Fortaleza, Sexta-feira, 21 Janeiro 2022
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O filme "Por que você não chora?", que estreia nesta quinta-feira (09/09), no Cineteatro São Luiz, participa da Campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio. A data escolhida para o lançamento coincide com as campanhas promovidas por entidades e do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, no próximo dia 10.

A produção é dirigida por Cibele Amaral, trazendo para o debate temas como o suicídio, depressão e saúde mental. Estrelado por Bárbara Paz, Elisa Lucinda, Maria Paula e Carolina Monte Rosa, a trama mostra a relação entre uma cliente e sua terapeuta e abriu o 48º Festival de Gramado, em 2020.

A diretora  acentua que a discussão sobre diversidade de raça e gênero ganhou espaço na sociedade atual, porém, a diversidade psíquica, não. "O estigma que envolve a doença mental, ou emocional, é gigante. E o autoestigma. O medo de expor um quadro de síndrome ou transtorno mental é uma barreira para a aceitação de pessoas diferentes dentro da nossa sociedade", avalia a diretora.

"Por que você não chora?" leva para as telas as experiências vividas por Cibele Amaral quando foi psicóloga estagiária no Instituto de Saúde Mental (ISM) em Brasília (DF). "O filme é baseado em experiências pessoais, familiares e profissionais", diz.

A história contada pelo filme traz a protagonista Jéssica, menina de origem humilde que veio do interior para estudar na capital do País e se depara com um novo mundo durante o estágio na faculdade de Psicologia, quando passa a atender Bárbara, diagnosticada com transtorno de personalidade Borderline.

Serviço: O filme estreia no Cineteatro São Luiz nesta quinta-feira (09/09) , com sessões às 18h30min, sexta-feira (10/09) às 18h30min e sábado (11/09) às 16h30min.

JS, com Assessoria de Imprensa do Cineteatro São Luiz

 

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Publicado em Agenda Cultural

Em tempos de isolamento social, não deixa de ser curioso que um dos principais filmes da atual safra de premiações se debruce sobre o cotidiano de um homem recluso em seu espaçoso apartamento londrino. No entanto, o gancho que vincula a trama de Meu Pai ao confinamento coletivo a que fomos impostos fica por aí: inspirado na peça teatral homônima de autoria do diretor e co-roteirista Florian Zeller, o filme trata da saga de Anthony (Anthony Hopkins), que, aos 81 anos de idade, passa a ser acometido pela demência, o que traz consequências desagradáveis para ele e sua filha Anne (Olivia Colman).

A base teatral não limita a experiência cinematográfica proporcionada por Zeller e seus colaboradores, mas cabe o alerta de que aqueles e aquelas que testemunharam casos de demência em suas famílias devem estar preparados e ter nervos fortes para seguir no longa-metragem de 96 minutos. Este é um filme em que a vivência pessoal (que inclui situações semelhantes vividas por familiares ou amigos) de quem está diante da tela do streaming pesará no acompanhamento da trama.

Feito esse alerta, deve-se registrar também que são muitas as qualidades do filme. A principal delas reside na opção de Zeller por registrar integralmente a narrativa sob o ponto de vista do seu protagonista, por meio do recurso da câmera subjetiva, conforme a gramática da crítica cinematográfica. Esta escolha central situa o filme em um patamar diferenciado, por não fazer concessões ao público, pois a proposta do cineasta é a de que mergulhemos na mente de Anthony e assim compreendamos sua confusão diante da perda progressiva das faculdades mentais.

O roteiro, a cargo de Zeller e de Christopher Hampton (Ligações Perigosas), interage de forma orgânica com a direção, sem cenas desnecessárias ou recursos melodramáticos que, em outras mãos, reduziriam os méritos do filme. Mas, que fique claro: é a atuação de Hopkins que faz de Meu Pai uma experiência cinematográfica acima da média. Como sua principal parceira de cena, Olivia Colman tem um desempenho que oscila entre o sofrimento e a condescendência com que Anne procura conduzir a situação, dividida entre cuidar do pai e tomar a decisão de passar a residir em Paris, na França.

Premiação britânica impulsiona filme rumo ao Oscar

No último domingo (11/04), a Academia Britânica, o Bafta, concedeu a Meu Pai os prêmios de melhor ator (Hopkins) e melhor roteiro adaptado (Zeller e Hampton). A premiação inglesa em duas categorias importantes pode representar um reforço na campanha de Meu Pai na atual edição do Oscar, que concederá seus prêmios no dia 25 de abril. O longa de Zeller tem seis indicações, nas categorias de melhor filme, ator (Hopkins), atriz coadjuvante (Colman), roteiro adaptado, montagem e design de produção. Até agora, uma eventual vitória de Hopkins encontra maior obstáculo na indicação póstuma ao Oscar de melhor ator para Chadwick Boseman, por “A Voz Suprema do Blues”.

Cabe lembrar que três dos indicados já têm estatuetas no currículo: Hopkins como melhor ator por “O Silêncio dos Inocentes” (1991), Colman foi escolhida melhor atriz por “A Favorita” (2018) e Hampton venceu o prêmio de melhor roteiro adaptado, com “Ligações Perigosas” (1988).

O filme está disponível no streaming pelo Apple TV (iTunes), Now, Google Play e YouTube.

SC

 

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“Mais uma dose?
É claro que eu estou a fim
A noite nunca tem fim
Por que que a gente é assim?”

Os versos da canção “Por que a gente é assim”, de Cazuza, se encaixam bem à premissa do diretor e roteirista Thomas Vintemberg e do co-roteirista Tobias Lindholm do filme dinamarques  Druk - Mais uma Rodada, que conta a história de quatro professores em um contexto bem peculiar. Eles estão às voltas com problemas em suas vidas, testando a teoria de que ao manter um nível constante de álcool (0,05%) nas correntes sanguíneas, suas existências irão melhorar. De início, os resultados são animadores. Porém, no decorrer da experiência, eles percebem que nem tudo é tão simples assim.

Indicado ao Oscar de melhor filme internacional e melhor diretor, Druk aponta que o definidor da quantidade ideal de álcool ideal reside na reação do outro. Uma leitura é a de que pode-se  beber um pouco para se livrar de um nervosismo, mas talvez seja necessário mais do que isso para dançar em uma festa lotada sem vergonha alguma. Não ter vergonha alguma, por outro lado, pode não ser o ideal no contexto de uma reunião pedagógica, por exemplo. Como a trama trata de professores e alunos, tem-se aqui a interação entre as gerações tendo o uso do álcool como elemento comum. As consequências são variadas para os dois grupos.

Sobre a trama

O filme conta com o convicente trabalho do ator Mads Mikkelsen, que já interpretou o jovem Hannibal Lecter, em Hannibal . Em Druk, ele é Mark, o líder do grupo de professores que falseiam um propósito científico com o objetivo de lhes permitir ingerir diariamente boas doses de bebidas alcoólica, com o pretexto de que o consumo sob controle irá melhorar o despenho de todos em suas atividades laborais.

Trata-se de um filme necessário. Logo no início, há uma competição entre jovens de uma escola que bebem alucinadamente antes de um corrida, transmitindo ao público elevadas doses de euforia da juventude, com a proposta de que se possa desfrutar de cada instante da ainda curta existência. Essa euforia, no entanto, faz contraponto com os professores, que, com o amadurecimento, chegam à melancolia da meia-idade.

Em Druk, a bebida alcoólica funciona como pequenas doses de existencialismo sartreano ou de Camus. Partindo da premissa de que nada somos, nos tornamos, somos construção, a exemplo do que falam pensadores como John Searle e Ludwig Wittgenstein, o filme faz todo o sentido. Há também o entendimento prévio de que o mundo é a totalidade dos fatos e não das coisas. Assim, esta construção não se trata de formação de individualidades, mas como somos em relação aos outros.

Druk foi também indicado ao Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira, mas foi derrotado por Minari, que foi rodado nos Estados Unidos, embora seja falado em coreano. No último domingo (11/04), foi premiado na mesma categoria pelo Bafta, a Academia Britânica. também tendo sido selecionado pelo Festival de Cannes de 2020. Thomas Vinterberg tem em seu currículo filmes como Longe deste insensato mundo, Kursk, A Comunidade e A Caça, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro (atual categoria de melhor filme internacional) em 2012. O filme está disponível nas plataformas YouTube e Google Play.

JS/SC

 

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Os fãs do cinema nacional têm uma relação de antipatia com o ator e cineasta italiano Roberto Benigni que remonta a 1999. É que, naquele ano, “A Vida é Bela”, película que abordou o Holocausto com viés cômico, venceu o Oscar na categoria melhor filme estrangeiro, superando o brasileiro “Central do Brasil”, de Walter Salles, estrelado por Fernanda Montenegro. Eis que, 22 anos depois do episódio, Benigni está de volta às telas (desta vez no streaming), como Gepeto, pai do protagonista de “Pinóquio”, atualização da fábula infantil, dirigida pelo italiano Matteo Garrone.

Apesar da tendência de se buscar uma comparação direta com a animação de Walt Disney, de 1940, esta versão tem tom próprio, mais adulto e realista. Na trama, Gepeto dá vida ao boneco de madeira Pinóquio (Federico Ielapi), que enfrenta diversos percalços em busca de se tornar um garoto de verdade. A narrativa traz os episódios presentes no livro original, com personagens como o Grilo Falante, a Fada Azul e a baleia que ainda assusta a quem vier a conferir o filme, mas dá maior destaque a alguns episódios, se comparados a outros.

Merece destaque a produção caprichada, com reconstituição dos desenhos originais do livro por meio dos recursos de que o cinema dispõe, como os cenários, efeitos visuais discretos (mas bastante eficientes), figurino e maquiagem (nos dois últimos casos, ambos indicados ao Oscar, que será realizado no dia 25 de abril). A trilha sonora pontua de forma singela o filme, cuja fotografia em tons pasteis apresenta ao público, evidentemente, um produto bem menos colorido que a animação dos estúdios Disney.

O novo “Pinóquio”, certamente, agradará mais aos adultos, mas pode ser visto sem reservas pelas crianças que já possuem certa compreensão sobre questões relevantes nas nossas vidas. Em tempos de “novo normal”, fica a dica para que seja assistido como uma “sessão família”, por pais e filhos.

Se você torce o nariz para Benigni, releve e procure aproveitar o que o filme tem de bom. “Pinóquio” tem qualidades bem superiores ao algoz de “Central do Brasil” e também injustamente vencedor do Oscar de melhor ator em 1999, quando derrotou as atuações – muito superiores – de Tom Hanks (“O Resgate do Soldado Ryan”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”), Ian McKellen (“Deuses e Monstros”) e Edward Norton (“A Outra História Americana”). Chegou a hora de superar o 7x1 que tivemos para o cinema italiano, há 22 anos.

Serviço: “Pinóquio”. Direção: Matteo Garrone. Elenco: Roberto Benigni, Federico Ielapi e Rocco Papaleo. Duração: 2h05min. Disponível para compra nas plataformas de streaming.

SC

 

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Os Estados Unidos são constantemente chamados de país das liberdades democráticas, onde todos têm as mesmas oportunidades de lograr êxito em suas vidas e acumular fortuna, graças às possibilidades da realidade econômica local. Mas essa é somente uma parte da história. Durante muito tempo e até recentemente, o país manteve tradições eugenistas, sem esconder o racismo e o ódio dedicado a todos os cidadãos que não se enquadravam no padrão denominado “Wasp” (white, anglosaxonic, protest). E quem pagou a maior parte dessa conta discriminatória foi a população negra. Geoge Floyd, recentemente assassinado em via pública por policiais, na cidade de Minneapolis, em Minnesota, poderia testemunhar, se tivesse sobrevivido.

É sobre essa perseguição do Estado americano contra parte de sua população que trata o filme "Estados Unidos x Billie Holiday", contando um segmento da vida da mais famosa cantora de blues do pais. Ela foi autora da música "Strange fruit" (fruta estranha), que narra poeticamente os linchamentos realizados pelos brancos, a maioria integrantes da organização supremacista branca Ku Klux Klan, que até hoje transita livremente no país, inclusive tendo a sua ideologia exportada camufladamente.

Na trama, a cantora é proibida de executar a música porque, segundo as autoridades do país, a sua letra incitaria a população negra a reagir contra o jugo dos supremacistas, causando um caos social. A perseguição, conforme narra o filme, se dá de forma velada por agentes policiais federais, que preferem acusá-la de uso de drogas ilícitas, mais particularmente heroína, numa tentativa de barrar a sua carreira artística.

O filme dirigido por Lee Daniels, o mesmo do elogiado "Preciosa" (pelo qual concorreu ao Oscar de melhor diretor), é construído em torno de um romance entre a cantora e um agente do governo. A obra “Estados Unidos da América contra Billie Holiday”, traz a história da lenda do jazz em sua autobiografia de 1956. A condenação de Holiday em 1947, quando ela foi sentenciada a um ano e um dia por posse de entorpecentes, foi apenas um capítulo de uma campanha sustentada contra a cantora, cujas performances da canção “Strange fruit” se tornaram um pára-raios para conscientização e ativismo pelos direitos civis.

Andra Day concorre ao Oscar de melhor atriz

A recusa inabalável de Holliday em parar de cantar aquela música foi talvez a maior indicação de seu espírito indomável, forjado no fogo de uma educação rígida que a viu sobreviver a abusos de infância horríveis para se tornar uma estrela em uma época de racismo. O filme biográfico apresenta uma atuação irretocável de Andra Day, e também o assédio das autoridades a Holliday, que recebe um toque romântico perverso na forma de um agente federal encarregado de espionar a estrela. Pelo papel, Andra Day venceu o Globo de Ouro de melhor atriz (drama) e concorre ao Oscar de melhor atriz na cerimônia a se realizar em 25 de abril.

Trevante Rhodes, que participou do filme “Moonlight”, de Barry Jenkins, é Jimmy Fletcher, o  agente secreto designado a se infiltrar no círculo íntimo de Holliday, reunindo evidências de uso de drogas pela cantora. No entanto, mesmo quando a ocupação de Jimmy é revelada, a cantora e sua comitiva continuam a tolerar sua presença. Na verdade, as atenções simpáticas de Jimmy são nitidamente sobrepostas aos relacionamentos abusivos de Holliday com os homens - os parceiros, maridos e gerentes que muitas vezes atuam mais como cafetões.

É neste clima sufocante e ameaçador que sobrevive a protagonista, sempre demonstrando uma resistência quase inabalável ao meio que se transforma em constante ameaça.

Serviço: “Estados Unidos vs. Billie Holliday”. Direção: Lee Daniels. Elenco: Andra Day, Trevante Rhodes, Garrett Hedlund. Duração: 2h11min. Disponível na plataforma Hulu

JS

 

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