Fortaleza, Sexta-feira, 03 Dezembro 2021
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O diretor do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa, Luis Edson Sales, realizou, nesta quinta-feira (30/09) um balanço das atividades desenvolvidas pelo setor durante a campanha Setembro Amarelo. Segundo afirmou, em entrevista à jornalista Kézya Diniz, da Rádio FM Assembleia 96,7, o saldo foi "altamente positivo", e contou com as parcerias da Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce) - por ele presidida -, do Núcleo de Saúde Mental, criado pela primeira-dama da Assembleia, Cristiane Leitão, e do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC), que tem à frente a primeira-dama do Poder.

Luis Edson também destacou que a missão de levar ao público interno e externo informações acerca do suicídio e formas de prevenir casos fatais foi também abraçada pela Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental e Combate à Depressão e ao Suicídio, instalada em 2019 na Alece, tendo como o seu primeiro dirigente o atual presidente da Assembleia, deputado Evandro Leitão (PDT). "Tivemos ainda o apoio da Mesa Diretora, Diretoria Geral, Diretoria Administrativa e Assalce,, além do Núcleo de Saúde Mental", frisou.

Ações

O diretor do DSAS revelou que as ações desenvolvidas também foram levadas ao Interior do Estado, adotando como critério de escolha da cidades os índices de suicídio registrados em cada localidade. As atividades da campanha começaram no dia 13, em Baturité, e em seguida foram visitadas Caucaia (14/09), Quixadá (15/09), Morada Nova (16/09), Sobral (20/09), Horizonte (22/09), Maracanaú (27/09), Cascavel (28/09) e Aquiraz (29/08), além de Fortaleza.

De acordo com Luis Edson, a Assalce sempre encampou todas as campanhas realizadas na Assembleia "que permitem a sensibilização e conscientização" em torno  da questão. Ele lembra que o suicídio é um sério problema de saúde pública, que foi ainda mais agravado com o isolamento social necessário para conter a pandemia da Covid-19.

"Queremos destacar que o DSAS, juntamente com o Núcleo de Saúde Mental, ampliou o plantão psicológico, durante setembro. Os atendimentos, que antes aconteciam em dois dias semanais passaram a ser diários, de segunda a sexta-feira, durante o mês de setembro", apontou. Além disso, foram realizadas duas blitz com entregas de lacinhos e panfletos explicativos sobre o Setembro Amarelo.

Ainda dentro da programação, conforme informou Luis Edson houve lançamento do livro "Depressão e suicídio", no último dia 16. Também foram realizados Webinares ao longo do mês com temas alusivos ao Setembro Amarelo, a Oficina Alegria de Viver, com moradores da comunidade do Pio XII  e Rodas de Biblioterapia. "Foi um ano bem mais movimentado a partir da criação do Núcleo de Saúde Mental no DSAS, que deu um maior impulso, em relação às versões anteriores", acrescentou.

Graças aos esforços desenvolvidos junto à comunidade, para quebrar o tabu em relação ao suicídio, o tema passou a ser mais discutido e assim são  abertas novas possibilidades de contenção das crises suicidas, avaliou. "Não há regras. Os casos podem  tanto surgir em famílias de alta ou baixa renda. Por isso precisa encarar de frente, mesmo sabendo que há o preconceito do suicídio", afirmou.

O diretor informou ainda que o DSAS está contando com duas médicas psiquiatras e com psicólogas. "Estamos dando apoio, quando necessário a servidores, dependentes, parlamentares e seus dependentes. Temos ainda o Núcleo de Responsabilidade Social que atende a comunidade no entorno da Assembleia", asseverou.

JS, com informações da Rádio FM Assembleia 96,7

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

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O Núcleo de Mediação  e Gestão de Conflitos  da Assembleia Legislativa do Ceará, realizou nesta quarta-feira (29/09), no auditório do  Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS), no anexo III da Casa (Edifício Deputado Francisco das Chagas Albuquerque), palestra sobre a importância  da Comunicação Não-Violenta na prevenção ao suicídio.

A iniciativa, que integra as atividades da campanha Setembro Amarelo, foi destinada aos servidores que atuam no DSAS e teve como expositor o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, Edir Paixão. O oficial da PM é mestre em Saúde Pública pela Universidade Federal do Ceará (UFC), pesquisador do Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio, gerenciador de crises pela Guarda Costeira Americana. Ele faz abordagem técnica sobre tentativa de suicídio.

O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, Edir Paixão, afirmou que a Comunicação Não-Violenta foi um  conceito criado pelo  psicólogo norte-americano Marshall Bertram Rosenberg em 1960, e se  baseia num conjunto de habilidades de linguagem e comunicação que buscam fortalecer a capacidade de continuarmos humanos mesmo em situações de estresse e conflito.

Conforme destacou, a CNV conclui que a maioria dos conflitos entre as pessoas surge a partir de uma comunicação equivocada de suas necessidades não atendidas e que leva em consideração alguns pilares sendo os principais, a observação (não julgamento) e a identificação de sentimentos com o intuito de encontrar o porquê de suas ações ou reações ou o que impulsionou a agir (ou a querer agir) de uma maneira violenta.

''O principal princípio da CNV é o não julgamento: entender o que se passa com o outro por meio de uma escuta ativa. Ao ter empatia e cuidado com o próximo, estamos trabalhando também a prevenção ao suicídio, pois o  diálogo é a principal ferramenta de auxílio e a capacidade de se colocar no lugar do outro e entendê-lo é de grande valia na prevenção do suicídio”, asseverou.

Conforme ressaltou o tenente-coronel Edir Paixão, ao longo da vida teremos  adversidades e situações de conflitos, mas, por meio da CNV, poderemos encontrar   uma saída pacífica pelo diálogo. ''Na maioria das vezes, a forma  como você diz algo machuca o outro e temos tendência a absorver o negativo. Podemos receber vários elogios ao longo do dia, mas  basta alguém apontar um defeito para nos sentirmos desestimulados. A palavra tem força e a forma como passamos uma mensagem para o próximo deve ser observada'', defendeu.

Reposicionamento

A orientadora da Célula de Mediação e Gestão de Conflitos, Juliana Holanda, destacou que a CNV  é um processo de entendimento que facilita o diálogo por meio da observação e da empatia e auxilia no reposicionamento da forma pela qual as pessoas vão se expressar e na maneira que vão ouvir umas às outras, de forma compreensiva.

''É de grande importância trazer essa temática não apenas para o nosso público interno, mas  para toda a sociedade, para que possamos ter uma visão diferenciada  dos conflitos inerentes que vivemos. A Comunicação Não-Violenta fomenta o respeito e a empatia  que são fundamentais para vivermos em sociedade. Sabemos  que as palavras têm poder de ferir ou curar as pessoas, ou seja, um comentário ou opinião pode provocar reações negativas  nas pessoas e por meio da CNV desenvolvemos uma fala sem julgamentos, sem certo ou errado, na qual buscamos apoiar e ajudar'', explanou.

Raisa Lou, coordenadora do Núcleo de Mediação e Gestão de Conflitos (Numgec), destacou que dentro da mediação existem diversas técnicas e ferramentas que podem ser utilizadas a favor  da cultura de paz e no incentivo à Comunicação Não-Violenta. '' Temos abordado em diversas oportunidades que a CNV é muito importante porque estabelece uma conexão  com  o outro através da empatia, da escuta ativa e da compaixão. Por isso é fundamental  debater o tema para que as pessoas  possam redescobrir uma forma de falar trazendo mais compreensão, para as relações entre todos", pontuou.

A primeira-dama da Assembleia Legislativa, Cristiane Leitão, agradeceu a presença do tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, Edir Paixão, que é uma referência no Estado na temática de prevenção ao  suicídio   e destacou o Numgec atua por meio do resgate do diálogo e da construção de uma solução pacífica, indo ao encontro dos princípios da CNV. '' O Núcleo de Medição e Gestão de Conflitos foi implantado para justamente ter um olhar  para os servidores e público externo e atua no sentido de gerir os conflitos através do diálogo. Quando recebemos um conflito,  temos que tentar  resolver de forma pacífica, por meio de um diálogo, de um olhar sistêmico e integrado, adotando uma comunicação  não violenta'', explanou.

Saiba mais

A mobilização na Assembleia Legislativa é realizada pelo Núcleo de Saúde Mental, Núcleo de Práticas Sistêmicas Restaurativas, Núcleo de Mediação e Gestão de Conflitos, Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental e Combate à Depressão e ao Suicídio e Célula de Psicologia, bem como Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS).

JB

 

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A Assembleia Legislativa do Ceará vai concluir, nesta semana, o ciclo de atividades desenvolvidas para marcar a campanha Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. Estão sendo realizadas, neste período, ações internas e externas para levar ao público a importância do tema e formas de reduzir os casos letais por conta de questões psicossociais.

A Célula de Qualificação dos Servidores, da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), da Alece, realiza nesta terça-feira (28/09), às 16 horas, Webinar sobre o tema “O agravo da solidão da pessoa idosa e as consequências para a cognição", pela plataforma Zoom. Nesta edição, o evento  será aberto ao público, sendo necessário para realizar a inscrição por meio do link https://bit.ly/2XiUxeU para assegurar a participação.

O Webinar terá palestras de Lucila Bonfim Lopes Pinto, coordenadora da Célula de Terapia Ocupacional do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia; e do juiz e procurador federal Airton Andrade Correia.

Na quarta-feira (29/09), haverá atividade com o grupo psicoeducativo “Trabalhando com prevenção: como identificar sintomas depressivos e ansiosos”.

A mobilização na Assembleia Legislativa é realizada pelo Núcleo de Saúde Mental, Núcleo de Práticas Sistêmicas Restaurativas, Núcleo de Mediação e Gestão de Conflitos, Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental e Combate à Depressão e ao Suicídio e Célula de Psicologia do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS).

Ações desenvolvidas

No dia 1º de setembro, a Casa apresentou uma nova iluminação e a fixação do laço amarelo no seu prédio principal, demonstrando o engajamento na campanha, que teve a parceria da Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce) que, em apoio ao Setembro Amarelo, realizou campanha informativa em suas redes sociais, abordando o tema "Saúde Mental no Ambiente Corporativo". Segundo pesquisas, os transtornos mentais são a terceira causa mais frequente de afastamento do trabalho.

No dia 8 de setembro, o Poder Legislativo realizou a abertura solene do Setembro Amarelo e iniciou os atendimentos psicológicos do Plantão Acolher Amarelo, que segue até 29 de setembro sempre às quartas-feiras, das 9 horas às 13 horas. No dia seguinte, foi realizada uma panfletagem e distribuição de lacinhos amarelos com a participação de parlamentares e servidores da Casa. No dia 10 de setembro, houve uma solenidade do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Desde o dia 13 de setembro, começaram as oficinas nos municípios do interior do Estado que seguem até dia 30 de setembro. No dia 14 de setembro, a programação voltou suas ações aos servidores e servidoras do Legislativo, como o  Webinar "Suicídio: prevenção e posvenção frente ao suicídio”.

A programação contou também com a oficina "Alegria de Viver”, tendo como público os moradores e moradoras da comunidade do Pio XII, no dia 15. No dia 16, foi lançado o livro “Depressão e Suicídio”, e, na última terça-feira (21/09) foi realizado o Webinar "A perspectiva sistêmica diante do comportamento suicida”, enquanto nesta segunda-feira (27/09) foi realizada a roda de conversa “Você se foi e eu fiquei - Um olhar para o luto pós-suicídio”.

Semanalmente foram apresentadas informações sobre os fatores necessários para um ambiente de trabalho saudável, por meio de um olhar humanizado. Além de solenidades, seminários virtuais, panfletagem e plantões de atendimento especializado, foi também elaborada uma cartilha para a realização de oficina com adolescentes de escolas públicas do interior do Estado. Estão sendo visitados os municípios de Quixadá, Caucaia, Baturité, Sobral, Maracanaú, Aracati, Aquiraz, Horizonte, Morada Nova, Cascavel e Fortaleza.

O Setembro Amarelo é uma iniciativa direcionada à prevenção do suicídio de envolvimento internacional, com o objetivo de oferecer intervenção preventiva a grupos vulneráveis com amparo e conscientização de jovens e adolescentes acerca da luta contra o suicídio e da defesa dos cuidados relacionados à saúde mental.

JS

 

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A campanha Setembro Amarelo é dedicada à prevenção e conscientização sobre o suicídio. Cerca de 12 mil suicídios são registrados todos os anos no Brasil e mais de um milhão no mundo. A ex-deputada estadual e presidente de honra do Movimento das Mulheres no Legislativo Cearense (MMLC), Meire Costa Lima, destaca que falar é a melhor solução para o despertar sobre a questão do suicídio.

"Estamos engajadas nessa campanha, juntamente com o Núcleo de Responsabilidade Social, com o DSAS (Departamento de Saúde e Assistência Social), levando conscientização para as comunidades", assinala a ex-deputada, em vídeo disponibilizado no fim desta matéria.    

Os índices crescentes de suicídios nas últimas décadas alertam sobre a importância de falar sobre o assunto. Ainda há muito tabu acerca do tema, mas colocar em pauta para debate na sociedade é fator importante para evitar a perda de outras vidas. Neste sentido, a Assembleia Legislativa do Ceará promove atividades na campanha Setembro Amarelo, buscando levar o máximo de informações possíveis sobre o assunto às comunidades interna e externa.

Como surgiu a campanha

A origem da campanha e todo o movimento de conscientização contra suicídio começou com a história de Mike Emme, nos Estados Unidos. Em 1994, Mike cometeu suicídio, com apenas 17 anos. Infelizmente nem a família nem os amigos de Mike perceberam os sinais de que ele pretendia tirar sua própria vida.

No funeral, os amigos montaram uma cesta de cartões e fitas amarelas com a mensagem: “Se precisar, peça ajuda”. A ação ganhou grandes proporções e expandiu-se pelo país. Diversos jovens passaram a utilizar cartões amarelos para pedir ajuda a pessoas próximas. A fita amarela foi escolhida como símbolo do programa que incentiva aqueles que têm pensamentos suicidas a buscarem ajuda.

Em 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 10 de setembro para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O amarelo do Mustang de Mike é a cor escolhida para representar essa campanha.

Confira abaixo o vídeo em que a presidente de honra do MMLC, Meire Costa Lima, destaca a importância da campanha Setembro Amarelo para toda a população cearense. O conteúdo é produzido pelo DSAS e Núcleo de Comunicação Interna da Alece, com o apoio da TV Assembleia.

JS, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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Publicado em Categoria Matriz

A Célula de Qualificação dos Servidores, da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace) realizou, nesta terça-feira (21/09), Webinar sobre o tema “A Perspectiva Sistêmica Diante do Comportamento Suicida". A atividade integra a programação do Setembro Amarelo, realizada pela Assembleia Legislativa do Ceará. A palestrante foi Simone Arrojo, que desde 2009 é facilitadora e docente em Constelação Familiar, pela Escola Alemã de Bert e Sophie Hellinger, Hellinger Schule.

Simone Arrojo revelou que o primeiro passo de gratidão se conecta com o divino. E quem não se conecta, não enxerga motivação para mais nada. “Todos nós já passamos desafios e vamos passar por outros. A constelação nada tem a ver com religião, mas abarca tudo que é essencial. No oriente se medita mais e no ocidente se reza mais”, definiu.

No entender da expositora, a pessoa que quer se suicidar já perdeu a noção de vida e morte. “Só olha para morte como se a vida não incluísse a morte e a morte não incluísse a vida. É muito tênue a diferença entre vida e morte, e aceitar isso faz parte do nosso crescimento”, afirmou.

Simone Arrojo revelou que no livro “Conflito e paz” de Bert Hellinger, o autor procurou definir o que torna grande uma pessoa. “O que há de maior no ser humano é aquilo que o torna todos iguais. Tudo para mais ou para menos tira algo dessa grandeza. Quem pensa em suicídio se pensa inferior e excluída por nós humanos e pelo plano divino. Isso é desesperador”, avaliou.

A purificação dos sentidos, explicou a facilitadora, significa tirar o supérfluo da vida para que fique o essencial e definitivo, o que inclui ordem e amor. “Quando é perdido o contato com a dignidade de ser amado e de ser um valor para a sociedade e para Deus, e quando não se reconhece o próprio valor, muitas pessoas se suicidam”, afirmou.

Simone Arrojo informou que na purificação do espírito, os pensamentos ficam de fora. Quando não estão purificados, os pensamentos atrapalham. “Quando conseguimos purificar os nossos pensamentos e não entrar em contato com coisas que não purificam a nossa alma, não vamos ter dificuldade de sair dos problemas que vamos enfrentar. A forma como enfrentamos é que faz uma grande diferença”, pontuou.

Meditação

Durante a exposição, Simone Arrojo também conduziu uma meditação com os participantes. Ela pediu para que todos refletissem se pensam mais sobre a vida ou sobre a morte. “Se a gente não está presente, as coisas acontecem e não se sabe nem de onde veio. Estou aqui e isso é tudo. Mas será que você está mais no mundo dos vivos ou no mundo dos mortos?", questionou. A morte, segundo ela, pode ser uma separação ou uma mudança de casa. “A vida é impermanente. A vida e a morte estão juntas”, pontuou.

Após a meditação ela abordou dados sobre os suicídios no mundo. “A forma como a pessoa escolhe se suicidar dá muitos indícios do problema. “Não havia formas visíveis para o suicida de sair de um trauma. O que não foi trabalhado no sentido de ser transcendido, fica. O que devemos deixar para filhos e netos é a gente trabalhar nossos traumas, para que as próximas gerações possam olhar e superar”, defendeu.

A expositora observou que há muitas pessoas com suicidas na família e ninguém toca mais no assunto. “As pessoas têm medo de falar que aquela pessoa existiu, como se excluíssem os mortos. Há uma moral que não busca solução, mas que condena. Deixa a pessoa excluída e solitária, e a pessoa quer mesmo morrer. Se a pessoa não tem uma escuta de alguém próximo, deve buscar ajuda profissional e não ficar sozinho. Tudo que não pode ser compartilhado vai causar problemas”, asseverou.

Simone Arrojo afirmou que tudo na vida é amor. “Estamos saindo da Era de Peixes para a Era de Aquário, e começando a entender o que é o amor. Mas as pessoas não conseguem colocar ordem para que o amor flua. Todo suicídio tem a ver com alguma desordem. São desordens do sistema familiar”, considerou.

No plano físico, a vida começa com a mãe e o pai, disse a expositora. Assim, quando a gente cobra algo dos pais, está se dizendo que os pais são pequenos. “Há aqui uma desordem e não agradecemos o que os nossos pais nos deram. Esse é a principal ordem que temos de vivenciar dentro de nós. A gente só tem o que merece e precisa reconhecer isso para o crescimento. É assim como o plano espiritual age com a gente”, frisou.

Dimensões

O Webinar foi promovido dentro das ações do Setembro Amarelo realizadas no Poder Legislativo. As atividades estão a cargo dos Núcleos de Saúde Mental, de Práticas Sistêmicas Restaurativas e de Mediação e Gestão de Conflitos, do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) e da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental e Combate à Depressão e ao Suicídio.

A primeira-dama do Poder Legislativo, Cristiane Leitão, disse que o Webinar foi escolhido com muito carinho para trazer uma fala sistêmica, por meio da consteladora Simone Arrojo, que, no seu entender, faz um trabalho “com muita competência e experiência” em São Paulo. Ela apontou como valiosas as informações de como tratar as questões da depressão e do suicídio. “É uma luz para os nossos entendimentos e nossa alma, com a entrega de uma ferramenta de cura, porque depressão e suicídio trazem dores sobre isso. Precisamos compreender tudo que acontece em nosso sistema familiar", defendeu.

Ela destacou que os servidores da Assembleia estão aderindo, gostando e aprendendo sobre a constelação sistêmica. “Estamos procurando fazer ações integradas  e colhendo frutos. Muitos servidores estão participando deste movimento e descobrindo o quanto isso é importante.  Acredito que assim vamos transformar uma sociedade melhor. Sou só gratidão por Simone Arrojo ter aceitado o nosso convite. Acredito que há um campo se abrindo para as constelações sistêmicas”, afirmou.

A deputada estadual Érika Amorim (PSD), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Mental, parabenizou, o envolvimento de Cristiane Leitão com a temática, “trazendo um olhar sistêmico, acolhedor e dinâmico para a Assembleia Legislativa e também os núcleos de Práticas Sistêmicas e Restaurativas e de Saúde Mental, que têm um bom trabalho junto aos servidores”. Ao mesmo tempo, a deputada também destacou o papel do presidente do Poder Legislativo, deputado Evandro Leitão (PDT), “que tornou todo este trabalho possível”.

A coordenadora da Célula de Qualificação Dos Servidores, Norma David, elogiou a atividade. "É importante falar sobre o suicídio,  apesar de ser um  tema doloroso, que não pode ser considerado tabu. Além disso, a Assembleia aderiu a essa campanha, que realiza várias atividades ao longo do mês'', asseverou.

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