Fortaleza, Terça-feira, 18 Janeiro 2022
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“Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar”

Os versos de “Foi um rio que passou em minha vida”, de Paulinho da Viola, surgem em um momento decisivo do documentário “Pelé”, disponível na plataforma de streaming Netflix. Eles refletem o que se vê em campo: a paixão pelo futebol, na trajetória do jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé do título, ativo em quatro Copas do Mundo (1958, 1962, 1966 e 1970), quando o Brasil sagrou-se tricampeão. No entanto, à semelhança do que ocorre nas partidas de futebol, o documentário dos cineastas Ben Nicholas e David Tryhorn é repleto de altos e baixos.

No recorte definido pelos documentaristas, por exemplo, o roteiro segue rapidamente os fatos ocorridos entre a infância do protagonista, seu surgimento no Santos Futebol Clube e a atuação nas Copas de 1958 e 1962, ambas vencidas pela Seleção Brasileira. O ritmo frenético da edição, no entanto, é uma falha menor, diante da ausência de referências ao papel que Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha, teve nos dois mundiais, fazendo dobradinha com Pelé em lances decisivos. Uma falha que não passa despercebida pelos aficionados em futebol.

Cabe, aliás, um alerta aos que se aventurarem pelo documentário: a depender do conhecimento prévio sobre os fatos narrados e se o espectador é fã de futebol, a apreciação do longa será maior ou menor. Os depoimentos de ex-jogadores contemporâneos de Pelé, como Zagallo, Jairzinho e Rivellino, bem como do cantor Gilberto Gil, porém, enriquecem a narrativa, mesmo para quem já conhece amplamente o tema. Nesses tempos de pandemia, vale acompanhar o filme em meio a um bom churrasco e doses generosas de cerveja. Em casa, e sem aglomeração, registre-se.

Relação com a Ditadura Militar

Para além do registro sobre um personagem que se confunde com a narrativa sobre o futebol brasileiro, o documentário de Nicholas e Tryhorn mergulha em um tema espinhoso para Pelé e seus admiradores: a relação do craque com a Ditadura Militar (1964-1985), tema que persegue o ídolo até hoje. Pois, se surgiu como um fenômeno entre o fim da década de 1950 e o início dos anos 1960, sua consolidação definitiva se deu na Copa do Mundo de 1970, quando se cobrou dele um posicionamento de independência em relação ao governo militar de Emílio Garrastazu Médici. Longe de tal comportamento, Pelé, na prática legitimou o Regime Militar, o que o faz alvo de reações hostis até hoje.

O documentário dá a ele voz para apresentar sua versão sobre os fatos e há uma contextualização sobre o processo político do país ao longo das décadas de 1960 e 1970 enriquecida por três depoimentos de personagens de espectros políticos diversos: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a ex-governadora do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, e o ex-ministro da Fazenda dos governos militares, Delfim Netto. É forçoso – e curioso – reconhecer que justamente quando sai dos campos de futebol e se aventura pela arena política, o documentário ganha força enquanto registro histórico. Como se estivéssemos em uma partida em que o placar fosse de 2x2 ou 1x1. E aí, surge o gol que desempata. Como no passado, sem direito a VAR. Esse lance decisivo, no documentário, não vem do futebol, e sim da política.

“Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar”

Serviço: Pelé. Documentário disponível na Netflix (Brasil, 2021). Direção: Ben Nicholas e David Tryhorn. Com depoimentos de: Pelé, Zagallo, Jairzinho, Rivellino, Gilberto Gil, Fernando Henrique Cardoso, Benedita da Silva e Delfim Netto. Duração: 108 minutos.

SC

 

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Publicado em Agenda Cultural

A prática de esporte é essencial para uma melhor qualidade de vida. A Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Assalce), por meio da sua Comissão de Esportes, retoma na próxima terça-feira (08/09), o tradicional racha voltará a ser realizado semanalmente, das 20 horas às 21 horas, no Clube Recreativo dos Subtenentes e Sargentos do Exército (Cresse), localizado na Avenida Borges de Melo, 1881.

Para ter acesso ao local, será necessário seguir alguns protocolos de segurança contra o Coronavírus, como uso obrigatório de máscara de proteção (a máscara só poderá ser retirada no campo de futebol), higienização das mãos com álcool em gel e aferição de temperatura na entrada do Clube.

Para saber mais informações e reservar vaga, os interessados devem entrar em contato com o diretor de Esportes da Assalce, Paulo Queiroz, pelo telefone (85) 98727.2139. Ele afirma que a atividade é gratuita para os associados da Assalce e alerta que interessados devem ir ao local com sua chuteira e roupa adequada.

“Os coletes são disponibilizados por nós para quatro equipes de sete integrantes. Devido ao momento de pandemia da Covid-19, a troca de vestimenta entre os participantes está proibida e cada jogador fica responsável pelo colete até o final da partida. Para evitar aglomeração, o número de equipes foi reduzido'', informa.

Além das noites das terças-feiras, os interessados em participar do racha têm outro dia disponível para jogar uma partida: os sábados, das 8 horas às 9 horas, no mesmo endereço.

Saiba mais

O famoso racha da Assalce existe há dois anos, por iniciativa do presidente da Associação, Luís Edson Correa. Além de servir como um momento de integração entre os servidores do Poder Legislativo, a iniciativa propicia um melhor condicionamento físico para os participantes. A Comissão de Esportes da Assalce também oferta para os associados vôlei e beach tennis. Em relação a essas modalidades, a data de retorno não foi definida.

JB

 

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Publicado em ASSALCE

A Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Assalce) realizou, neste sábado (16/02), mais um "racha" de futebol, na sede do Clube Recreativo dos Subtenentes e Sargentos do Exército (Cresse Fortaleza), localizado na avenida Borges de Melo, 1881. Participaram das atividades, de acordo com Paulo Rocha, coordenador do evento, 20 funcionários de diversos setores do Poder Legislativo.

Paulo Rocha, que é fotógrafo lotado na Agência de Notícias da AL-CE, explica que, em cada edição, as partidas têm 10 minutos, cada, para que todos os servidores possam participar. A primeira tem início às 8 horas e a prática esportiva se encerra às 9h30min. "A ideia é que todos possam participar. Para o servidor que se interessar, é só chegar no Cresse, nos sábados, às 8 horas ou às terças-feiras, a partir das 20h30min, quando as partidas também acontecem", explica.

O coordenador explica que como se trata de um campo de dimensões menor que o oficial, cada time é formado por sete jogadores. A disputa segue por dez minutos, e o time vencedor permanece em campo, enquanto que o perdedor dá vez ao time de fora.

O conhecido racha da Assalce já é praticado há dois anos, por iniciativa do presidente da associação, Luís Edson Correiaa Sales. "A iniciativa visa a tirar os servidores do sedentarismo, propiciando um melhor condicionamento físico, além de um momento de integração e confraternização dos colegas de trabalho. Qualquer funcionário que se interessar será muito bem-vindo ao nosso racha", revela Paulo Rocha. Também participa na organização do evento o servidor Paulo Queiroz, diretor de Esportes da Assalce.

Publicado em ASSALCE
Segunda, 10 Dezembro 2018 15:58

Jogo no Castelão congrega servidores da ALCE

O placar foi elástico, mas o clima foi de congraçamento no VI Jogo de Confraternização realizado pela Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Assalce), no estádio Castelão, realizado no sábado passado (8/12). A Equipe Amarela derrotou por 6x1 a Equipe Preta. Na edição anterior, os amarelos saíram vitoriosos pela contagem de 5x4.

O presidente da Assalce, Luís Edson Correia, avalia que o jogo, além de proporcionar um momento de aproximação e fortalecimento dos laços de amizade existente entre os servidores do Poder Legislativo, foi também uma oportunidade de ser desenvolvida uma atividade social. “Foram arrecadados entre os jogadores e familiares cerca de 60 quilos de alimentos que serão distribuídos com entidades filantrópicas pela administração da Arena Castelão. É uma forma de contribuir para reduzir os sofrimentos dos menos favorecidos”, frisa.

Paulo Queiroz, um dos coordenadores do Jogo de Confraternização, ao lado de Luís Edson, e os servidores Paulo Rocha e Ronaldo Leitão, destaca que a partida de futebol é o coroamento de um ano marcado por práticas esportivas realizadas ao longo dos meses. “A comissão de esporte da Assalce promove os “rachas” de futebol às quartas à noite e aos sábados pela manhã , faz trilha na serra de Baturité, vôlei de Praia e beach tênis”, exemplifica.

Equipes e placar                                                  

As composições dos times do jogo de confraternização foram:  Amarelo – China (DSAS), Luís Edson (Assalce), Tonho (amigo da Assalce), Emerson (amigo), Ronaldo Leitão (Engenharia), Francisco Rodrigues (Assalce), Luís Maia (amigo), Mario Kempes (1º Secretaria), Lucas Maia (amigo), deputado estadual Bruno Pedrosa e Francisco Martins (Plenário); e Preto – Sílvio Augusto (FM Assembleia, Alex (Inesp), Itálo (FM Assembleia), Renê (DSAS), Bruno Régis (Engenharia), Israel Maia (Gab. Bruno Pedrosa), Pepê (Engenharia), Alcides (Serviços Gerais), Márcio (Inesp), Dedé (Assalce) e Gilson Silva (Diretoria Adjunto Operacional).

Os artilheiros da partida foram, pelo time Amarelo Bruno Pedrosa (três gols), Lucas Maia (dois gols) e Francisco Martins (um gol). Descontou para os pretos Bruno Régis. A arbitragem da partida ficou a cargo da Liga Cearense de Árbitros de Futebol.

O evento tornou-se tradicional no mês de dezembro como forma de dar início às celebrações de fim de ano.  É uma atividade tradicional que integra a todos por meio do esporte. O presidente da Assalce também agradece o empenho do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque, que envidou esforços para a liberação da Arena Castelão. “Foi realmente um momento bem importante para os que fazem a nossa Associação”, reforça.

Publicado em ASSALCE

A Comissão de Esportes da Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Assalce) realiza neste sábado (08/12) o VI Jogo de Confraternização dos Servidores, a partir das 13 horas, na Arena Castelão. Estão convidados os associados, servidores e servidoras que integram o Poder Legislativo, além de amigos, para uma partida beneficente.

"Trata-se de uma atividade tradicional de nossa associação. A partida de futebol integra a todos por meio do esporte. Muitos servidores não jogam, mas participam da iniciativa prestigiando os colegas", destaca o coordenador da Comissão, Paulo Queiroz.

A entrada é franca. Contudo, os participantes são convidados a levar dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a uma instituição de caridade.

O evento tornou-se tradicional no mês de dezembro como forma de dar início às celebrações de fim de ano.

Em 2017, o torneio teve como vencedora a equipe Amarela, pelo placar de 5x4 contra a equipe Preta.

Publicado em ASSALCE

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