Unidos).

Esta minissérie está entre as indicadas ao prêmio Globo de Ouro 2022, ao lado das produções "Mare of Easttown" (https://bit.ly/3m9QkUv) e "The Underground railroad" (https://bit.ly/3m7SAM6), ambas já analisadas em textos anteriores pelo Portal do Servidor. As indicações ao prêmio foram divulgadas nesta segunda-feira (13/12). Os vencedores serão anunciados no dia 9 de janeiro de 2022.

A venda indiscriminada do medicamento Oxycontin, até hoje liberada no Brasil,  levaram os Estados Unidos a enfrentar uma das piores crises de saúde de sua história. Milhões de norteamericanos sofreram com o vício em opioides por conta da prescrição e comercialização e produção do item pela indústria farmacêutica. A minissérie do Star+, expõe os efeitos devastadores destes eventos.

Escrita e criada Emmy Danny Strong, a produção é baseada no livro homônimo de Beth May que entrou para a lista de mais vendidos dos Estados Unidos em 2018. Na obra, a autora descreve a crise que resultou em inúmeros viciados em remédios controlados e em um alto índice de mortes.

Sobre a trama

"Dopesick" relata os eventos em dois períodos: o primeiro em 1996, quando Richard Sackler (Michael Stuhlbarg) decide investir e comercializar o opioide Oxycontin, remédio com forte efeito analgésico derivado da papoula do Oriente, de onde deriva a morfina, e a heroína, tipo de medicamento altamente suscetível ao vício. Já o segundo momento, situado no início dos anos 2000, mostra a jornada de dois promotores públicos tentando expor os abusos da indústria Purdue Pharma, empresa farmacêutica responsável pela criação e distribuição da droga.

Para incluir a visão das vítimas dentro deste drama de escalas continentais, a série mostra a visão de duas figuras opostas: Samuel Flixx, um devoto médico de Betsy Mallum (Kaitlyn Dever), jovem mineira de classe média baixa que se torna viciada em opioide. "Dopesick" explica o caos imposto pela crise de saúde de maneira quase didática.

Enquanto a ambição de Sackler e de outros executivos da Purdue Pharma coloca em risco a vida de milhões de americanos, uma frase de Flixx logo no início do primeiro episódio, dita durante o julgamento do caso Oxycontin, descreve a magnitude do problema em questão: "Eu não acredito em quantos dos meus pacientes estão mortos agora".

A minissérie utiliza recursos ficcionais, para dar maior dramaticidade às cenas, mas sem deixar de contar uma história factualmente correta. "Dopesick" é uma ilustração poderosa do poder das pessoas sem limites financeiros ou morais e do sofrimento induzido pela ganância da indústria farmacêutica. A crise ganha ares políticos quando o próprio sistema regulatório estadunidense se torna cúmplice dos interesses corporativos.

Essa cumplicidade entre políticos e executivos se torna clara quando a luta dos procuradores Rick Mountcastle (Peter Sarsgaard) e Randy Ramseyer (John Hoogenakker) começa a ser ofuscada por poderes ocultos. Por meio do trabalho da dupla e da agente Bridget Meyer (Rosario Dawson), do departamento de narcóticos, a série destaca o domínio que o setor privado mantém sob o público.

"Dopesick" mostra também uma crise que persiste até hoje no sistema de saúde norteamericano, que foi instaurada por cada parte da pirâmide que compõe a indústria farmacêutica: executivos, representantes, médicos e advogados, todos culpados pelo alto número de viciados e mortos causados pelos opioides. De acordo com a revista Superinteressante, cerca de 60 mil estadunidenses morrem anualmente em decorrência do uso de Oxycontin, que já tem 2 milhões de viciados nos EUA. O cantor Prince e a atriz Carrie Fisher estão entre as vítimas fatais.

Serviço: "Dopesick", em oito episódios, pode ser assistida completa na plataforma Star+

JS

 

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The Beatles, formação de rock inglesa, de Liverpool, criada no longínquos nos 1960, é ainda considerada a banda mais influente de todos os tempos. O grupo fez parte do desenvolvimento da contracultura da década de 1960 e do reconhecimento da música popular como forma de arte. Protagonista da modernização de ritmos dos anos 1950, como o rock and roll, o quarteto, formado do John Lennon, George Harrison, Paul McCartney e Ringo Starr, incorporava também elementos da música clássica e pop tradicional de maneiras tidas como inovadoras. O tempo passa, mas as lembranças ficam.  E agora, os autores de álbuns como Revolver, Rubber Soul e Abbey Road voltam à cena através de uma minissérie.

“The Beatles: Get Back” já está disponível na plataforma de stream Disney +.  A produção se desenvolve inteiramente a partir de filmagens restauradas inéditas, leva o público de volta às sessões da gravação da banda em janeiro de 1969, que se tornou um momento crucial na história da música, e mostra o processo criativo dos Beatles, enquanto eles tentam escrever 14 novas músicas para seu primeiro show ao vivo em mais de dois anos. Diante de um prazo quase impossível, os fortes laços de amizade compartilhados por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr são colocados à prova.

As 60 horas de imagens e 130 horas de áudio que deram origem ao documentário foram gravadas em 1969, quando não existia nada que se parecesse minimamente com um reality show como os que conhecemos hoje. No entanto, o material entrega diversos elementos que atualmente compõem os melhores exemplares desse tipo de programa, como fofocas, confinamento, clima tenso entre amigos e pressão.

Período abordado

“The Beatles - Get Back” retrata um período de 22 dias, em janeiro de 1969, em que Paul McCartney, John Lennon, Ringo Starr e George Harrison se reuniram para um plano ambicioso: eles deveriam gravar um novo álbum juntos, do zero, e fazer o primeiro show da banda em três anos. A apresentação se transformaria depois em um programa de TV. Eles ficaram no estúdio para que criassem toda a obra em tempo curtíssimo e definissem todos os detalhes desse projeto. Mas, com o passar dos dias, nem tudo saiu como previsto. Os planos mudaram, fofocas, desentendimentos e dificuldades surgiram e houve até uma ruptura na banda. Tudo foi registrado pelas câmeras e microfones espalhados pelo estúdio.

Sobre o diretor

O cineasta Peter Jackson conseguiu editar e condensar o material em quase oito horas, divididas em três partes, além de criar uma linha narrativa que ressalta as divergências entre os integrantes, o afeto entre eles, os indícios de que cada um seguiria seu rumo em breve e as preciosidades musicais contidas ali.

O diretor é conhecido por comandar a trilogia épica "O Senhor dos Anéis" e por ser a primeira pessoa a dirigir três grandes longas metragens simultaneamente. Além disso, Jackson recebeu uma impressionante série de prêmios pelos filmes: 17 Oscar, quatro Globos de Ouro, e 13 Baftas.

Antes de fazer história com "O Senhor dos Anéis", o cineasta recebeu muitos elogios por seu filme "Almas Gêmeas" (1994), que recebeu uma indicação ao Oscar de melhor roteiro original. Ele também dirigiu o filme "Um Olhar do Paraíso" (2009), uma adaptação do aclamado e mais vendido romance de Alice Sebold, e produziu o sucesso mundial de ficção científica "Distrito 9" (2009).

"The Beatles: Get Back" apresenta – pela primeira vez na íntegra – a última apresentação ao vivo dos Beatles como um grupo, o inesquecível show no topo do Savile Row de Londres, bem como outras canções e composições clássicas apresentadas nos dois álbuns finais da banda, "Abbey Road" e "Let It Be".

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A cineasta e roteirista neozelandesa Jane Campion chamou a atenção do público e da crítica em 1994, quando seu filme O Piano alcançou grande sucesso e a projetou em diversos festivais, dentre os quais obteve a Palma de Ouro no Festival de Cannes e o Oscar, quando, com oito indicações, saiu da cerimônia com três prêmios: um para ela própria (pelo roteiro original) e duas para Holly Hunter (melhor atriz) e Anna Paquin (melhor atriz coadjudante). Seu novo longa, "Ataque dos Cães", disponível na Netflix, já se prenuncia como um autêntico candidato a arrastar prêmios na temporada.

Trata-se de um revisionismo no gênero western, com características típicas de Campion enquanto cineasta. O filme narra a trajetória dos irmãos Phil (Benedict Cumberbatch) e George (Jesse Plemons), proprietários da maior fazenda de Montana, nos Estados Unidos, na década de 1920. Com características distintas, que ficam evidentes já no início do filme, eles passam a viver um conflito quando George se casa com Rose (Kirsten Dunst), viúva que é antipatizada por Phil. A presença de Peter (Kodi Smit-McPhee), filho de Rose, no cotidiano dos irmãos, é um elemento a mais na tensão entre os irmãos.

É oportuno alertar que a apreciação de "Ataque dos Cães" tende a ser maior quanto menos se souber sobre o desenrolar da trama. Já os aficionados ao western tradicional se surpreenderão com o ritmo pausado que Campion imprime à trama, privilegiando a abordagem psicológica dos personagens em detrimento da ação. O filme é baseado no livro "The Power of the Dog", escrito por Thomas Savage em 1967.

Elenco e aspectos técnicos se destacam

A abordagem intimista da cineasta ganha muito na equipe à sua disposição: seja na fotografia, na reconstituição de época detalhada ou nos cenários abertos, que enchem os olhos, a produção é de primeira linha. A trilha sonora do compositor Johnny Greenwood ("Sangue Negro" e "Trama Fantasma") é praticamente uma personagem à parte, situando o espectador durante muitos momentos em que se precisa intuir o que cada pessoa pretende fazer ao longo da história.

Já o elenco amplia a qualidade do filme, com grandes atuações de Cumberbatch, Dunst e Smit-McPhee, enquanto Plemons tem um papel mais contido e com menos tempo em cena. Mesmo assim, é difícil apontar quem está melhor em cena, com Cumberbatch tendo a vantagem de permanecer por mais tempo em tela, lidando com um personagem com mais camadas que os demais.

Quando, nesta segunda-feira (13/12), forem anunciados os indicados ao Globo de Ouro 2022, é bem provável que "Ataque dos Cães" tenha um número expressivo de menções. Estará aberta, a partir daí, uma outra temporada de caça: a batalha pelo Oscar do próximo ano. O filme promete fazer bonito até lá.

Sobre Jane Campion

Além de "O Piano", a cineasta tem trabalhos marcantes em pelo menos dois filmes: "Retrato de Uma Mulher" (1996), drama de época que teve duas indicações ao Oscar, estrelado por Nicole Kidman, John Malcovich e Barbara Hershey, e "Em Carne Viva" (2003), policial estrelado por Meg Ryan, Mark Ruffalo e Jennifer Jason Leigh. Este último título também está disponível na Netflix.

Serviço: "Ataque dos Cães" (The Power of the Dog, Reino Unido/Austrália/Estados Unidos/Canadá/Nova Zelândia, 2021). Direção e roteiro: Jane Campion. Elenco: Benedict Cumberbatch, Jesse Plemons, Kirsten Dunst e Kodi Smit-McPhee. Duração: 2h16min. Disponível na Netflix.

SC

 

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