Fortaleza, Sexta-feira, 03 Dezembro 2021
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O filme "Deserto Particular", pré-candidato ao Oscar 2022 na categoria melhor filme internacional, chega aos cinemas de Fortaleza cercado por grande expectativa. Com exibições às 19h30min no Cinema do Dragão até o dia 8 de novembro, o filme do diretor e roteirista Aly Muritiba acumula críticas positivas onde tem sido exibido.

Na trama, Daniel (Antonio Saboia) é um policial exemplar, mas acaba cometendo um erro que coloca em risco sua carreira e sua honra. Quando nada mais parece prendê-lo a Curitiba (PR), onde reside, ele parte em busca de Sara, uma mulher com quem se relaciona virtualmente. A partir daí, Daniel mergulha em um intenso processo interno para aprender a lidar melhor com seus próprios afetos.

A crítica brasileira aponta semelhanças entre "Deserto Particular" e a obra anterior de Muritiba, "Ferrugem", destacando como ponto central a discussão sobre como a tecnologia pode influenciar as relações humanas. Na trama, a busca de Daniel por Sara se dá após estabelecido o contato virtual entre o policial e a moradora de uma localidade situada entre Bahia e Pernambuco.

Sobre a campanha rumo ao Oscar

No dia 15 de outubro, o filme foi selecionado como o representante do Brasil para disputar uma vaga na categoria melhor filme internacional do Oscar 2022. Na ocasião, o diretor Aly Muritiba afirmou contar com uma agente internacional de vendas e com a distribuidora Pandora, mas admitiu a surpresa com a indicação e disse que a estratégia de campanha ainda seria montada.

"Estamos contactando atores, amigos, produtores que vivem nos Estados Unidos, principalmente em Los Angeles", contou o cineasta durante entrevista ao site G1, em referência a profissionais que já envolvidos em campanhas de filmes brasileiros rumo ao Oscar. "Vamos tentar montar uma equipe forte para levar o filme para o maior número de telas possíveis e para os membros da Academia de Cinema norte-americana", afirmou na mesma entrevista.

A primeira lista de pré-selecionados ao Oscar sai no dia 21 de dezembro de 2021. A lista final de indicados, incluindo os cinco selecionados para a categoria filme internacional, será divulgada no dia 8 de fevereiro de 2022. A premiação será realizada em 22 de março.

Serviço: Deserto Particular (Brasil, 2021). Direção e roteiro: Aly Muritiba. Elenco: Antonio Saboia, Pedro Fasanaro. Em exibição no Cinema do Dragão, com sessões diárias às 19h30min até o dia 8 de novembro.

SC, com informações do site G1

 

Núcleo de Comunicação Interna da Alece

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Publicado em Agenda Cultural

A Assembleia Legislativa do Ceará, por meio do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS), realizou, nesta terça-feira (30/11), a primeira edição do Cine Assembleia, com a exibição do filme cearense “Cabeça de Nêgo”. O evento fez referência ao Mês da Consciência Negra e contou com a presença do presidente da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé, e do ator Lucas Limeira, que interpreta o personagem protagonista do filme Saulo, além de participantes do Projeto Alcance.Enem, da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace) e de servidores da Casa.

O Cine Assembleia é desenvolvido pelo Núcleo de Saúde Mental e Comitê de Responsabilidade Social, por meio da Célula de Articulação e Fomento à Cidadania, com o apoio do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC) e Associação dos Servidores da Assembleia (Assalce). O objetivo é promover o debate com servidores, moradores da comunidade do entorno da Casa (Pio XII, conhecida como Pau Pelado) e de movimentos sociais convidados.

A primeira-dama da Alece, Cristiane Leitão, afirmou que o evento teve como destaque a homenagem ao Dia da Consciência Negra, transcorrido no dia 20 de novembro, “Estamos comemorando com a exibição do filme ´Cabeça de Nêgo´, que traz o ponto do racismo, contando a história de um garoto que sofreu o preconceito racial na escola, começou a ter um comportamento em repreensão ao racismo e, juntamente com outros colegas, começou a se posicionar contra essa prática”, pontuou.

Cristiane Leitão assinalou que é importante tratar da questão racial junto aos servidores da Alece, alunos e a comunidade levando a todos conscientização contra o racismo. “Aqui convidamos alunos que participam do Projeto Alcance.Enem, para que os jovens comecem a ter essa sensibilização de que todos somos iguais e que não precisamos ter preconceitos. E fazendo este trabalho de conscientização, com certeza, teremos uma sociedade mais igualitária”, asseverou.

Conscientização

O diretor do DSAS e presidente da Assalce, Luís Edson Correia parabenizou o Núcleo de Saúde Mental, coordenado por Rejane Sales, pela iniciativa. “É com apoio do presidente deputado Evandro Leitão (PDT) e da nossa primeira-dama que têm sido realizados e eventos como esse, trazendo a conscientização e a importância do respeito e da igualdade das raças”, frisou.

Rejane Sales acentuou que o Núcleo de Saúde Mental tem o propósito de incluir os estudantes do Alcance.Enem e alunos de outras instituições para que seja trabalhada a questão do racismo. “Este  preconceito estrutural é ainda muito arraigado em nossa sociedade e acaba por adentrar na questão psíquica. Estes adolescentes precisam se envolver nesta discussão, para que a nossa sociedade tenha novas ferramentas que alavanquem novas formas de extinção deste preconceito”, defendeu.

A coordenadora do Núcleo revelou ainda que o setor tem a proposta de, a partir do próximo ano, trazer temas tão importantes quanto o do preconceito racial, que perpassam a saúde mental. “Teremos novas exibições, de dois em dois meses, com o intuito de trazer à discussão esses temas. Começamos com ´Cabeça de Nêgo´, que aborda de forma maravilhosa o racismo e valoriza os artistas da terra. É nosso dever validar esse trabalho”, acentuou.

Preto Zezé, que já foi servidor da Assembleia Legislativa no início dos anos 1990, considerou que o presidente Evandro Leitão “acertou em cheio”, pela escolha do filme e pelo debate no mês da Consciência Negra.  “Esse debate não é só mais um movimento da sociedade, mas também das organizações. Tenho sido convidado para participar de eventos em empresas. No mundo corporativo está todo mundo discutindo como enfrentar o racismo, que tem a ver com o desenvolvimento do país e das empresas”, afirmou.

Sobre o projeto

Estiveram à frente da organização do evento as psicólogas Raquel Penaforte e Lygia Herayde Bessa, integrantes do Núcleo de Saúde Mental da Alece. Conforme Lygia Herayde, o objetivo do Cine Assembleia é o de criar espaços de discussão de temas relevantes para jovens, servidores e para a comunidade de uma forma geral, assim como fortalecer as produções culturais locais e facilitar o acesso a elas.

O filme “Cabeça de Nêgo” é uma produção cearense com direção e roteiro de Déo Cardoso. Estreou em outubro de 2021 em cinemas de todo o Brasil, conquistando público e crítica com enredo que aborda temáticas como racismo, educação, mobilização social e juventude, dentre outras. O longa, filmado em Fortaleza, foi exibido em diversos festivais e ganhou prêmios como o de Melhor longa-metragem do Festival Cine Ceará 2020 e da Associação de Crítica Cearense de Cinema.

O Dia da Consciência Negra é comemorado anualmente em 20 de novembro. A data reúne diferentes ações de combate ao racismo e reacende o debate sobre a chegada dos negros ao país, a escravidão no Brasil e o racismo estrutural da sociedade. Além disto, é uma homenagem e reconhecimento da luta de Zumbi dos Palmares, um dos mais importantes líderes quilombolas do país, e seus companheiros no quilombo.

Do Núcleo de Comunicação Interna da Alece, com Assessoria de Imprensa do DSAS

 

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A plataforma Netflix é responsável por resgatar alguns filmes que normalmente passariam despercebidos pelo grande público. Um deles é “Machuca” (Chile), de 2005. Na trama, Pedro Machuca é o personagem que empresta o nome ao título. Mas o protagonista da história é Gonzalo Infante, um pré-adolescente que vive em Santiago, capital chilena, com seus pais, e estuda no colégio católico Saint Patrick, dirigido pelo padre norteamericano McEnroe.

Estimulado pela gestão social-democrata de Salvador Allende à frente do governo do país, McEnroe abre as portas da instituição de ensino para os jovens moradores de favela aos arredores da capital.

Até então apontada como uma escola voltada apenas para os filhos da elite econômica e consagrada como a melhor do país, a direção da Saint Patrick começa a sofrer resistência por parte dos pais dos alunos que pagavam altas prestações. Eles não queriam ver seus herdeiros convivendo com outras crianças, que, segundo suas opiniões, não teriam educação suficientemente fina para ocupar os mesmos espaços.

Na época, o Chile vivia grandes mudanças políticas e sociais, a começar pela escolha de um presidente mais preocupado com causas sociais. Salvador Allende era visto como um perigo não apenas pela classe dominante do país como também pelo principal inimigo do bloco chamado de "cortina de ferro", os Estados Unidos.

Sobre a produção

Um destes filhos da classe média alta aluno do Saint Patrick era o cineasta Andrés Wood, diretor de “Machuca”, apontado como o maior sucesso do cinema chileno, até então e escolhido pelo país para tentar uma vaga no Oscar de 2005. De forma semi-autobiográfica, Wood cria o narrador Gonzalo Infante (Matias Quer), Pedro Machuca (Ariel Mateluna), e ainda restaura o Chile às vésperas do golpe de 11 de setembro de 1973, que derrubou Allende e instaurou o regime militar de quase duas décadas em que o general Augusto Pinochet comandou o país de forma ditatorial.

A chegada de Machuca e outros meninos ao colégio era vista por seus pais como um absurdo comunista. Isso mudou a vida de Gonzalo. A improvável amizade entre os dois é usada para levar a descobertas. Junto com Gonzalo, o público descobre o mundo das favelas de Santiago em que vivia Machuca, um local com barracos de madeira, esgoto a céu aberto e miséria. Ao lado do personagem-título, há a pujança dos bairros ricos, dos aparelhos de TV, dos tênis importados e dos gibis.

Machuca, além da discriminação que sofre na escola, tem de ajudar um tio e vizinho que passa as tardes vendendo cigarros e banderinhas nas passeatas, que abundavam o país naquele momento. Era indiferente se a manifestação era contra ou a favor de Allende. O importante era assegurar o dinheiro do fim do dia. Eles gritavam palavras de ordem direitistas contra o governo Allende e também contra o imperialismo nas passeatas esquerdistas.

A escolha de contar a história pelos olhos de meninos inicialmente inocentes na política dá ao diretor a liberdade de mostrar os dois mundos sem preconceitos ou julgamentos. Como se percebe ao longo do filme, eles pouco podiam fazer para mudar o país naquele momento.

O filme mostra que a queda do governo Allende teve conseqüências no mínimo tão grandes quanto as quedas das duas torres gêmeas de Nova Iorque (Estados Unidos), em outro 11 de setembro, o de 2001.

Serviço: “Machuca” pode ser visto na plataforma Netflix.

JS

 

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O que leva uma mãe abandonar a própria filha por não conseguir conviver com as explosões de temperamento dela? E como a sociedade deve agir para conseguir reduzir os danos desse abandono? Essas parecem ser as questões centrais abordadas, mas sem respostas definitivas, no filme "Transtorno Explosivo", que retrata a vida da criança Benni, protagonizado pela jovem atriz Helena Zangel, que concorreu neste ano ao Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante por "Relatos do Mundo", ao lado de Tom Hanks (Netflix).

A psicanálise diz que a psique de uma pessoa tende a ser formada até os seis anos de idade. Se as funções parentais funcionarem de maneira eficaz, a tendência é de que a criança cresça de maneira saudável. Caso contrário, um abandono emocional pode lhe trazer, em casos extremos, um grande déficit psicológico, como é o caso da pequena Benni. No filme, entretanto, o transtorno mental parece anteceder o abandono. A criança faz de tudo para voltar ao convívio com a mãe, mas a reaproximação é difícil.

No desenvolvimento do enredo a garota apresenta toda sorte de desconformidade com o meio social onde se insere. Ela  rouba, berra, quebra, chantageia e machuca a si mesma.  Ao mesmo tempo, diversos profissionais da área da educação estudam uma forma de conter esse temperamento explosivo. Benni já foi expulsa de diversas escolas e abandonada por famílias adotivas. A sua mãe não tem condições financeiras nem emocionais para lidar com a menina de nove anos.

Direção e atuações

A diretora alemã Nora Fingscheidt, também roteirista da trama, acaba criando uma história complexa sobre todo um sistema de proteção infantil, desenvolvendo camadas não só relacionadas à protagonista, como a todos os outros personagens ao seu redor. Sua intenção em nenhum momento é trazer soluções ao caso, mas somente apresentá-lo ao público de uma maneira crua e densa.

O trabalho mais interessante dentre os adultos é o de Lisa Hagmeister, no papel da mãe da menina. Com pouco tempo de tela é possível sentir raiva, pena e compreensão. Embora seus atos sejam imperdoáveis, há diversos fatores que ajudam a gerar empatia por ela, uma mulher com dois filhos além de Benni, sem emprego e dentro de um relacionamento abusivo. Suas expressões transmitem o cansaço de alguém que precisa carregar o mundo sem as condições necessárias para isso.

"Transtorno Explosivo" é como uma bomba-relógio. A cada mudança de comportamento da protagonista, tem-se a sensação de que algo vai sair do eixo e causar uma explosão afetiva. E assim acontece. Vale destacar que Benni foi abandonada pela mãe, que tem mais dois filhos menores, e vive sendo expulsa de abrigos infantis. O motivo é um só: a garota tem acessos incontornáveis de raiva.

O longa,  além de ter sido vencedor do prêmio de contribuição artística Alfred Bauer no Festival de Berlim, também levou o Prêmio de Melhor Filme pelo Júri da 43ª Mostra Internacional de São Paulo em 2019, bem como foi o representante da Alemanha na corrida pelo Oscar.

Serviço: O filme pode ser visto nas plataformas Telecine e Globoplay

JS

 

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O filme "Por que você não chora?", que estreia nesta quinta-feira (09/09), no Cineteatro São Luiz, participa da Campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio. A data escolhida para o lançamento coincide com as campanhas promovidas por entidades e do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, no próximo dia 10.

A produção é dirigida por Cibele Amaral, trazendo para o debate temas como o suicídio, depressão e saúde mental. Estrelado por Bárbara Paz, Elisa Lucinda, Maria Paula e Carolina Monte Rosa, a trama mostra a relação entre uma cliente e sua terapeuta e abriu o 48º Festival de Gramado, em 2020.

A diretora  acentua que a discussão sobre diversidade de raça e gênero ganhou espaço na sociedade atual, porém, a diversidade psíquica, não. "O estigma que envolve a doença mental, ou emocional, é gigante. E o autoestigma. O medo de expor um quadro de síndrome ou transtorno mental é uma barreira para a aceitação de pessoas diferentes dentro da nossa sociedade", avalia a diretora.

"Por que você não chora?" leva para as telas as experiências vividas por Cibele Amaral quando foi psicóloga estagiária no Instituto de Saúde Mental (ISM) em Brasília (DF). "O filme é baseado em experiências pessoais, familiares e profissionais", diz.

A história contada pelo filme traz a protagonista Jéssica, menina de origem humilde que veio do interior para estudar na capital do País e se depara com um novo mundo durante o estágio na faculdade de Psicologia, quando passa a atender Bárbara, diagnosticada com transtorno de personalidade Borderline.

Serviço: O filme estreia no Cineteatro São Luiz nesta quinta-feira (09/09) , com sessões às 18h30min, sexta-feira (10/09) às 18h30min e sábado (11/09) às 16h30min.

JS, com Assessoria de Imprensa do Cineteatro São Luiz

 

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