Fortaleza, Sexta-feira, 03 Dezembro 2021
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Todos estamos habituados a realizar várias rotinas que se repetem dia após dia, independente do nosso humor ou até mesmo de nossa autonomia. Fazemos isso voluntariamente, por questão de sobrevivência, até. Mas o que aconteceria se precisássemos realizar tudo do mesmo jeito sempre e os dias sempre se repetissem da mesma forma, como se estivéssemos presos a uma determinada data?  O filme "Palm Springs", disponível na plataforma Hulu, trata dessa questão.

O cinema tem explorado o tema loop temporal. É bastante comum nas obras de ficção científica, nesses filmes, que os protagonistas se encontrem em um determinado período de tempo, como algumas horas ou alguns dias que se repetem várias vezes. Algumas produções abordaram o fenômeno fictício, como "Feitiço do Tempo", "No Limite do Amanhã" e "A Morte Te Dá Parabéns". A série alemã "Dark" também levou às últimas consequências essa repetição contínua de acontecimentos. O tema é sempre instigante.

Um loop temporal é também o pano de fundo do filme "Palm Springs". Só que, ao contrário das outras produções, esta não procura oferecer uma explicação científica para o fato. Em vez disso, mostra as causas que levam cada um ao desejo de permanecer sempre no mesmo dia. O avançar do tempo poderia trazer consequências desastrosas. A produção, no entanto, está longe de ter uma roupagem soturna, própria de histórias distópicas. Pelo contrário. Trata-se de uma comédia romântica, envolvendo dois jovens protagonistas que são os únicos a perceber que estão aprisionados sempre no mesmo dia: 9 de novembro de 2021.

Sobre a trama                                                           

"Palm Springs" acompanha dois jovens, Nyles (Andy Samberg) e Sarah (Cristin Milioti), que se conhecem durante um casamento. Porém, quando decidem ter um tempo juntos, são atacados por um homem misterioso. Ao acordar, descobrem que estão revivendo o mesmo dia. Quando percebem dividir a mesma situação, os dois decidem aproveitar o mesmo dia repetidamente. O longa pode a princípio parecer uma comédia sem maiores pretensões, mas, com o evoluir da história, surpreende. As explicações para o que está ocorrendo são dadas de modo objetivo e simples. O foco aqui é a relação dos protagonistas com a situação, com seus problemas pessoais e entre si.

O dia que se repete indefinidamente transcorre em uma festa de casamento, realizado na cidade de Palm Springs, na Califórnia. Nyles é um dos convidados para o matrimônio de sua amiga Misty (Meredith Hagner). Na repetição contínua dos dias, algo inesperado acontece. Uma jovem, Sarah, que até então não participava do loop, surge e causa algumas modificações na sucessão dos previsíveis e repetitivos acontecimentos diários. Nyles descobre que não é o único a estar revivendo fatos que se desenvolvem em 24 horas.

As coisas melhoram, felizmente, quando os dois se encontram. Mas tudo se altera, entretanto, quando na manhã seguinte os dois se encontram presos à data da comemoração, fadados a repetir tal dia infinitamente até a descoberta de uma resposta. Partindo de um conceito popularizado pelo filme "Feitiço do Tempo", é essa a trama que consegue surpreender pela forma como constrói a evolução do roteiro.

Vale destacar também o enredo que o filme se sustenta acerca do papel dos relacionamentos amorosos. Construindo personagens que constantemente flertam com a depressão e diferentes desapontamentos, a obra consegue mostrar como as experiências que Nyles e Sarah compartilham entre si ajudam na elevação de seus caracteres, tornando interessante o acompanhar do crescimento dessa paixão. Indo além, entretanto, chama atenção como o filme estabelece que a chave de qualquer parceria está em permitir que o outro se torne capaz de seguir em frente, denunciando ainda o egocentrismo de muitos ao enxergar os demais como meras plataformas para a sua própria felicidade.

Simples e divertido, “Palm Springs” causa boas impressões pelos rumos que adota na construção de seu simpático debate sobre a existência humana. A dupla de atuações dos protagonistas também impulsiona positivamente a comédia romântica, e se transforma em boa diversão, notadamente nos dias tristes de pandemia que estamos atravessando.

Serviço: "Palm Springs". Disponível na plataforma Hulu. Direção: Max Barbakow. Roteiro: Andy Siara. Elenco: Andy Samberg, Cristin Milioti, J.K. Simmons, Peter Gallagher, Meredith Hagner, Camila Mendes, Tyler Hoechlin, Chris Pang, Jacqueline Obradors, June Squibb, Tongayi Chirisa, Dale Dickey, Conner O'Malley, Jena Friedman, Brian Duffy, Martin Kildare, Lilli Birdsell, Ryan Sturtz, Clifford V. Johnson e Calki Garcia.

JS

 

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A plataforma Netflix é responsável por resgatar alguns filmes que normalmente passariam despercebidos pelo grande público. Um deles é “Machuca” (Chile), de 2005. Na trama, Pedro Machuca é o personagem que empresta o nome ao título. Mas o protagonista da história é Gonzalo Infante, um pré-adolescente que vive em Santiago, capital chilena, com seus pais, e estuda no colégio católico Saint Patrick, dirigido pelo padre norteamericano McEnroe.

Estimulado pela gestão social-democrata de Salvador Allende à frente do governo do país, McEnroe abre as portas da instituição de ensino para os jovens moradores de favela aos arredores da capital.

Até então apontada como uma escola voltada apenas para os filhos da elite econômica e consagrada como a melhor do país, a direção da Saint Patrick começa a sofrer resistência por parte dos pais dos alunos que pagavam altas prestações. Eles não queriam ver seus herdeiros convivendo com outras crianças, que, segundo suas opiniões, não teriam educação suficientemente fina para ocupar os mesmos espaços.

Na época, o Chile vivia grandes mudanças políticas e sociais, a começar pela escolha de um presidente mais preocupado com causas sociais. Salvador Allende era visto como um perigo não apenas pela classe dominante do país como também pelo principal inimigo do bloco chamado de "cortina de ferro", os Estados Unidos.

Sobre a produção

Um destes filhos da classe média alta aluno do Saint Patrick era o cineasta Andrés Wood, diretor de “Machuca”, apontado como o maior sucesso do cinema chileno, até então e escolhido pelo país para tentar uma vaga no Oscar de 2005. De forma semi-autobiográfica, Wood cria o narrador Gonzalo Infante (Matias Quer), Pedro Machuca (Ariel Mateluna), e ainda restaura o Chile às vésperas do golpe de 11 de setembro de 1973, que derrubou Allende e instaurou o regime militar de quase duas décadas em que o general Augusto Pinochet comandou o país de forma ditatorial.

A chegada de Machuca e outros meninos ao colégio era vista por seus pais como um absurdo comunista. Isso mudou a vida de Gonzalo. A improvável amizade entre os dois é usada para levar a descobertas. Junto com Gonzalo, o público descobre o mundo das favelas de Santiago em que vivia Machuca, um local com barracos de madeira, esgoto a céu aberto e miséria. Ao lado do personagem-título, há a pujança dos bairros ricos, dos aparelhos de TV, dos tênis importados e dos gibis.

Machuca, além da discriminação que sofre na escola, tem de ajudar um tio e vizinho que passa as tardes vendendo cigarros e banderinhas nas passeatas, que abundavam o país naquele momento. Era indiferente se a manifestação era contra ou a favor de Allende. O importante era assegurar o dinheiro do fim do dia. Eles gritavam palavras de ordem direitistas contra o governo Allende e também contra o imperialismo nas passeatas esquerdistas.

A escolha de contar a história pelos olhos de meninos inicialmente inocentes na política dá ao diretor a liberdade de mostrar os dois mundos sem preconceitos ou julgamentos. Como se percebe ao longo do filme, eles pouco podiam fazer para mudar o país naquele momento.

O filme mostra que a queda do governo Allende teve conseqüências no mínimo tão grandes quanto as quedas das duas torres gêmeas de Nova Iorque (Estados Unidos), em outro 11 de setembro, o de 2001.

Serviço: “Machuca” pode ser visto na plataforma Netflix.

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A categoria "série de comédia" do prêmio Emmy costuma a ser reservada para produções curtas, de no máximo 30 minutos, não necessariamente feitas para o público rir. As duas características parecem não contemplar “Hacks” (gíria que quer dizer algo como eliminado, em tradução livre). O seriado, em sua primeira temporada, foi Indicado a 14 prêmios na premiação deste ano, com elenco encabeçado por Jean Smart, que já atuou na vencedora minissérie “Watchmen”, que conquistou quatro categorias na versão do ano passado da premiação.

Atrama tem como principal vértice Deborah Vance (Jean Smart), uma experiente comediante de Las Vegas, que se apresenta fazendo solo de stand up,  um pouco incomodada com as modificações que estão sendo introduzidas neste tipo de apresentação. Seu clássico show já não tem mais o destaque de outrora, e sua agência tem planos de entregar suas principais datas de shows em um dos principais teatros da cidade, a novas celebridades.

Contra sua vontade, seu agente seleciona Ava Daniels (Hannah Einbinder), uma roteirista de 25 anos e temperamento difícil para ajudá-la a melhorar seu texto. O problema é que Deborah é uma diva dos palcos, e convencê-la a aceitar ajuda de terceiros não é uma tarefa fácil. Com dez episódios, a primeira temporada foca diretamente no início do relacionamento entre Deborah e Ava. Nenhuma das duas queria estaria ali, mas são forçadas a se tolerar. Acabam fortalecendo laços com o tempo. Mesmo assim, os diversos embates e tensões entre as duas prendem as atenções do público.

Atuações elogiadas

Tão experiente quanto sua personagem, Jean Smart brilha como uma megera, autocentrada, que em princípio não demonstra qualquer empatia por ninguém que a cerca. Tudo, ou quase tudo, é tratado com satisfação de interesses pessoais. Deborah tem personalidade forte e língua afiada, capaz de diminuir qualquer adversário ou amigo com poucas palavras. São choques de sinceridade, pelo menos ao seu ponto de vista. No entanto, dentro de toda essa empáfia, há uma mulher que carrega seus traumas e experiências a tornaram uma pessoa difícil.

Com quase o mesmo destaque que a parceira de cena, Hannah Einbinder mostra porque também foi indicada a melhor atriz coadjuvante do Emmy 2021. Ava é uma roteirista descrente na comédia standup que sonha em retomar uma posição de destaque em Hollywood após ser demitida de seu antigo emprego. Ela vê o humor como um meio de expor os absurdos do mundo representados em seus próprias experiências.

“Hacks” tem um texto ágil, diálogos rápidos e inteligentes, piadas interessantes e ácidas, na maioria das vezes, e cenas bem elaboradas. E, apesar de ter bastante drama e tensão entre as personagens, esse não é o tipo de programa em que o telespectador percebe conscientemente a comédia. A série já está com a sua segunda temporada confirmada.

Serviço: “Hacks” está disponível na plataforma de streaming HBO Max.

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A década de 1980 marcou o auge do Dance Music, que dá cores à série “Physical”, realizada em episódios em torno de 30 minutos. A história é protagonizada por Sheila (Rose Byrne). Após seu marido perder o emprego como professor, provavelmente por assédio às alunas, ela resolve ser professora de academia de ginástica, onde as estudantes se exercitam ao ritmo das discotecas. Ao mesmo tempo, incentiva o seu cônjuge Danny (Rory Scovel) a ingressar na vida política, candidatando-se a deputado, na defesa de causas ecológicas.

A série tem como cenário a cidade de San Diego, na Califórnia (Estados Unidos). A guerra do Vietnã é passado, vindo em seguida uma onda pacifista. É nesse ambiente que somos apresentados à protagonista. Sheila foi uma jovem militante na época da faculdade, em San Francisco. Casou-se com o líder estudantil que todas as outras moças queriam namorar, E virou uma dona de casa com um cotidiano banal. Esse passado cheio de sonhos e ambições derivou numa vida que se resume a levar e buscar a filha pequena na escola, preparar o jantar e passar no supermercado.

A vida de um casal aparentemente normal também esconde algumas atividades não muito bem aceitas pelo conjunto da sociedade. O cotidiano de Sheila é aparentemente desprovido de surpresas. Por dentro, porém, ela está longe de se sentir pacificada com tanta monotonia. Sofre de inanição intelectual. E de um apetite não saciado no sentido objetivo também: tem bulimia. Todas as tardes se dirige ao drive-thru de uma rede de fast-food e compra grande quantidade de sanduíches e refrigerantes.

Contraste

O que dá mais destaque e transforma a experiência de assistir Physical mais interessante é a forma como a direção introduz os pensamentos de Sheila nas cenas. Muitas vezes, o que ela fala contrasta frontalmente com as suas atitudes e expressões, fugindo completamente do exposto em seus diálogos. Mas quem nunca pensou algo e expôs algo diametralmente oposto? A monotonia da vida em casal é quebrada constantemente com as soluções nada ortodoxas que Sheila dá aos seus problemas, como por exemplo, roubar uma câmera de vídeo de uma amiga rica.

Conhecemos duas Sheilas. Uma é a da superfície, doce  dentro dos padrões normais de temperatura e pressão da época. A outra, complicada, tem uma voz, mas ela é mental e só os espectadores escutam. Quando ela soa, expõe uma personagem comentando com crítica, mordacidade e amargura todos os acontecimentos de sua vidinha entediante. Sheila expressa a opinião sincera que tem sobre o marido.

“Physical” é ambientada naquele mundo das aulas de ginástica quase obrigatórias para todas as mulheres, que querem se enquadrar aos padrões de beleza, tão populares nos anos 1980. Trata da objetificação da mulher, de feminismo, de maternidade e de distúrbios alimentares que, daquela época até hoje, só se multiplicaram. É profunda como os pensamentos irrevelados de Sheila, mas não se leva tão a sério e faz rir. É também um bom trabalho de reconstituição de época, inclusive na trilha sonora.

A série pode ser assista do streaming Apple TV+.

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Desde que os integrantes da academia do Oscar foram duramente criticados em 2016, ano em que somente atores e atrizes brancos foram indicados ao prêmio, o cenário das artes cênicas tem proporcionado maior participação de minorias nas produções de cinema e séries. O caso mais emblemático foi o filme coreano "Parasita" ter sido contemplado com o Oscar de melhor filme em 2020. Um filme rodado em língua não anglófona vencia a principal categoria pela primeira vez, sendo agraciado ainda em outras três categorias.

Também foi grande o número de filmes e séries com importantes indicações nas principais premiações de arte. Entre estes, neste ano, podemos citar "Judas e o Messias Negro", "Estados Unidos vs Billie Holiday", "A Voz Suprema do Blues" e "Uma Noite em Miami", quatro produções do ano passado, que tiveram protagonistas negros e disputaram os principais prêmios. Entre as séries, podemos apontar "Lovecraft Country" e "Small axe", que estiveram indicadas entre as melhores de 2020.

Na esteira desse plot twist da indústria de entretenimento audiovisual, surge neste ano a série "The Underground Railroad". É a história de Cora, nascida numa fazenda do racista e escravagista estado da Geórgia (EUA), no século XIX. Ela foi abandonada pela mãe Mabel e desprezada é até pelos seus pares. Caesar, que um dia vislumbrou a liberdade, mas foi traído, tenta convencê-la a fugir.

Cora só se convence ao ver uma cena insuportável e, que, para o espectador, é igualmente difícil: a execução aplicada como castigo em um escravizado. Ainda assim, é nítido que a direção evita o prolongamento além do necessário, a violência extrema, o tempo todo. A vítima daquele ato mantém sua dignidade. Indignos são os brancos, os donos da fazenda, os espectadores voluntários. A situação fica muito evidente porque Cora decide, a partir dali, que é melhor morrer tentando fugir do que ficar. E, assim, a série prefere justamente mostrar o terror e a raiva no rosto de quem é obrigado a assistir, ou seja, os outros escravizados.

Revisão histórica

"The Underground Railroad"  é uma história de brutalidade, crueldade, violência, preconceito e racismo, mas também de sobrevivência, triunfo e beleza. Seu compromisso era recontextualizar como o norteamericano vê esse período de sua história e como pessoas negras como ele mesmo enxergam seus ancestrais.  Cora e Caesar escapam, tendo no encalço o caçador de escravos e seu fiel escudeiro, o pequeno menino negro Homer, provavelmente o personagem mais impenetrável da série, já que se trata de um negro totalmente apoiador da barbárie protagonizada pelos brancos. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

Ridgeway está particularmente interessado em capturar Cora, porque vê na fuga de sua mãe, Mabel, um grande fracasso de sua carreira . A relação de Cora com a mãe é uma das maneiras pelas quais a minissérie diverge de tantos outros filmes e séries anteriores. A razão maior da vida de Cora é provar para a mãe que ela era merecedora de ter sido salva e que, mesmo tendo sido abandonada por Mabel, é capaz de conquistar sua liberdade sozinha. Cora tem, pois, um conflito além da sua vontade e uma necessidade de escapar da escravidão.

Saiba mais

A maior parte dos episódios recebe o nome da parada onde Cora se encontra: Geórgia, Carolina do Sul, Carolina do Norte, Tennessee, Indiana. Em cada passo, há violências, preconceitos e humilhações de diferentes tipos. Mas também esperanças, alegrias, amores, aliados, alguns deles brancos, mas em sua maioria negros, como Royal.

"The Underground Railroad" é uma minissérie sobre fantasmas. Sobre pessoas que estavam lá e construíram o país, mas não tiveram direito a nomes próprios, a nacionalidades, a tradições, a amores, a cuidar de seus filhos, a funerais dignos. Que foram apagadas da história. Mas que vivem em seus descendentes, na força de sua cultura e na sua resiliência para sobreviver então, e agora, a tudo isso.

A minissérie é formada por dez episódios de uma hora cada e pode ser assistida no streaming Amazon Prime Video.

Serviço: "The Underground Railroad". Criada por Barry Jenkins. Elenco: Thuso Mbedu, Chase W. Dillon, William Jackson Harper. Nacionalidade: EUA. Em exibição no streaming Amazon Prime Video.

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