Fortaleza, Sexta-feira, 21 Janeiro 2022
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Depois do sucesso alcançado em 2006, o repórter fictício do Cazaquistão Borat retorna às telas. Não mais às salas de cinema, proibidas pela pandemia que grassa todo o mundo, mas às smartvs, que acessam o mundo do stream. Quem assistiu o primeiro vai se adaptar bem ao “Borat – Fita de Cinema Seguinte”, que traz novamente o protagonismo do segundo melhor jornalista casaque, como assim Borat nos é apresentado. No entanto, mesmo quem desconhece o original irá aproveitar e se divertir bastante com a sequência.

Desta vez, ele tem a missão de levar mimos ao então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para fortalecer as relações entre os dois países, em pleno ano eleitoral de 2020, quando o vencedor da disputa foi o democrata Joe Biden.

O filme procura esmiuçar e estraçalhar, de forma bem escrachada, toda a visão de mundo que é reforçada pelo conservadorismo trumpiano, que troca olhares insinuantes com o neonazismo. Não fica de fora nenhuma pauta que a ala mais progressista da sociedade procura de toda forma manter. Feminismo, racismo, desigualdade social, xenobofia e homofobia são igualmente metralhado(a)s de forma quixetesca ao longo de 1h36min.

O segundo melhor repórter do  "Glorioso" Cazaquistão, interpretado por Sacha Baron Cohen, viaja à América, onde deita e rola nas críticas ao preconceito enraizado na cultura norte-americana. Quando surgiram os primeiros boatos  de que o segundo filme foi gravado em segredo para ser lançado antes do fim do período de votação para as eleições presidenciais dos Estados Unidos, já era esperado que Borat repetiria os ataques ao conservadorismo da primeira edição.

Sobre a trama

O filme seguinte de Borat inicia com o repórter recebendo uma segunda tarefa que incluiria novamente uma viagem aos Estados Unidos, dessa vez, com a missão de aproximar o presidente cazaque de Donald Trump. Logo nos primeiros minutos, Sacha Baron Cohen verbaliza o típico e já ensaiado discurso de todo eleitor republicano, colocando a culpa do "caos norte-americano" nos dois mandatos de Barack Obama. Borat chega a afirmar que Trump tornou "A América great novamente", repetindo slogan utilizado na campanha em 2016.

Mas Borat não está só nesta empreitada. Ele tem a  companhia da filha Sandra Jessica Parker, em intepretação digna de um Oscar, da húngara Maria Bakalova (indicada ao prêmio na categoria de melhor atriz coadjuvante). O protagonista entrega a sua mais pura essência humorística e escrachada. Agora sendo considerado um ícone da cultura pop, ele precisa se disfarçar para conseguir andar pelas ruas dos Estados Unidos sem ser reconhecido. É graças a presença de Bakalova, inclusive, que Borat se vê com um enorme trunfo para criticar os mais absurdos pensamentos internalizados na sociedade estadunidense, como a limitação de atividades praticadas por mulheres, os fanáticos religiosos e o discurso antiaborto e como as redes sociais podem ditar a feminilidade atualmente.

Republicanos na mira

Para se aproximar do presidente dos Estados Unidos, Borat resolve oferecer a filha como um presente para mais próximas figuras do Republicano, escolhendo inicialmente o vice Michael Pence como sua primeira vítima. Após sujeitar a mudanças na aparência, Sacha Cohen disfarça-se de ninguém menos que Donald Trump e invade um comício político, causando um enorme alvoroço entre os eleitores.

Correndo contra o relógio e fazendo o máximo para não ser executado pelo presidente do Cazaquistão, Borat resolve partir para cima do ex-prefeito de Nova York e atual advogado de Trump, Rudy Giuliani. Como se não bastasse, o filme tem um flagrante envolvendo Giuliani nas cenas finais, que já acusou Sacha Cohen de manipular as imagens.

Mesmo sem verbalizar uma única palavra, Borat ainda encontra espaço para criticar o armamento da população estadunidense, tão defendido por Donald Trump. Antes de se encontrar com dois eleitores do Partido Republicano, Sacha Cohen caminha pelas ruas vazias até ser informado do período de quarentena por conta da pandemia de Covid-19.

Borat ainda encontra margem para criar os mais absurdos pensamentos e teorias, como se culpar pela proliferação do novo Coronavírus e ainda comparecer a uma marcha pró-Trump e anti-isolamento.

Sem papas na língua e com o politicamente incorreto predominando, a sequência supera o longa original e gera um incômodo divertimento, devido a abordagens polêmicas sobre diversos temas que permeiam o mundo. Além da indicação de Maria Bakalova como atriz coadjuvante, o filme concorre ao Oscar de melhor roteiro adaptado, que tem Cohen como um dos autores.

Serviço: “Borat – Fita de Cinema Seguinte” (2020). Dirigido por: Jason Woliner. Elenco: Sacha Baron Cohen, Irina Nowak, Luenell, Tom Hanks, Dani Popescu, Maria Bakalova, Manuel Vieru. Comédia, 95 minutos. O novo filme de Borat está disponível na plataforma Prime Video.

JS

 

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Após a estreia de um filme, um casal retorna para casa com sentimentos opostos: enquanto o diretor do longa, Malcolm Elliott (John David Washington), vibra ao reconstituir o evento e a projeção que sua carreira poderá ter a partir dali, sua companheira, Marie Jones (Zendaya), exprime em olhares e silêncios insatisfação com um possível acontecimento anterior. É a partir daí, em um preto e branco muito bem fotografado, que se desenvolve "Malcolm & Marie", novo filme do diretor e roteirista Sam Levinson, disponível em streaming pela Netflix.

Fruto direto da readaptação da indústria cinematográfica após a pandemia da Covid-19, o filme se desenvolve com apenas dois personagens, sendo possível se perceber a utilização da mínima equipe técnica em atividade. O desafio do cineasta e dos atores foi o de entregar um filme dinâmico, apesar da estrutura teatral.

Pode-se dizer que a experiência é bem sucedida: ao focar em um relacionamento em crise ao mesmo tempo que trata de bastidores da própria indústria de cinema, "Malcolm & Marie" envolve e nos leva a refletir sobre os altos e baixos das relações de um casal, quando autoestima e empatia frequentemente estão em lados opostos devido às escolhas individuais dos parceiros.

Para quem acompanha o cinema estadunidense, o filme é um prato cheio. Um exemplo são os diálogos em que Malcolm trata das comparações entre sua carreira e a de cineastas afrodescendentes consagrados pela crítica, como Spike Lee (Destacamento Blood), Barry Jenkins (Moonlight) e John Singleton (Os Donos da Rua) - que estiveram entre os finalistas e vencedores do Oscar a partir dos anos 1990. O personagem vê na comparação feita por uma crítica de cinema um viés racista, enquanto almeja ser considerado um novo William Wyler (diretor do clássico Ben-Hur, de 1959), externo ao seu aspecto racial e ao cinema com viés político encarnado por Lee, Jenkins e Singleton.

Mas, se John David Washington encarna o cineasta de forma correta, o ponto alto do filme é a atuação de Zendaya como Marie. A personagem-título, inspiração para o "filme dentro do filme" de Malcolm, tem camadas mais profundas que as do companheiro de cena, que a atriz exprime com vigor, oscilando entre silêncios e explosões emocionais nos momentos certos. Os dois últimos monólogos de Marie justificam a experiência e convidam a uma revisão do filme. Pelo papel, Zendaya concorre ao prêmio de melhor atriz no Critics´ Choice Awards 2021 e é forte pré-candidata na mesma categoria ao Oscar, cujas indicações serão divulgadas em 15 de março. A conferir.

Serviço: "Malcolm & Marie". Direção e roteiro: Sam Levinson. Ano: 2021. Data de lançamento: 5 de fevereiro (Netflix). Duração: 106 minutos. Sinopse: O relacionamento de um diretor e sua namorada é colocado à prova depois que eles retornam para casa após a estreia de seu filme, enquanto esperam pela resposta dos críticos.

SC

 

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Se o fundamentalismo religioso faz estragos em nossa sociedade, vide Estado Islâmico e outras correntes espirituais que buscam o fanatismo de seus integrantes, mesmo com toda a ciência e informações acessíveis ao conjunto da sociedade, podemos imaginar os efeitos e repercussões da religiosidade quase cega durante o século XVII. É neste cenário de obscuridade do conhecimento que se desenvolve "A Bruxa”, filme em que Robert Eggers estreia como diretor, que tem a atriz Anya Taylor-Joy ("O Gambito da Rainha") como protagonista.

Eggers é o cineasta do recente “O Farol” (2019), estrelado por Willem Dafoe e Robert Pattinson, que foi indicado ao Oscar de melhor fotografia neste ano.

Banidos de uma aldeia de migrantes localizada na Nova Inglaterra, no Nordeste dos Estados Unidos, onde viviam, depois de serem condenados por heresia em um julgamento cristão, os puritanos William (Ralph Ineson) e Katherine (Kate Dickie) partem em direção ao interior da região, ainda mais inóspito, levando seus filhos e poucos pertences.

A clareira às margens de uma floresta onde se estabelecem, porém, não demora a dar sinais de que há uma força sombria trabalhando no local, especialmente quando a filha mais velha, Thomasin (Anya Taylor-Joy), perde o bebê da família inexplicavelmente. Outros sinais vêm a seguir, envolvendo os gêmeos Mercy (Ellie Grainger) e Jonas (Lucas Dawson), além do filho do meio Caleb (Harvey Scrimshaw), determinado a ajudar seus pais durante sua provação.

Drama familiar em meio a clima perturbador

Thomasin é entregue como um bode expiatório para os diversos infortúnios que se abatem sobre a família, enquanto William está em conflito entre suas convicções religiosas e o seu dever como um pai. É uma história intensa que leva a um excelente drama familiar. E é este drama familiar que dá o elemento de horror que “The Witch” necessita. Não se trata de um filme aterrorizante, mas é perturbador, usando truques diferentes para jogar em cima suas expectativas. O que mais se destaca é a utilização do som e da pontuação de cena.

A tensão só se amplia com o avançar da história. O filme é também sobre o pecado e a repressão da sociedade, especialmente devido à religião. A própria trama pressupõe que o pai, William, fez uma leitura exagerada das escrituras e foi expulso da comunidade. Na família retratada, todos os personagens são reprimidos: não conseguem cumprir aquilo que querem e têm dificuldades de lidar uns com os outros.

A Bruxa está disponível na plataforma YouTube no endereço https://www.youtube.com/watch?v=NEUehYOdFyw

JS

 

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“Mank”, do diretor David Fincher, que está disponível na plataforma de streaming Netflix desde o início de dezembro, segue uma tradição histórica na filmografia dos Estados Unidos. É uma das grandes atrações da temporada de prêmios estadunidense ao contar uma história que remete a um clássico: “Cidadão Kane” (1941), de Orson Welles.

A Academia de Artes Ciências Cinematográficas de Hollywood, que anualmente confere o prêmio Oscar, sempre que pode coloca entre os indicados metacinemas para disputar a honraria. São produções que têm como o seu pano de fundo o universo da Sétima Arte, pondo em prática o que a crítica especializada chama de “metalinguagem”.

Entre estes laureados podemos citar “O Artista”, vencedor da categoria de melhor filme, em 2011, “Era uma vez... em Hollywood”, indicado ao prêmio principal, melhor diretor (Quentin Tarantino) e ao de melhor roteiro (dentre outros) em 2019, e “La La Land”, que passou alguns minutos como o vencedor do Oscar de melhor filme em 2017 (após uma gafe histórica em que o premiado foi “Moonlight”). Isso apenas para citar algumas produções desta década. Há também nesta lista clássicos como “Cantando na Chuva”, “Cinema Paradiso” e “Nasce uma Estrela”, que já tem três versões.

Dito isso, podemos apontar, com prováveis chances de acerto, que “Mank, de David Fincher, será indicado ao Oscar em várias categorias. Mesmo sendo produzido pela Netflix, que entorta o nariz dos grandes estúdios, há qualidade suficiente nesta película para suplantar as resistências. Feito, inclusive, já conseguido por outros, como “Roma”, que levou três estatuetas (melhor filme internacional, melhor diretor e melhor fotografia), em 2019, “História de um Casamento”, e “O Irlandês”, também da plataforma que foram indicados a melhor filme, neste ano.

Sobre a trama

Além de se tratar de metacinema, Mank tem um roteiro consistente e revelador das estranhas da indústria de Hollywood. Aos olhos do homem contemporâneo, muitos fatos seriam considerados como temperados com boas doses de deslealdade com a realidade. O filme retrata a história do roteirista Herman Mankiewicz (Gary Oldman), considerado um dos melhores de sua época (dos anos 1930 até 50). Mankiewicz – o Mank do título – era descontente sobre as estratégias usadas pelos grandes estúdios para dominar a cena política, com a produção de notícias falsas para as telas das salas de projeção, favorecendo candidaturas republicanas e buscando derrotar os democratas. Alguma semelhança com os dias de hoje?

Por conta das inúmeras indisposições do roteirista com os dirigentes de estúdios, somado ao seu alcoolismo e vício em jogatinas, Mank é jogado ao marasmo. Neste momento sofre um acidente automobilístico, quando engessado e deitado em uma cama, dita para sua assistente o roteiro de “Cidadão Kane”, filme que encabeça muitas listas da melhor produção cinematográfica já realizada, sob a direção de Orson Welles.

O novo texto de Mankiewicz não chega às telas com facilidade. Inclusive, Welles, de acordo com o filme, sugere a permanência do autor no anonimato, para evitar resistências ainda maiores dos estúdios cinematográficos. O resto pertence à história. Vale ainda destacar que o único Oscar arrebatado por “Cidadão Kane” foi exatamente o de roteiro. Quem já assistiu ao premiado filme de 1941, certamente irá identificar cenários e personagens da obra do século passado na produção de Fincher.

Mais do que simplesmente contar como foi escrito o roteiro de “Cidadão Kane” e suas implicações para o cinema que começava a experimentar a fala dos atores nas produções, Fincher nos dá a possibilidade de conhecer um pouco além do que se passava na indústria cinematográfica do século passado, e entender algumas nuances que até hoje são aplicadas para fazer a fantasia da narrativa ser introjetada nas mentes humanas. Algo como acreditar que King Kong tinha de fato dez metros de altura.

Merece destaque ainda que o filme seja conduzido pelo cineasta célebre por obras como “Seven – Os Sete Crimes Capitais” (1995), a versão norteamericana de “Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Garota Exemplar” (2014).

Serviço: Mank (Estados Unidos, 2020). Direção: David Fincher. Elenco: Gary Oldman (Herman Mankiewicz), Amanda Seyfreld (Marion Davis), Lily Collins (Rita Alexander), Tom Pelphey (Joe Mankiewicz), Arliss Howard (Louis Mayer), Tunppence Milddleton (Sara Mankiewicz) e Sam Troughton (John Houseman). Disponível na plataforma para assinantes Netflix.

JS/SC

 

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Os cinéfilos de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília já puderam conferir, desde o dia 3 de dezembro. Mas só nesta terça-feira (08/12) ficou disponível nas plataformas de streaming, para aluguel e compra, “O Poderoso Chefão de Mario Puzo – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”. Trata-se de uma atualização de “O Poderoso Chefão III” (1990), feita pelo diretor Francis Ford Coppola para marcar os 30 anos da conclusão da saga.

De acordo com os realizadores, a atual versão foi restaurada para uma melhor apresentação do último capítulo da saga dos Corleone, que é frequentemente considerada pela crítica especializada como uma das maiores da história do cinema.

O cineasta e sua produtora, American Zoetrope, trabalharam a partir de uma varredura de 4K do negativo original para empreender uma cuidadosa restauração quadro a quadro do novo filme e o original “O Poderoso Chefão III”. A fim de criar a melhor apresentação possível, a equipe de restauração da Zoetrope e da Paramount começaram procurando por mais de 50 tomadas originais para substituir as óticas de menor resolução no negativo original.

Este processo levou mais de seis meses e envolveu a peneiração de 300 caixas de negativos. A Zoetrope trabalhou cuidadosamente para reparar arranhões, manchas e outras anomalias, que não puderam ser tratadas anteriormente devido às restrições tecnológicas, enquanto melhorias foram feitas na mistura do áudio 5.1 original. Todo esse trabalho foi afetado ainda pela pandemia do Coronavírus, pois, na metade da produção, a realização pela Zoetrope e pelo estúdio Paramount passou a ser feito remotamente.

Premiações e sinopse

Em 1991, a conclusão da trilogia obteve sete indicações ao Oscar, nas categorias de melhor filme, diretor, ator coadjuvante (Andy Garcia), fotografia (Gordon Willis), direção de arte, edição e canção original. No Globo de Ouro, também obteve sete indicações, sendo mencionado ainda em premiações como Chicago Film Critics Association Awards e American Society of Cinematographers.

No filme, Don Michel Corleone (Al Pacino) está envelhecendo e, com a ajuda do sobrinho Vincent Mancini (Andy Garcia), busca a legitimação dos interesses da família, em Nova Iorque (EUA) e na Cidade do Vaticano (Itália). Mas seu protegido não está só interessado em parte do império da família. Ele também deseja a filha de Michael, Mary (Sofia Coppola). O relacionamento desagrada a Don Corleone, enquanto inimigos se articulam para derrotá-lo.

Para quem conhece, é a chance de rever a conclusão da trilogia, que tem modificações relevantes sobretudo no seu início e no final. Já para quem vai conhecer a saga, é recomendável que se comece pelos dois filmes que iniciam a trilogia (realizados em 1972 e 1974) antes de conferir a releitura da conclusão. Para além das ótimas atuações (sobretudo as de Pacino e Garcia, em autêntico duelo), o longa tem como ponto alto seus 40 minutos finais, em que um emaranhado de traições e assassinatos se dá em plena execução da ópera “Cavalleria Rusticana”, de Pietro Mascagni.

Em uma palavra: Bravo!

Serviço: “O Poderoso Chefão de Mario Puzo – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”. (1990/2020). Direção: Francis Ford Coppola. Com Al Pacino, Andy Garcia, Diane Keaton, Thalia Shire e Sofia Coppola. Disponível nas plataformas digitais NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi, Xbox Video, PlayStation Store para aluguel e compra.

SC, com informações do site Clube Cinema (https://www.clubecinema.com.br/)

  

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