Fortaleza, Sexta-feira, 03 Dezembro 2021
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O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, complexo da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar, lança nova galeria virtual para celebrar o Dia Mundial da Fotografia nesta quinta-feira (19/05). Disponível a partir das 17 horas, no site do Dragão do Mar, a mostra "Quantos nomes tem a Rainha do Mar?", do fotógrafo Luiz Alves, traz 30 painéis fotográficos com imagens da Festa de Iemanjá em Fortaleza, entre 2015 e 2019, numa alusão aos festejos comemorados no dia 15 de agosto.

Celebrada desde a década de 1950 na capital cearense, a Festa de Iemanjá é, desde 2018, reconhecida como Patrimônio Imaterial da cidade. Além de registrar os ritos de cortejo, louvor, entrega de oferendas e apresentações culturais tradicionais da Festa, que há dois anos não é realizada presencialmente em virtude da pandemia, a exposição destaca a importância dos festejos para a preservação da ancestralidade e reafirmação das matrizes religiosas africanas, muitas vezes marginalizadas.

"A fotografia, que além de arte é instrumento de memória e preservação, é também ferramenta de comunicação. Espero que os registros da Festa de Iemanjá ajudem a desconstruir estereótipos da manifestação e contribuam para reafirmar a diversidade e a riqueza cultural do povo cearense. O recorte apresentado é também um eco pelo fim da intolerância religiosa", afirma Alves.

Sobre o fotógrafo

Nascido em Tabuleiro do Norte, em 1979, Luiz Alves de Lima Júnior é formado no Curso Superior de Tecnologia em Recursos Hídricos / Irrigação no Centro de Ensino Tecnológico (Centec) de Limoeiro do Norte. Em 2008, veio morar em Fortaleza, onde fez Mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Desde criança apaixonado por arte, nas suas múltiplas linguagens, encontrou na Fotografia a oportunidade de mudar de carreira, conciliando seu encanto pelo fazer artístico com melhores possibilidades de retorno financeiro.

Desde 2014, dedica-se exclusivamente à fotografia. Iniciou seus estudos na Escola Porto Iracema das Artes, braço de formação do Dragão do Mar, o que logo despertou seu interesse por eventos e manifestações culturais. Ao longo deste período, realizou inúmeras coberturas de festivais e espetáculos, como o Festival Manifesta, a Feira da Música, a Bienal Internacional de Dança do Ceará, o Festival de Teatro Infantil, a Maloca Dragão, a Mostra Petrúcio Maia, dentre outros.

Desde 2015, atua como fotógrafo do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Desenvolve trabalhos autorais que buscam dar uma maior visibilidade às manifestações ancestrais como a dos povos Indígenas, maracatus, pescadores e povos de terreiros.

Serviço: Exposição virtual "Quantos nomes tem a Rainha do Mar?" do fotógrafo Luiz Alves. Data: 19 de agosto de 2021 (quinta-feira). Horário: 17 horas. Exposição: Site do Dragão do Mar (www.dragaodomar.org.br)
Classificação: Livre.

Do Núcleo de Comunicação Interna da Alece, com informações do Instituto Dragão do Mar e Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura 

 

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Publicado em Agenda Cultural

A data de 19 de agosto marca o Dia Mundial da Fotografia, que chega hoje aos 182 anos oficialmente. A homenagem foi escolhida porque nesse dia, em 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou oficialmente a criação do daguerreótipo, artefato que tem origem aos equipamentos fotográficos, de Louis Jacques Mande Daguerre. A invenção foi considerada a primeira câmera, com um sistema moderno de fotografia permanente, sendo a origem do processo fotográfico a ser comercializado para o grande público.

A jornalista Pamela Figueiredo, do Núcleo de Mídias Digitais da Assembleia Legislativa do Ceará, informa nesta quinta-feira (19/08) está sendo publicado um vídeo nas mídias da Casa, buscando retratar o que é fotografia para os profissionais que atuam na área. A produção é assinada por Virgínia Bastos e Pamela, e por Odério Dias, fez a edição. O vídeo, que segue abaixo desta matéria, em anexo, é uma produção conjunta dos Núcleos de Mídias Digitais e de Comunicação Interna da Casa.

"A gente levou a produção  para o lado mais emotivo, sendo também uma forma de homenagear os profissionais. Nós ouvimos os fotógrafos que integram a equipe da Assembleia Legislativa e apresentamos fotografias que foram realizadas por eles, que são exibidas durante o vídeo", pontua. Pamela revela ainda que foram ouvidos os fotógrafos Bia Medeiros, José Leomar e Paulo Rocha. "A gente quis captar o que a fotografia representa para esses profissionais", explica.

Paulo Rocha, coordenador da equipe de fotógrafos da Assembleia, profissional com 30 anos de carreira, diz que a fotografia é uma das maneiras de eternizar o momento. "Ela tanto pode ser uma foto histórica como ser usada nos meios de comunicação, além de guardar lembranças de momentos pessoais", avalia.

O coordenador  revela que a equipe de fotógrafos da Assembleia é formada por oito profissionais que fazem a cobertura do cotidiano dos trabalhos legislativos. "A fotografia é uma das melhores invenções. Nela conseguimos guardar nossas memórias e também da história", diz Paulo Rocha.

O profissional conta que começou na fotografia por influência do pai, que trabalhava no jornal "O Povo", em 1982. "Os fotógrafos que me influenciaram foram, mestre Zé Rosa, Edson Pio, João Guimarães e Chico Albuquerque", conta. Além do coordenador, a equipe de fotógrafos da Alece é formada por Bia Medeiros, Edson Júnior Pio, José Leomar, Máximo Moura, Dário Gabriel, Marcos Moura e Celso Oliveira.

Trajetória da fotografia

Criada por Louis Daguerre, em 1837, a fotografia teve como base as descobertas de Joseph Niépce, que havia registrado em 1826 a primeira imagem permanente em um processo que ele denominou de heliografia. Niépce morreu em 1833, antes do registro da invenção. Seu invento mudaria profundamente o mundo, a partir de então.

Em troca de uma pensão vitalícia, Daguerre cedeu para o governo francês a patente do seu daguerreótipo. A fotografia ganhou grande impulso, não só pela sua abrangência, mas também pelo fato de o governo francês torná-la de domínio público.

No Brasil, Dom Pedro II, grande adepto das artes, mandou trazer da Europa, por intermédio do abade Louis Compte, vários daguerreótipos e se tornou, por conseguinte, o primeiro fotógrafo brasileiro. Foi um grande incentivador e o realizador das primeiras fotos do Rio de Janeiro. Isso contribuiu para que o país se tornasse uma das maiores expressões mundiais no campo da fotografia em geral.

A fotografia nos estimula a observação e a sintetizar muitas informações, por meio de imagens. Seja no cotidiano, na moda, no fotojornalismo ou no cinema, encontramos um fotógrafo, sempre atento. Analógica ou digital, a fotografia é, em síntese, a mesma. Muda a ferramenta, mas a essência permanece.

JS

 

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